Pular para o conteúdo principal

Mondays, man I hate mondays ♪

Tava louca pra fazer logo esse post, mas só agora terminei!

Acredito que vocês já devam ter reparado no diabão cool que eu coloquei ali no menu, ao lado direito da página. Fiquei doida quando achei, pois este GIF foi tirado de um dos quadros de humor mais engraçados que eu já vi!!

Alguns de vocês já devem ter ouvido falar de um programa de TV americano chamado "Saturday Night Live". É um programa de entretenimento que passa todos os sábados à noite, ininterruptamente, desde 1975; com seus quadros humorísticos, convidados especiais e uma apresentação musical por semana. Este programa lançou muitos dos atores de comédia que conhecemos hoje em dia, como Adam Sandler e Will Ferrell.

Pois bem, este quadro em questão chama-se "Devil Music", foi apresentado em 1999, com Will Ferrell no papel de Lúcifer (irreconhecível) e o cantor country Garth Brooks como Milo Jenkins. Este episódio conta a história de Milo Jenkins, um músico que perdeu o emprego e precisa desesperadamente compor uma música de sucesso. Pra isso, ele acaba recebendo a "ajuda" do próprio capeta. Veja o vídeo:

Nota: custei a encontrar esse vídeo na internet, já que o conheço pelo DVD que comprei. Por isso só achei esta versão sem legendas - MAS, não se desespere! Manu traduziu tudo pra você :)



Fiquei um bom tempo traduzindo os diálogos pra ficar mais fácil de vocês entenderem... Vai ficar meio ruim de ler e acompanhar o vídeo, mas vocês que sabem se querem ler ou ver o vídeo antes. Vale a pena, de qualquer forma, nem que tenha que ver duas vezes xD

*Milo tentando compor*

- Deus, não.

*a mulher chega*

- Por que você não está no trabalho?
- Oi amor... Ahn, venha aqui, vou tocar uma música para você.
- Por-que-não-está-no-trabalho?
- Fui despedido.
- O QUÊ?
- Não preciso daquele emprego idiota! ESTE é o que eu quero.
- Você é patético, Milo. Você é um perdedor sem talento. Não vou mais sustentar você! Me avise quando ganhar um Grammy... palhaço.

*vai embora batendo a porta*

- Ótimo! Ótimo, vá embora! Você vai ver! Eu vou ser grande! Você vai ver... Vou ser um grande perdedor. Não vou a lugar algum sem uma boa música. Cara, eu venderia minha alma por um hit!

*entrada triunfal do capeta*

- Eu sou Lúcifer! Eu ouvi seu pedido, e ele será atendido! Você, Milo Jenkins, realmente deseja entregar sua alma a mim, em troca do sucesso que almeja?
- Ahn, sim senhor, eu quero. Se eu tiver uma música de sucesso as coisas já ficarão boas.
- Será feito.

*pacto*

- Agora, alma perdida, abra as ideias e mate sua sede com a música que fará os reis caírem de joelhos e vai fazer os oceanos ferverem! Veja a música que vai levá-lo ao topo das paradas!
- Está bem...

*1ª música*

- "Tem um cara chamado Fred, e ele tem umas botas... uuh, Fred tem botas! Leia o aviso, mas ele tem asas, Fred tem botas no boulevard...". Espere um pouco, está desafinada.
- Olha, não quero ofender, mas isso foi uma droga.
- EU DISSE que a guitarra estava desafinada!
- Desculpe.
- Não foi minha culpa!
- Está bem.
- A música do Fred é um sucesso! Mas, tudo bem. Vamos lá, vou te mostrar outra. A obra-prima da Fender, das profundezas do inferno!

*2ª música*

- "Segundas, cara eu odeio segundas, elas fazem eu me sentir entediado. Fim de semana, espero pelo fim de semana! Oh-ho-ho-ho-ho-ho!". Filha da mãe! Tem humanos aqui? A guitarra não fica afinada!
- Que guitarra é essa, cara?
- É uma mistura infernal dos ossos de tarados, e de pecados de ladrões e gulosos! *risada maligna* ... É uma Fender.
- Talvez devêssemos cancelar o acordo, porque me parece que não está indo muito bem...
- Oh, é mesmo? *trovões* Então de onde veio isto?

*dedilhado desafinado*

- Aham! Aham! Vamos ver a próxima!

*3ª música*

- "Zorcus, porcus, não consigo meu amor de volta... E estou ficando louco!!"
- O que foi isso?!
- Tudo bem, espere... Vou improvisar uma. Vou deixar fluir.

*4ª música*

- "O carro veloz, na estrada, na estrada do litoral, senhor Robotron". Ok, não é boa, preciso ir em frente. Se importa se eu me sentar?
- Não, fique à vontade.
- Não posso ser tão crítico, tem que sair da minha cabeça. Simplesmente.

