22/09/2017

TAG: Arrependimentos literários




Peguei a TAG do blog Momentum Saga.


1. Qual livro você se arrependeu de comprar porque logo depois encontrou por um valor bem mais baixo?

Eu não tenho pressa em comprar livros por causa disso (além do fato de ter trocentos me esperando para serem lidos aqui em casa); sempre espero pelas promoções ou pesquiso pelo menor preço, se for o caso de um presente. Mas aconteceu uma vez de eu ter comprado o e-book de A Verdade é uma Caverna nas Montanhas Negras - umas das únicas vezes em que comprei um e-book pelo preço cheio, que era um pouco mais barato que a edição física, mas antes que pudesse lê-lo acabei ganhando a edição física de presente. Não tenho nem coragem de apagá-lo do Kindle.


2. Qual livro você se arrepende de não ter lido antes?

Dentre vários que esperaram solitários em suas estantes, A Espada na Pedra foi que demorei muito pra ler e pelo qual me apaixonei de cara.


3. Se arrependimento matasse, qual livro lido seria o responsável?

A Chegada em Darkover. Eu estava curiosíssima sobre a gigantesca série de ficção científica da autora de As Brumas de Avalon, mas nunca conseguia achar o primeiro livro em lugar nenhum, até que uma alma o colocou para troca no Skoob e eu gastei meu único crédito com ele. Que detestei.


4. Em relação ao mundo literário, do que mais se arrepende?

De não ter imposto minha vontade de trabalhar com a classificação e organização dos livros, quando trabalhava na biblioteca da Universidade. Eu fiquei presa no guarda-volumes, morrendo de vontade de aprender essa parte do trabalho, mas não tinha voz pra pedir.


5. Já se arrependeu por emprestar algum livro?

Por um tempo, fiquei arrependida de ter emprestado meu livro do Marco Polo para uma professora da faculdade, porque ela não me devolveu e senti falta dele. Mas depois consegui outro pra mim e ficou tudo certo. :) Eu geralmente tenho sorte com os livros que empresto, mas também porque confio em quem os pega.


6. Qual autor você não se arrepende de ter dado uma chance?

Ambrose Bierce, que conheci por ter pego um livro aleatório no supermercado, sem muita apresentação, e acabei descobrindo ser um autor sensacional, conhecido por seu misterioso desaparecimento e sua obra carregada de cinismo, como eu gosto.


7. Se você tivesse que escolher apenas um autor para ler para sempre, escolheria sem arrependimentos...

Dificílimo, mas acho que iria de Rick Riordan. Não tem um livro dele que não tenha me divertido, até agora, e ele tem MUITOS.


8. Uma frase relacionada a esse sentimento:

"I've made a huge mistake." Gob Bluth e quase todo mundo em Arrested Development. Não dá pra resistir.

31/08/2017

Desafio de Leitura 2017: Quarto relatório

A quantidade física de livros lidos, nos últimos dois meses, não foi tão grande. Primeiro, porque um dos livros que li trata-se de três obras de Jane Austen em um único volume, e depois porque o que comecei a ler em seguida, e ainda não terminei, é um e-book com todos os romances de Machado de Assis em um volume só, também (ainda estou no quinto). Segue o relatório:




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Ficção:


Razão e Sensibilidade/Orgulho e Preconceito/Persuasão
Jane Austen - Martin Claret - 2012 (1811/1813/1818) - 631p.

Já comentei algumas vezes que romance não é um gênero de literatura que eu procure ler, exceto quando se trata de clássicos. Estou com este volume de Jane Austen me esperando desde que aprendi sobre Literatura Inglesa em um curso, mas, desde então, não tinha saído no sorteio e não tive vontade de furar o esquema de sorteio com ele, tampouco. Entretanto, quando comecei a lê-lo, já gostei de Razão e Sensibilidade logo nas primeiras páginas. Gosto de ser surpreendida por leituras, e a história de Marianne e Elinor me prendeu muito, especialmente pela questão da identificação com as personagens (cheguei a fazer uma reflexão aqui no blog). Orgulho e Preconceito, sua obra mais conhecida, também me encantou, principalmente porque Jane Austen escrevia com humor e refletiu isso na divertida família Bennet. Gostei muito do personagem do Sr. Darcy, aparentemente soturno e indelicado, mas, no fundo, reservado e incompreendido (também não havia assistido ao filme, o que fiz logo em seguida). Porém, ao chegar em Persuasão, desanimei um pouco com a leitura. Não sei dizer se porque comecei a ler sem prestar atenção e acabei me perdendo no enredo (60 páginas depois eu ainda não fazia ideia da história ou quem eram todos os personagens) ou se porque já estava me cansando da temática. De qualquer modo, fico feliz em finalmente ter lido algo de Austen; não só por sua relevância na Literatura, mas também porque estava curiosa a respeito de suas obras depois de saber de algumas curiosidades sobre elas - por exemplo, ela escreveu seu primeiro livro, Razão e Sensibilidade, escondida, enquanto ficava na sala com a família e amigos. Os rascunhos ficavam em seu colo, sob um trabalho de bordado, e ela escrevia quando ninguém estava olhando. Quando foi publicado, o livro não exibia seu nome; a autoria foi creditada a "uma senhora". Foi um bestseller, o que garantiu as obras futuras da autora.

