03/02/2009

Enquanto isso...

... os sonhos bizarros continuam.

O de hoje, porém, não significa morte :D
Mas é um sonho perturbador, do mesmo jeito.

(Antes de continuar, uma pequena nota mental: será que é influência do que eu ando lendo antes de dormir? O_o)

Bom, no episódio de hoje, eu não era eu. Eu era alguém chamada Lucile, ou quase isso, sei lá. Ah, e todos conversavam em inglês, nesse sonho. :P
Enfim, eu era essa Lucile e vivia numa casa estranha, num lugar estranho, (que nem parecia o Brasil - vide diálogos em inglês :P) com uma família estranha, que eu tinha certeza de que não era minha família. Mesmo assim, vivia lá e não podia sair de lá. Não lembro de muitos detalhes dessa parte do sonho, só que eu sabia que tinha que dar um jeito de sair dessa casa de qualquer jeito. Até a hora que, por bobeira de alguém, aproveitei e escapei. Corri o maldito do sonho inteiro, até acordei cansada.

Uma vez fora da casa, e correndo, me lembrei que já tinha sonhado com isso antes, e duas vezes! O lado de fora era uma escuridão, e tudo parecia morto lá fora. Corria em linha reta, desviando de eventuais barracas que apareciam pelo caminho... Pelo que eu percebia, estava atravessando o Estado (não apenas a cidade; eu fiquei DIAS correndo), em linha reta, e esse caminho parecia uma maldita feira aberta quilométrica. E tudo no caminho me era familiar, porque já havia passado por ali em sonhos anteriores - o mesmo sonho. Cheguei a uma espécie de praça (tudo isso sempre à noite), com vários animais selvagens, e me lembrei que da primeira vez que havia sonhado aquilo, uma puma tinha me apanhado (logicamente o sonho acabava bem ali :P), mas da segunda vez tinha conseguido escapar, então fiz o mesmo caminho que fiz da segunda vez.

Passando dessa "fase", cheguei a um tipo de pousada fuleira, e tive que passar por dentro dela. Lá dentro estava um casal que, pelo que eu sabia, eram meus tios (daquela família estranha). Ainda correndo, passei por eles, mas meu "tio" me impediu e disse (isso tudo em inglês, HUAHU): "Não adianta correr", e eu pensava: "Ah é, na segunda vez o sonho acabou aqui mesmo", e ele completou: "Porque não existe Lucile nenhuma". Well, what the hell? Continuei correndo, e a partir daí já me era tudo estranho, porque até então eu nunca tinha passado da "fase da pensão fuleira"... O caminho em linha reta acabava ali, e então a única opção que eu tinha era virar à esquerda. Já tava cansada de correr (depois de dias sem parar, e ainda era noite), então fui cautelosamente andando até os fundos de uma casa que parecia estar vazia. Dei uma espiada pela janela e vi um quarto de bebê. Fiquei ali esperando acontecer alguma coisa, qualquer coisa, mas não acontecia nada. Nada se movia, nada aparecia, nenhum barulho, nada. Aí desisti de esperar e acordei : ) HAHAHA

Bizarrice sem fim. Fala sério.