17/12/2010

A última gangue da cidade.

Este mês dá pra comemorar um monte de coisas relacionadas ao The Clash. 31 anos do lançamento do clássico London Calling (um dos meus álbuns favoritos de todos os tempos); 30 anos do lançamento do também clássico Sandinista!; e o aniversário de 55 anos do baixista e co-fundador da banda, Paul Simonon, no dia 15.

Dezembro teria tudo pra ser o mês do The Clash, não fosse pelo porém do dia 22... Quando o frontman Joe Strummer morreu.



O London Calling já é figurinha carimbada aqui no blog. Vejam o post especial que fiz no ano passado.


Sandinista! foi o quarto álbum do Clash, lançado em formato de LP triplo e vendido (na época), a pedido da banda, pelo preço de um simples. A decisão, obviamente, não foi do agrado da gravadora, que aceitou a proposta desde que a banda concordasse em não receber um centavo das vendas do disco. E eles concordaram.

À esquerda, com o Clash (1980); à direita, com o The Good, The Bad and The Queen (2007)
Paul Gustave Simonon, baixista do Clash do começo até o fim dos dias (ei, é ele ali, na capa do London Calling). Nasceu e foi criado em Brixton, subúrbio pobre e violento da Inglaterra, onde teve bastante contato com a cultura Jamaicana e desenvolveu paixão pelo ska e pelo reggae, que foram presença constante na sopa cultural que foi a obra do Clash. Quando a banda acabou, Paul retornou ao plano original, que era ser pintor, e era o que estava fazendo até 2007, quando foi chamado para integrar o The Good, The Bad and The Queen. Atualmente, ele e Mick Jones (que foi guitarrista do Clash), tocam em turnê com o Gorillaz.


E, sobre o Joe... Já fiz post sobre ele. Mas farei outro, mais perto da triste data. Não vou conseguir deixar passar em branco.