✔ item do desafio: Um livro sobre a relação de irmãos
✔ item do desafio: Um livro ambientado em um lugar que você quer conhecer





A Espada do Verão
Rick Riordan - Intrínseca - 2015 - 448p.

Primeiro volume da série Magnus Chase & Os Deuses de Asgard. Adoro as séries de Rick Riordan, que envolvem mitologias e mundo atual de uma maneira super divertida, mas demorei para conhecer esta por certa preguiça, admito. Como sei que ele ainda está escrevendo os livros desta, prefiro ler outras coisas enquanto espero que mais volumes da série sejam lançados, assim não preciso esperar tanto entre um e outro. Dessa vez, Riordan resolveu brincar com a mitologia nórdica; embora o adolescente protagonista da vez, Magnus, tenha parentesco com uma personagem da série Percy Jackson e os Olimpianos, que envolve mitologia grega. Há outras coisas que diferenciam Magnus dos outros protagonistas, além da sua relação com deuses nórdicos: ele é um garoto de rua e já morre no primeiro capítulo (isso não é um spoiler, ele já diz isso na sinopse, haha). A história é sobre a descoberta do universo paralelo em que habitam deuses nórdicos, guerreiros do Valhalla e as várias criaturas da mitologia, e, claro, uma missão que ele deve cumprir a fim de salvar o mundo. Os personagens de Riordan, protagonistas ou não, são sempre muito cativantes, a caracterização dos deuses é sempre divertida e o humor geral é sempre sarcástico; são três motivos ótimos para eu seguir as séries do autor. Outros ótimos motivos são a diversidade entre os personagens e a afirmação de que qualquer um, independentemente (ou até por causa) de suas dificuldades e diferenças, é um herói.

✔ item do desafio: Um livro ambientado em um universo paralelo





O Portador do Fogo
Bernard Cornwell - Record - 2017 (2016) - 320p.

Décimo volume das Crônicas Saxônicas, que acompanham a vida do guerreiro Uhtred em sua jornada de dilema entre ser saxão ou ser viking, juramentos prestados a reis diversos e a eterna missão de recuperar Bebbanburg, sua terra por direito, enquanto a História da Inglaterra está sendo escrita. Dez volumes podem parecer muita coisa pra uma história não ser perder, mas todas essas coisas rendem livros cheios de ação, inimigos novos, cenas de batalhas sangrentas e realistas (especialidade de Cornwell), fora a novelização de fatos históricos sobre eventos e pessoas reais. A essas alturas, fica difícil fazer uma resenha sem estragar a história para quem ainda está começando ou nos livros anteriores, ou mesmo acompanhando The Last Kingdom; mas este volume finalmente resolve um antiquíssimo problema (não sem muitos percalços e tensão), além de trazer o que considero o melhor monólogo de todos os tempos sobre o que é ser um guerreiro. E, como eu sempre digo, Uhtred é um dos meus personagens favoritos de todos os tempos, então lê-lo sempre é um enorme prazer.

 item do desafio: Um livro que virou série de TV




Antologia Poética
Carlos Drummond de Andrade - Record - 2001 (1962) - 416p.

"E como ficou chato ser moderno. Agora serei eterno."

