14/06/2010

MÉTS MÓDAFOCA!

Matt "McCall" Freeman, nascido Roger Matthew Freeman (eu sempre rio quando lembro que o nome dele é Roger, que retardada, HUAHAUh). Se o nome não te dá um clique, significa que eu não fui insistente o suficiente no assunto: sem o Matt, o Rancid nao existiria. okbjs;*



Quando eu fiz a bio do Tim Armstrong, no ano passado, falei brevemente sobre o Matt, sobre como ele salvou a vida do Tim e montou o Rancid pro Tim ter com o que distrair a cabeça fazendo o que mais gosta. Os dois são amigos de infância, desde os 5 anos de idade (se hoje o Matt está fazendo 44 anos, isso significa 39 anos de amizade!), e antes ainda do Rancid, participaram juntos da lendária Operation Ivy.

Bom, cortando a história, Matt é o baixista do Rancid, mas sabe tocar muitos outros instrumentos, além de também cantar em algumas das músicas (o seu vocal é bem rasgado). Muitas das músicas do Rancid tem solos de baixo tocados agilmente por Matt, e que ao vivo se tornam até mais acelerados. O mais notável é em Maxwell Murder, onde o solo é sempre improvisado e extendido (e é de onde eu tirei o título do post; durante o solo podemos ouvir ao longe Lars dizendo as célebres palavras, haha). A linha de baixo do Rancid é bem marcante; eu pelo menos sempre identifico uma música deles assim que ouço o baixo.

Em 2004, foi chamado de última hora pra tocar com o Social Distortion durante a turnê, visto que o Rancid estava de folga. Em 2005 foi diagnosticado com um câncer de pulmão, mas que foi tratado a tempo e não se tornou maligno. Parou de fumar e, pra manter as mãos ocupadas, acabou aprendendo a tocar mandolim (nas suas palavras, "o baixo era muito grande pra ficar carregando pra lá e pra cá").

Matt é casado e se não me engano tem dois filhos, Tim é padrinho de um deles :)


solando em Maxwell Murder, eu sei que você quer ver ;)


Melhores citações:

• Sobre tocar com o Social Distortion e a reação dos amigos do Rancid:
"Eles ficaram realmente chocados. O Tim disse: "Você tem que fazer isso, cara", e Bret [Reed, baterista original do Rancid] ficou mesmo chocado, e o Lars na verdade estava em turnê [com sua banda paralela Lars Frederiksen & The Bastards], e ele sempre foi um grande fã do Social Distortion, então fiz uma pegadinha com ele. Eu não falava com ele já tinha um ou dois dias, e daí ele me liga e diz, "E aí, o que você anda fazendo?" e eu só disse, "o Social Distortion me chamou pra tocar baixo com eles, mas eu disse pra eles que não". Daí houve aquele silêncio do outro lado, então ele disse, "Você tá falando sério?" e eu meio que "É cara, não quero fazer isso", quando de repente ele começa a gritar, "VOCÊ TÁ DOIDO? LIGUE PRA ELES DE VOLTA!". Então eu disse pra ele que eu tinha aceitado. Lars ficou mesmo chocado, e ele até veio ver alguns shows em Sacramento e parecia uma criancinha. Foi mesmo muito bom."

• Sobre sua memória:
"Eu sou muito ruim. Eu erro até os nomes das nossas próprias músicas o tempo todo. Eu dou o meu próprio título pra elas. Vou lá no microfone e digo: "Nós vamos tocar Crucify!" - "Disorder and Disarray, Matt" - "Ah sim, Disorder and Disarray!"

• A melhor resposta:
Site Wonka Vision: Eu percebi que vocês estão colocando bastante reggae no álbum novo. Andam fumando uma erva, é?
Freeman: Nós não fumamos maconha; fazíamos isso aos 16 e era terrível.


2 comentários:

  1. Hahah, tava rindo aqui sozinho dessa história do Social Distorcion.

    Realmente Matt merece todo o credito no Rancid. Além de ser o responsável pela existência da banda (aliás, só fui saber disso naquele teu post do Tim) é um monstro com o baixo. E eu nunca tinha conseguido decifrar que o Lars fala isso durante o solo de baixo em Maxwell Murder.

    Eh..bem que você disse que ia se redimir por ter preterido o Rancid na sua lista. Mandou bem garota, tem a manha nestes posts biográficos. =D

    ResponderExcluir

Bom senso, respeito e educação são esperados e sempre bem-vindos nos comentários. Obrigada pela visita!