*5ª música*

- "Ei você, você é um cara legal, coloque seus sapatos, ei você..."
- Tá, espere aí, isso é uma música do Smash Mouth. Você mudou a letra.
- Não mudei, não. É assim, "ei você..." - Ah, dá um tempo, isso é difícil!
- Obrigado, mas o público continua esperando. Então acho melhor eu tentar, me sinto mais à vontade.
- Sabe o que me atrapalha? O acorde F. Machuca meus dedos.
- É difícil, senhor Diabo. E tem mais uma, está tarde... Acho melhor você ir. Então...
- Espere, espere! Acho que consegui! Lá vou eu.

*beat box*

- "Sou o Diabo, vim pra ficar! Sou o rapper mais cruel dos EUA, meus manos e minhas minas dizem ooh-ho..."

*silêncio constrangedor*

- Ok, vou embora, estou envergonhado. Sinto muito.
- Tudo bem, acontece.
- Estou cansado, posso sair pela porta da frente?
- Claro, só feche quando sair.
- Tudo bem. Cuide-se!
- Você também.

*diabo vai saindo, cantarolando*

- "Cuide dela... Ela é a minha garota, e é o que eu digo..." - Ei! Isso podia...?
- Não.
- Não... desculpe. Estou indo.
- Ok.

*Milo se senta*

- O diabo não sabe escrever canções de amor... Ei!

*inspiração*

- "Oh, o diabo nunca conseguiria escrever canções de amor... Não importaria o quanto ele tentasse, porque o diabo nunca teve coração, e o diabo vai chorar..."

FIM :D

.

Um dia quero ver se acho um hilário do Adam Sandler. Vocês precisam aprender a cantar o hino Red Hooded Sweatshirt xD

.

p.s.: mais alguém reparou que o capeta é canhoto? UHAUh

Postagens mais visitadas deste blog

O Dia dos Namorados e a visão de romance por uma assexual arromântica

Vejo que isso vem mudando lentamente, mas, como regra geral, todo mundo é naturalmente criado e tratado como heterossexual (e, consequentemente, heterorromântico). Eu, claro, cresci com essa absoluta certeza e não questionei isso até meados dos meus 20 anos. Até então, achei que eu só era mais "devagar" pra certas coisas, mesmo. Mas vamos ter que voltar um pouco e compartilhar informação demais.
Como expliquei na página de educação e visibilidade, o fato das orientações sexual e romântica serem coisas separadas e muitas vezes não serem correspondentes é o que mais confunde quem demora a "sair do armário". Eu mesma ainda me vejo questionando ambas, embora esteja convencida de que estou, ao menos, em algum espectro de ambas (confira a página mencionada). Não posso falar por todos os assexuais arromânticos porque, obviamente, cada pessoa é diferente da outra e as coisas são diferentes pra todo mundo. Então vou falar por mim.
Embora só tenha percebido isso recentement…

... e ainda mais livros interativos!

2014 está sendo um ano muuuito esquisito... Não sei se tá todo mundo com essa impressão, ou se eu só estou prestando atenção nas coisas esquisitas, mesmo.
De qualquer forma, comentei em alguma postagem anterior sobre a necessidade da terapia que não vou fazer, e como esses livros interativos que tanto estão na moda andam me ajudando a aguentar toda a esquisitice desse ano.
Depois de Destrua Este Diário, que não vou terminar, e Termine Este Livro, que já terminei, peguei outros dois lançamentos: Listografia, de Lisa Nola, e 1 Página de Cada Vez, de Adam J. Kurtz.


O Listografia eu havia visto pelo Pinterest e achei a proposta atrativa pra mim: listar a vida de acordo com os mais variados tópicos. Os temas vão desde coisas simples, como os lugares em que você já morou, o nome de todos os animais de estimação que você já teve, seus programas de TV favoritos, as cidades que você conhece, até assuntos mais reflexivos, como as coisas sobre você que quase ninguém sabe, seus maiores atos de b…

As curiosas origens de 4 famosos jogos de tabuleiro

Adaptado do artigo original do Mental Floss.



Jogos de tabuleiro são uma forma de entretenimento criada pelos egípcios há 5 mil anos e nunca saíram de moda, mesmo que atualmente tenham sido adaptados em vídeo games ou jogos para o celular. Aqui vão as origens de alguns dos sucessos mundiais favoritos:

Monopoly / Banco Imobiliário

Embora seja considerado um jogo que glorifica o capitalismo (tendo sido banido de países como a China e a antiga União Soviética), este clássico foi inventado para representar justamente a ideia oposta. A americana Elizabeth Magie era ativista contra o pagamento de impostos imobiliários, no fim do século 19. Segundo ela e outros simpatizantes, deveria haver apenas um imposto de propriedade, diminuindo assim a diferença de riqueza entre os senhorios e os inquilinos. Para demonstrar de uma maneira fácil como as coisas aconteciam na época, Lizzie patenteou, em 1904, um jogo chamado The Landlord's Game ("O jogo do senhorio"), cujo objetivo era acumula…