Seguindo minha busca por antologias poéticas para conhecer melhor nossos mais celebrados poetas, dessa vez li esta compilada pelo próprio Drummond, em celebração de seus 60 anos. A obra de Drummond é, para sua própria infelicidade, como ele mesmo disse em uma de suas últimas entrevistas, conhecida por frases únicas que hoje fazem parte da língua portuguesa como ditados populares: quem de nós nunca disse "e agora, José?" quando em face de um dilema, ou nunca brincou com "no meio do caminho havia uma pedra", sem parar para pensar de onde vieram essas máximas? Carlos Drummond de Andrade foi um poeta versátil que não se prendia a um estilo único de poesia - fosse em temática ou em estilo -, então essa antologia reúne o que há de mais célebre em sua extensa obra, separado em nove temáticas, que vão de autobiografias a homenagens a outros poetas e à sua terra natal, Minas Gerais, entre outras. Não consigo evitar me sentir um pouco ignorante sempre que leio poemas porque, diferentemente da leitura de ficção, que costuma ser fácil de ambientar e interpretar, a interpretação desse tipo de literatura depende não apenas de seus próprios sentimentos, mas de seu conhecimento a respeito do autor e de onde ele veio, sua situação e sua opinião sobre o mundo e a sociedade, ainda levando em consideração que grande parte da arte da poesia está em se comunicar através de metáforas, o que pode ser bem confuso para quem é um leitor prático. Felizmente, antologias poéticas costumam vir com ensaios interpretativos de outros poetas ou críticos, como este teve um de Antonio Cicero, que ensina e esclarece muita coisa. Uma boa escolha de leitura para admiradores do autor e para quem pretende tornar-se.



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Não ficção:




Cura Pela Meditação: Saúde integral para a mente, o corpo e o espírito
Christopher Titmuss - Pensamento - 2015 (2014) - 90p.

Venho experimentando meditação há um tempo como forma de amenizar a ansiedade e todos os problemas que vêm com ela, e tenho me sentido tão melhor que não canso de recomendar a quem posso para que tente, também. Já havia comentado sobre um livro de mindfulness, e agora gostaria de recomendar este. Ele não só explica muito facilmente sobre meditação e seus benefícios, como nos ensina vários métodos e tipos de meditação para que possamos escolher qual é mais confortável e voltado ao que precisamos, realmente. Há um índice remissivo que nos orienta para qual meditação fazer para cada situação que queremos melhorar (criatividade, paz de espírito, gratidão, humor, etc., até dores físicas). E, para não termos que recorrer ao livro sempre que quisermos checar as meditações, há um deque de cartas com todas elas resumidas; é só pegar e ler. Aprendi muito sobre a prática, com ele, e melhorei muito as minhas habilidades de concentração, além de me sentir mais motivada para tentar quando estou muito desanimada.





A Essência do Budismo
Elizabeth Clare Prophet - BestSeller - 2012 (2009) - 157p.

Logo após o interesse pela meditação, depois uma conversa com uma amiga, surgiu também o interesse pelos ensinamentos do budismo, que prezam a paz de espírito e o seu bom uso para o próximo. Estou muito disposta a ler o que puder sobre o assunto e estudar, enquanto ainda não conseguir participar de uma reunião aqui na cidade. Há muito tempo considero o budismo uma bela religião, embora nunca tenha me sentido apta para ela. Agora, com toda essa transformação por que estou passando, admito que estou muito interessada na transição. Enfim, sobre o livro: talvez não deva ser a primeira leitura sobre o budismo, pois pode ser um pouco difícil de apreender conceitos poucos familiares, mas é uma leitura rápida sobre os estágios de iluminação até que um iniciante atinja o estado búdico, ou se torne um Buda. É muito esclarecido que esse é um trabalho de várias vidas, portanto o aspirante deve ter em mente essa vontade e se dedicar fisicamente, mentalmente e espiritualmente a isso. Cada estágio explica o que é exigido e apresenta histórias de budas e iluminados que passaram por cada um, e como. Há, também, um guia de mantras para recitar durante a meditação, com seus propósitos e benefícios. Uma leitura muito interessante, para quem realmente quer saber mais sobre isso.




Women in Science: 50 fearless pioneers who changed the world
Rachel Ignotofsky - 2016 - Ten Speed Press - 128p.

Soube deste livro por uma postagem do Brain Pickings (inclusive, acessem o link para ver algumas imagens e textos do livro!), blog que acompanho há muito tempo. Coloquei-o na minha lista de desejos, por ser meio caro, mas acabei eventualmente me dando de presente. Quando finalmente chegou, não levou uma semana pra eu descobrir que o haviam trazido para o Brasil e traduzido (foi lançado aqui como As Cientistas, caso prefiram adquirir a versão traduzida). A autora, que escreveu e ilustrou o livro, vem de uma família de cientistas e lançou este projeto com o objetivo de divulgar as maravilhosas mulheres da Ciência que ignoramos. Muito além de Marie Curie e Ada Lovelace, que já são mais conhecidas, somos apresentadas a incríveis físicas, matemáticas, químicas, biólogas, astrônomas, engenheiras, e muitas, muitas outras mulheres que não foram só inteligentes e dedicadas, como pioneiras em suas áreas. Através de biografias muito breves e simples, aprendemos como essas ilustres cientistas foram responsáveis por muito do que temos e sabemos hoje (e, infelizmente, como muitas delas tiveram suas descobertas e invenções roubadas por nomes mais famosos...). Apesar de áreas e épocas diferentes, o que todas têm em comum é uma paixão tão grande por conhecimento que nenhuma dificuldade, financeira, de saúde ou provocada por preconceito, as impediu de conseguir. É um excelente livro para qualquer pessoa, de qualquer idade.

