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O ano que foi

Esse post já estava todo escrito há um tempo, mas decidi vir aqui e reescrevê-lo, de última hora. Tava longo, chato e reclamão. Ele vai continuar reclamão, mas um pouco mais resumido, ha.


2011 foi um ano de certas mudanças, como é inevitável, mas exatamente a mesma coisa de todo ano, em essência. O diferente é que meu avô veio morar com a gente; o igual é que eu fui pra SP (tradição de ano ímpar), mesmo sem show, por conta de uma promessa que eu havia feito. Os 'acontecimentos marcantes', por assim dizer, não foram exatamente os melhores, mas aconteceu coisa boa também, como a mudança de emprego que eu já comentei anteriormente por aqui.

Diferentemente dos anos anteriores, não vou traçar metas para o ano que vem. As minhas metas não costumam ser alcançadas, e olha que eu nunca fui de traçar planos impossíveis ou improváveis. Mesmo tendo todas as ferramentas na mão, alguma coisa acontece e arranca tudo de mim. Então, pro ano que vem, vou 'deixar a vida me levar'. É como um desafio pra vida, saber se ela pode me dar surpresas boas, também. Pretendo continuar trabalhando, isso é óbvio, e ver no que isso vai dar.



Quero aproveitar o meu espaço e dizer mais uma coisa. Eu sei que é triste como a gente volta e meia se vê obrigado a aguentar gente ruim pra manter uma 'amizade' que julgamos indispensável. Mas vou dizer pra vocês: nós não somos obrigados. E, se eu puder dar um conselho aos meus leitores: afastem-se dessas amizades que fazem mais mal do que bem. Eu nunca tive muita facilidade pra fazer amigos, e por isso eu sempre me vi envolvida com gente maldosa só pra não me sentir sozinha. Garanto pra vocês que se sentir sozinha é muito melhor do que se sentir usada. Por isso, quero agradecer às pessoas que saíram da minha vida, este ano. Elas nunca vão saber o alívio que me deram por perceber isso e saber que eu posso viver sem elas, afinal de contas.

Um beijo com carinho a todos os amigos distantes que me acompanharam por mais um ano! E um 2012 melhor pra todos nós.

-Manu

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