Pular para o conteúdo principal

OFF

Não ia postar hoje,

Mas fui acordada pela minha professora de alemão com uma notícia totalmente dispensável, mas enfim. O Centro de Línguas da Fesurv, onde eu estudava alemão e francês, fechou. Poucos alunos e os poucos que tinha ainda não estavam cumprindo seus deveres de bons alunos (como pagar as mensalidades ou fazer as provas dentro dos prazos). O que acontece agora? Parece que teremos que comparecer lá no mês que vem e fazer uma prova para podermos receber nosso diploma de curso incompleto :)

Agora eu vou dizer uma coisa,

Falta de responsabilidade é uma merda. Se você não tá nem aí com a sua vida e suas obrigações, outras pessoas estão, e a SUA falta de responsabilidade não prejudica só VOCÊ, ser acéfalo.

Ao invés de aproveitarem a oportunidade de poder fazer um (ou mais) curso(s) de línguas por um preço muito mais acessível do que o absurdo que cobram nas outras escolas, acham que isso é motivo pra não levar à sério. Agora por causa de atitudes egoístas, gente como eu e outras pessoas que realmente estavam levando à sério tem que dar um jeito de poder continuar. Bem legal, isso, obrigada por me tirarem a única coisa que me dava ânimo, nos últimos meses.

Bom,

A professora de alemão já disse que poderá continuar nos ensinando com aulas particulares, pelo mesmo preço, já que já passamos da metade do curso e não seria justo parar agora. Ainda não tive notícia da professora de francês, mas não tenho certeza se ela vai querer fazer o mesmo, porque ela dá aula em outras escolas e provavelmente não terá tempo/vai preferir que continuemos em outro lugar.

De qualquer forma, por um bom tempo tudo o que terei como resultado de toda minha dedicação à aprendizagem de línguas vão ser dois certificados de cursos incompletos. Como se eu fosse como os Saukerle que causaram tudo isso. Muito obrigada por me tirarem isso, Arschlöcher.

Und fick dich, tô de mau-humor.

Postagens mais visitadas deste blog

O Dia dos Namorados e a visão de romance por uma assexual arromântica

Vejo que isso vem mudando lentamente, mas, como regra geral, todo mundo é naturalmente criado e tratado como heterossexual (e, consequentemente, heterorromântico). Eu, claro, cresci com essa absoluta certeza e não questionei isso até meados dos meus 20 anos. Até então, achei que eu só era mais "devagar" pra certas coisas, mesmo. Mas vamos ter que voltar um pouco e compartilhar informação demais.
Como expliquei na página de educação e visibilidade, o fato das orientações sexual e romântica serem coisas separadas e muitas vezes não serem correspondentes é o que mais confunde quem demora a "sair do armário". Eu mesma ainda me vejo questionando ambas, embora esteja convencida de que estou, ao menos, em algum espectro de ambas (confira a página mencionada). Não posso falar por todos os assexuais arromânticos porque, obviamente, cada pessoa é diferente da outra e as coisas são diferentes pra todo mundo. Então vou falar por mim.
Embora só tenha percebido isso recentement…

... e ainda mais livros interativos!

2014 está sendo um ano muuuito esquisito... Não sei se tá todo mundo com essa impressão, ou se eu só estou prestando atenção nas coisas esquisitas, mesmo.
De qualquer forma, comentei em alguma postagem anterior sobre a necessidade da terapia que não vou fazer, e como esses livros interativos que tanto estão na moda andam me ajudando a aguentar toda a esquisitice desse ano.
Depois de Destrua Este Diário, que não vou terminar, e Termine Este Livro, que já terminei, peguei outros dois lançamentos: Listografia, de Lisa Nola, e 1 Página de Cada Vez, de Adam J. Kurtz.


O Listografia eu havia visto pelo Pinterest e achei a proposta atrativa pra mim: listar a vida de acordo com os mais variados tópicos. Os temas vão desde coisas simples, como os lugares em que você já morou, o nome de todos os animais de estimação que você já teve, seus programas de TV favoritos, as cidades que você conhece, até assuntos mais reflexivos, como as coisas sobre você que quase ninguém sabe, seus maiores atos de b…

As curiosas origens de 4 famosos jogos de tabuleiro

Adaptado do artigo original do Mental Floss.



Jogos de tabuleiro são uma forma de entretenimento criada pelos egípcios há 5 mil anos e nunca saíram de moda, mesmo que atualmente tenham sido adaptados em vídeo games ou jogos para o celular. Aqui vão as origens de alguns dos sucessos mundiais favoritos:

Monopoly / Banco Imobiliário

Embora seja considerado um jogo que glorifica o capitalismo (tendo sido banido de países como a China e a antiga União Soviética), este clássico foi inventado para representar justamente a ideia oposta. A americana Elizabeth Magie era ativista contra o pagamento de impostos imobiliários, no fim do século 19. Segundo ela e outros simpatizantes, deveria haver apenas um imposto de propriedade, diminuindo assim a diferença de riqueza entre os senhorios e os inquilinos. Para demonstrar de uma maneira fácil como as coisas aconteciam na época, Lizzie patenteou, em 1904, um jogo chamado The Landlord's Game ("O jogo do senhorio"), cujo objetivo era acumula…