✔ item do desafio: Um livro escrito por alguém com menos de 30 anos



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HQ:


A Diferença Invisível, de Julie Dachez & Mademoiselle Caroline (Nemo, 2017). Fiquei felicíssima quando vi um anúncio no Facebook sobre essa publicação por aqui, porque era justamente do que eu precisava: não só uma história com a qual eu poderia me identificar sem ressalvas, mas algo que eu poderia mostrar para familiares e amigos para que eles pudessem entender melhor algo que eu nunca consigo explicar direito. Essa HQ francesa conta a história de Marguerite, que tem 27 anos e não se sente parte de uma "vida normal". Ela está sempre desconfortável e tem dificuldades com aspectos do dia a dia que as demais pessoas consideram simples. Além disso, tem algumas manias que seus amigos, namorado e colegas não compreendem muito bem, o que a frustra e a deixa sempre infeliz. Consultas com psicólogos não ajudam, até ela descobrir ter a Síndrome de Asperger. Depois de descobrir ser uma adulta autista, a vida de Marguerite ficou mais fácil de viver, mas ainda não ficou ideal - afinal, autistas de alta funcionalidade ficam naquele limbo entre não serem "autistas o suficiente" e nem "normais o suficiente". Mesmo assim, entender melhor sobre si mesma a ajudou a buscar orientações corretas e se relacionar diferentemente com as pessoas, entendendo que tipos de atitudes ela não deve aceitar delas. A história de Marguerite é a história da autora, Julie Dachez, a quem fiz questão de enviar uma mensagem de agradecimento. Já disse anteriormente e reforço meu pedido: leiam, se tiverem oportunidade. Mesmo que vocês achem que não têm adultos autistas em sua vida, reconhecer sua existência os ajudará a compreender melhor os diferentes tipos de pessoas que estão ao nosso redor e a respeitá-los.

✔ item do desafio: Um livro baseado em uma história real


Persépolis, de Marjane Satrapi (Companhia das Letras, 2007). Já tinha ouvido falar muito de Persépolis, mas foi só depois de ter sido muito recomendado por uma amiga que fiquei curiosa para ler. Por ser bastante famoso, nunca foi muito barato, mas uma promoção daquelas maravilhosas da Amazon eventualmente me resolveu este problema. Aos amigos, digo que vale a pena qualquer investimento: é o tipo de história que todos deveríamos ler. A autora, iraniana, conta aqui sua biografia, em forma de HQ, explicando in loco a história da eterna guerra entre o Irã e o Iraque, suas causas, motivações, os argumentos dos aliados e, principalmente, o que ela significa para quem vive essa realidade por lá, sofrendo suas consequências. Marji cresceu numa família revolucionária, então teve contato com discussões políticas desde muito nova, se envolveu nas revoluções, e perdeu muita gente querida nesse embate todo. Preocupados com o futuro da filha, os pais decidem enviá-la para a Europa, o que acabou sendo muito pior para ela. Além de ser uma obra extremamente política (chegando a ser banida em alguns lugares), traz também uma excelente discussão social sobre religião, classe e gênero. A história virou animação e ganhou o Oscar. Pra quem acha que a guerra entre Irã e Iraque não interessa ao ocidente e que é "tudo a mesma coisa", não vou recomendar que leiam Persépolis, porque a recomendação se torna uma obrigação moral. 

✔ item do desafio: Um livro banido



✔ andamento do desafio: 35/48

27/08/2017

TAG: Pela casa


Roubei o questionário de uma das minhas fontes favoritas pra isso, o Sunday Stealing. O nome original é "Around the House".



🛌 Quarto: Qual a sua rotina de sono?

Quando estou trabalhando, não há horário definido mas, quando não estou, costumo desligar meu computador por volta das onze, escovo os dentes, faço mais ou menos meia hora de yoga, leio na cama até começar a divagar e capoto. Se não tiver trabalho na manhã seguinte, acordo sozinha em horários variáveis, arrumo a cama, faço 10~15 minutos de alongamento/yoga, me troco e começo o dia.

🍲 Cozinha: Qual a sua comida de conforto favorita?

