Pular para o conteúdo principal

Sobre coisas que me animam

Surtei de novo!

Mas foi só ontem...
Gente idiota falando do que não sabe, dificuldades financeiras acumuladas, obrigações chamando e situação difícil... Tudo de uma vez só. Não é qualquer um que consegue levar tudo na esportiva e rir da própria desgraça. O fato é que eu tentei deixar quieto e ignorar, pensar de cabeça fria (afinal, desde que me disseram que eu faço muito drama, tentei me fechar mais), mas não consegui. Espero que alguém nesse mundo entenda como me senti sem me chamar de dramática. A coisa vai além do que eu (irritadíssima) expus.

Mas enfim, falar o que me deixa fula é fácil. Vou tentar falar então sobre o que me anima... Ou o que anda me animando, ultimamente. Não é nada assim tão difícil, talvez vocês até vejam o quanto the little things make me so happy ♪

1. Reel Big Fish;

E isso é fato. Desde que os descobri, totalmente por acaso e por própria conta e risco, nunca mais larguei. É remédio pra qualquer depressão, seja me animando ou seja me ajudando a explodir com a raiva acumulada. Nunca me decepciona!

2. Na verdade, qualquer tipo de música engraçada;

É, eu tenho uma fixação por música retardada. De propósito ou sem querer, a tal da letra engraçada me pega! Ninguém consegue ser sério o tempo todo, nem deve. Amo ouvir músicas épicas de meia hora contando sobre algum massacre da Idade Média, mas quando aparecem musiquinhas de minuto e meio falando merda, já amei. Faz bem, sabem.

3. Pessoas demonstrando interesse no que eu falo;

Ah, isso sim massageia o ego. Não tem nada pior do que falar sozinho, vocês sabem disso. Ser deixado no vácuo. Tenho um problema com isso desde que me entendo por gente, já vem de dentro da família. Sempre fui o mais quieta que podia ser, por perceber que não conseguia fazer as pessoas prestarem atenção no que eu dizia. Meio que acostumei com isso, mas fui crescendo e comecei a ficar com raiva. Ainda não consegui desenvolver esse dom de captar as mentes alheias (acho que é por isso que ainda não quero dar aulas), o que me faz pensar se eu escrevo demais (pra compensar que falo pouco), se nada do que eu digo presta, ou se tudo o que eu gosto de falar sobre só interessa a mim. Ou se é o mundo mesmo que está cada vez mais egoísta. Sei lá. Só sei que me dá um orgulho imenso quando alguém começa a ouvir/ler/assistir certas coisas porque eu indiquei (o que raramente acontece, pra ser sincera HAHA), ou cita algo que eu disse por concordar. Momentos raros de prazer *_*

4. Lembranças;

Adoro quando lembram. De qualquer coisa. Isso mostra que o acontecimento marcou de alguma forma, boa ou ruim. Gosto que lembrem do meu aniversário sem eu ter que ficar falando sobre isso a semana inteira. Me chateia quando eu conto alguma coisa pra alguém, e dali a alguns dias eu volto a tocar no assunto e a pessoa não lembra. É tão bom num reencontro, a pessoa diz: "Nooossa, Manu, lembra daquela vez que blá blá blá?". Eu lembro, eu sempre lembro! E é tão bom poder lembrar! Sei que certas coisas a gente devia esquecer, mas eu não abro mão de memórias assim tão facilmente... mesmo as ruins. Eu gosto de remoê-las.

5. Sair só pra tomar sorvete;

Faz a caminhada valer a pena. Com a irmã, com os amigos, pra dar risada, pra não falar nada que preste, passear na rua e pagar mico, passar vergonha. Nunca vou crescer enquanto pensar assim, mas nesse ponto não pretendo crescer, mesmo.

Estes itens resumem tudo de forma simples. É fácil, né?
E mesmo assim, tem gente que consegue estragar meu dia...

Postagens mais visitadas deste blog

O Dia dos Namorados e a visão de romance por uma assexual arromântica

Vejo que isso vem mudando lentamente, mas, como regra geral, todo mundo é naturalmente criado e tratado como heterossexual (e, consequentemente, heterorromântico). Eu, claro, cresci com essa absoluta certeza e não questionei isso até meados dos meus 20 anos. Até então, achei que eu só era mais "devagar" pra certas coisas, mesmo. Mas vamos ter que voltar um pouco e compartilhar informação demais.
Como expliquei na página de educação e visibilidade, o fato das orientações sexual e romântica serem coisas separadas e muitas vezes não serem correspondentes é o que mais confunde quem demora a "sair do armário". Eu mesma ainda me vejo questionando ambas, embora esteja convencida de que estou, ao menos, em algum espectro de ambas (confira a página mencionada). Não posso falar por todos os assexuais arromânticos porque, obviamente, cada pessoa é diferente da outra e as coisas são diferentes pra todo mundo. Então vou falar por mim.
Embora só tenha percebido isso recentement…

... e ainda mais livros interativos!

2014 está sendo um ano muuuito esquisito... Não sei se tá todo mundo com essa impressão, ou se eu só estou prestando atenção nas coisas esquisitas, mesmo.
De qualquer forma, comentei em alguma postagem anterior sobre a necessidade da terapia que não vou fazer, e como esses livros interativos que tanto estão na moda andam me ajudando a aguentar toda a esquisitice desse ano.
Depois de Destrua Este Diário, que não vou terminar, e Termine Este Livro, que já terminei, peguei outros dois lançamentos: Listografia, de Lisa Nola, e 1 Página de Cada Vez, de Adam J. Kurtz.


O Listografia eu havia visto pelo Pinterest e achei a proposta atrativa pra mim: listar a vida de acordo com os mais variados tópicos. Os temas vão desde coisas simples, como os lugares em que você já morou, o nome de todos os animais de estimação que você já teve, seus programas de TV favoritos, as cidades que você conhece, até assuntos mais reflexivos, como as coisas sobre você que quase ninguém sabe, seus maiores atos de b…

As curiosas origens de 4 famosos jogos de tabuleiro

Adaptado do artigo original do Mental Floss.



Jogos de tabuleiro são uma forma de entretenimento criada pelos egípcios há 5 mil anos e nunca saíram de moda, mesmo que atualmente tenham sido adaptados em vídeo games ou jogos para o celular. Aqui vão as origens de alguns dos sucessos mundiais favoritos:

Monopoly / Banco Imobiliário

Embora seja considerado um jogo que glorifica o capitalismo (tendo sido banido de países como a China e a antiga União Soviética), este clássico foi inventado para representar justamente a ideia oposta. A americana Elizabeth Magie era ativista contra o pagamento de impostos imobiliários, no fim do século 19. Segundo ela e outros simpatizantes, deveria haver apenas um imposto de propriedade, diminuindo assim a diferença de riqueza entre os senhorios e os inquilinos. Para demonstrar de uma maneira fácil como as coisas aconteciam na época, Lizzie patenteou, em 1904, um jogo chamado The Landlord's Game ("O jogo do senhorio"), cujo objetivo era acumula…