Pular para o conteúdo principal

-

Por aqui:

Eu ia deixar pra contar quando estivesse oficialmente contratada, com a carteira assinada e tudo o mais, mas pra variar fiquei empolgada e decidi contar antes. Última vez que me empolguei com uma boa notícia, deu tudo errado depois de pouco mais de um mês, então tenho meus motivos pra não querer me empolgar de novo. Finalmente consegui um emprego, comecei nesta quinta-feira. Não tem a ver com a minha formação, mas a bem da verdade, acho que nem faço questão de trabalhar com Biologia.

Teve gente que não entendeu por que eu não quis contar na hora. A minha intenção inicial, sobre essas pessoas, era entrar no MSN no fim de semana, com calma, e contar todos os detalhes. Porém, analisando reações, vi que não valia a pena tentar. As únicas pessoas que merecem "exclusividade" da notícia são meus pais e minha irmã, porque é só pra eles que isso vai mudar alguma coisa; então não vejo qual foi o grande problema em contar a novidade pra todo mundo ao mesmo tempo. Também não tive tempo de contar nada na hora, já que foi literalmente da noite pro dia.

De qualquer forma, tô bem e tô feliz. Me sentindo finalmente útil, tendo novamente uma rotina a seguir e horários a cumprir. Finalmente poderei ajudar a família e conseguir as pequenas coisas que me animam tanto. Nunca tive grandes ambições, tanto que não reclamo por não ter conseguido um emprego à altura do meu diploma. Pela primeira vez na vida consegui um trabalho remunerado, e um salário mínimo pra mim tá louco de bom pra essa fase tenebrosa que a gente tá passando. Podia jurar que a notícia teria uma recepção calorosa da parte daqueles que acompanham essa agonia há quase dois anos, mas até os velhos como eu ainda se enganam. Enfim, graças a Deus não ando mais tendo muito tempo pra me preocupar com isso, também.

No mais, outra boa parte nisso é que meus fins de semana serão finalmente valorizados. Ontem fui brincar de fazer stencil em camiseta e ficou um lixo, mas acho que dá pra usar. Já sei onde errei e logo tento de novo. Depois fomos ao cinema ver a primeira parte do último Harry Potter e chorar muito. Fazer o que, tô há uns 10 anos acompanhando a tragédia pessoal desse guri... E hoje, domingo, chorarei o que sobrou assistindo Paul Macca na tevê. Bom show a quem vai (foi, se já passou), chorem, riam, se emocionem, tirem fotos, filmem, e por favor não me contem como foi.

Bis bald.

(post sem imagem porque sim)

Postagens mais visitadas deste blog

O Dia dos Namorados e a visão de romance por uma assexual arromântica

Vejo que isso vem mudando lentamente, mas, como regra geral, todo mundo é naturalmente criado e tratado como heterossexual (e, consequentemente, heterorromântico). Eu, claro, cresci com essa absoluta certeza e não questionei isso até meados dos meus 20 anos. Até então, achei que eu só era mais "devagar" pra certas coisas, mesmo. Mas vamos ter que voltar um pouco e compartilhar informação demais.
Como expliquei na página de educação e visibilidade, o fato das orientações sexual e romântica serem coisas separadas e muitas vezes não serem correspondentes é o que mais confunde quem demora a "sair do armário". Eu mesma ainda me vejo questionando ambas, embora esteja convencida de que estou, ao menos, em algum espectro de ambas (confira a página mencionada). Não posso falar por todos os assexuais arromânticos porque, obviamente, cada pessoa é diferente da outra e as coisas são diferentes pra todo mundo. Então vou falar por mim.
Embora só tenha percebido isso recentement…

... e ainda mais livros interativos!

2014 está sendo um ano muuuito esquisito... Não sei se tá todo mundo com essa impressão, ou se eu só estou prestando atenção nas coisas esquisitas, mesmo.
De qualquer forma, comentei em alguma postagem anterior sobre a necessidade da terapia que não vou fazer, e como esses livros interativos que tanto estão na moda andam me ajudando a aguentar toda a esquisitice desse ano.
Depois de Destrua Este Diário, que não vou terminar, e Termine Este Livro, que já terminei, peguei outros dois lançamentos: Listografia, de Lisa Nola, e 1 Página de Cada Vez, de Adam J. Kurtz.


O Listografia eu havia visto pelo Pinterest e achei a proposta atrativa pra mim: listar a vida de acordo com os mais variados tópicos. Os temas vão desde coisas simples, como os lugares em que você já morou, o nome de todos os animais de estimação que você já teve, seus programas de TV favoritos, as cidades que você conhece, até assuntos mais reflexivos, como as coisas sobre você que quase ninguém sabe, seus maiores atos de b…

As curiosas origens de 4 famosos jogos de tabuleiro

Adaptado do artigo original do Mental Floss.



Jogos de tabuleiro são uma forma de entretenimento criada pelos egípcios há 5 mil anos e nunca saíram de moda, mesmo que atualmente tenham sido adaptados em vídeo games ou jogos para o celular. Aqui vão as origens de alguns dos sucessos mundiais favoritos:

Monopoly / Banco Imobiliário

Embora seja considerado um jogo que glorifica o capitalismo (tendo sido banido de países como a China e a antiga União Soviética), este clássico foi inventado para representar justamente a ideia oposta. A americana Elizabeth Magie era ativista contra o pagamento de impostos imobiliários, no fim do século 19. Segundo ela e outros simpatizantes, deveria haver apenas um imposto de propriedade, diminuindo assim a diferença de riqueza entre os senhorios e os inquilinos. Para demonstrar de uma maneira fácil como as coisas aconteciam na época, Lizzie patenteou, em 1904, um jogo chamado The Landlord's Game ("O jogo do senhorio"), cujo objetivo era acumula…