Eu não como se não estiver com fome, então não tenho comida de conforto. Se estou ansiosa, nervosa, triste ou entediada, jogo, leio, faço exercícios ou medito. ("ai, que resposta chata, admita que você pisa na jaca de vez em quando!". Não, não piso mais. Tô educadinha :)

🚽 Banheiro: Banheira ou chuveiro?

A gente sempre teve chuveiro, mas acho banheira uma maneira meio porca de tomar banho. (Ficar mergulhado em água suja? Sério?)

👚 Guarda-roupa: Descreva brevemente o seu estilo.

Pra trabalhar eu sou bastante casual; pra sair, eu me arrumo um pouco mas ainda assim sou casual. Em casa eu tenho sido um pouco menos mendiga, mas ainda assim preciso me trocar quando chega visita, hahahahah.

🎲 Salão: Qual seu jogo de tabuleiro favorito?

Gosto de jogar de tudo, mas tenho jogado muito pouco, ultimamente.


🔔 ALERTA DE POSTAGEM:


👪 Sala de estar: O que você gosta de fazer com a família?

A gente não faz quase nada todos juntos, exceto ir a uma pizzaria de vez em quando pra comemorar o aniversário de um dos quatro. Gostaria que pudéssemos nos reunir mais, apesar de morarmos todos juntos. Fora isso, gosto muito de ir ao cinema com a minha mãe e a minha irmã, quando ela pode acompanhar.

🥘 Sala de jantar: Qual sua refeição especial favorita?

De domingo, acho, que sempre tem mais coisas diferentes.

🌹 Jardim: Planta ou flor favorita?

Amo as carnívoras; minhas quatro filhas maravilhosas acabaram morrendo depois de tanto tempo, mas estou cuidando de outra, agora.

💟 Sótão: Que objeto de valor sentimental você sabe que nunca vai jogar fora ou passar adiante?

Fiquei um tempão pensando nessa e não me vem nada em mente. Eu guardo bastante coisa, mas não me oponho a passá-las pra frente se souber que alguém precisa de algo que tenho e não uso (com ressalvas, admito). Mas não sei, não gosto de me desfazer de presentes, então, acho que isso.

📚 Biblioteca: Gênero favorito de literatura?

Leio de tudo, mas dou preferência a ficção científica e ficção histórica. Tendo aventura ou mistério, já gosto.

💻 Escritório: Se você pudesse ter qualquer emprego, qual seria?

Tradutora literária, se pudesse ter a formação necessária, as oportunidades certas de trabalho e uma boa remuneração pelo investimento.

💤 Sala de visitas: Quando foi a primeira vez que você dormiu na casa de amigos?

Eu sinceramente não me lembro da primeira vez, nem na casa de quem pode ter sido. Era mais comum virem dormir na minha casa.

🎉 Varanda: Você prefere reuniões de amigos, grandes festas ou encontros mais reservados?

Como não tenho amigos suficientes por aqui para uma reunião de amigos (muito menos uma "grande festa"), encontros mais reservados. Fiquei fora de grupos por tanto tempo que agora já nem me sinto mais confortável entre mais do que algumas poucas pessoas.

🎂 Despensa: O que você mais gosta de cozinhar ou preparar?

Sanduíches, bolos. Não sei fazer muita coisa.

🍴 Lavanderia: Que tarefas domésticas você mais gosta de fazer e mais detesta?

Gosto de estender as roupas no varal. Não gosto de tirar o pó (porque ele SEMPRE VOLTA).

🚍 Garagem: Qual seu meio de transporte favorito?

Sempre gostei de andar a pé, mas com o calor excessivo e a violência da cidade, acabo preferindo ter uma carona de carro, mesmo. Também gosto de andar de bicicleta, mas não como transporte.

😱 Quarto do pânico: Qual foi a experiência mais assustadora pela qual você passou?

Pra quem tem ansiedade, praticamente qualquer experiência desconfortável se torna assustadora. Recentemente, a coisa mais assustadora pela qual passei foi no parque de diversões da feira agropecuária, em que concordei ir a um brinquedo radical pra acompanhar minha mãe e irmã e acabei pagando todo um zoológico de micos com o meu pânico. Horrível.

💄 Lavabo: Você gosta de maquiagem? Qual seu item favorito? Que look você prefere?

Só recentemente comecei a me maquiar um pouco, mas ainda é muito pouco, não sei elaborar aquelas coisas maravilhosas (não sei nem passar sombra). Eu nunca gostei de passar nada na cara além de um batom sem cor e um lápis pra destacar os olhos, mas agora uso batons mais fortes pra sair e, depois que aprendi a passar delineador, isso também, e máscara. Mas é só.