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Mostrando postagens de 2012

Relatório de Leitura de 2012

(atualizado 31/12)

Bom.
Isso vai ser meio...
... extenso.


Achei que ia ser difícil conseguir bater o recorde do ano passado, de 41 livros; mas, incrivelmente, a proeza foi superada: este ano devorei 59 livros. (se acham que é muito, tenham em mente que alguns deles cheguei a ler duas vezes. E, ah, a quase centena de HQs não está incluída no post.)
E este ano foi super empolgante, nesse sentido (só nesse, aliás, haha), porque li muitos livros deliciosos e é por isso que esse post vai ser tenso de fazer, porque vou meio que querer falar de todos ;( Mas vou fazer o possível pra não ser pedante.

Não sei nem que critério vou usar pra postá-los aqui, socorro.
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Se lembram quando eu disse, no ano passado, que o meu método de leitura era ir pegando os livros na ordem em que eles estivessem na estante, salvo quando a gente comprava algum que eu estivesse com pressa de ler? Esse ano a gente comprou TANTO livro que eu só consegui ler 4 seguindo o método da estante, HAHAHAHHAHAH
Como eu havia par…

HCtZ: Top Álbuns 2012

Esse post vai ter um monte de vídeos, estão avisados.
Achei que não ia conseguir juntar álbuns suficientes pra esse post, mas não é que deu?
Este ano não fui a nenhum dos shows que queria ir (e isso incrivelmente não me deprime mais); não sei quais acontecerão no ano que vem porque também não irei a eles.
O ano marcou a volta de algumas das bandas que eu gosto, como o Garbage e o Refused (que voltou só pra terminar de novo em seguida), o hiato de outras, e o fim de outras ainda, como o Westlife. Também foi o ano da morte de divas como a Etta James, a Whitney Houston e a Donna Summer, e tantos outros membros de bandas clássicas (e contemporâneas).
De tudo o que foi lançado esse ano, ouvi pouco. Mas lá vão meus escolhidos, sem ordem de preferência:
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Reel Big Fish Candy Coated Fury
Fiquei muitos meses sem conseguir ouvir Reel Big Fish (que vocês sabem ser uma das minhas bandas favoritas) sem associar a banda a um monte de coisas chatas que aconteceram em relação a eu não ter podido ir a…

Cover: "Total Eclipse of the Heart"

"Nuss Manu, não tinha música mais coxinha pra escolher?"
Meus amigos, essa não é apenas mais uma balada coxinha dos anos 80. Se desviarmos a atenção do desespero da Bonnie Tyler e do clipe bizarríssimo (que foi filmado num hospício, aliás), veremos que a letra é, na verdade, bem boa.

"WE'RE LIVING IN A POWDER KEG AND GIVING OFF SPARKS!" ("estamos vivendo num barril de pólvora e soltando fagulhas" - FALA SÉRIO!)
Ou sou eu que tô curtindo balada coxinha dos anos 80 mesmo, o que eu até posso admitir. E, ainda melhor pra minha cara, tô curtindo balada coxinha dos anos 80 na versão de uma boyband!!
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Esse clássico das power ballads foi composto por Jim Steinman (que também compôs outras baladas de sucesso, tanto da Bonnie Tyler quanto de outros artistas. Ele também é produtor e cuida da trilha sonora de muitos³ filmes - procurem) em 1982. Estourou em primeiro lugar nas paradas em 1983, interpretado por Bonnie Tyler.

A canção vem recebendo versões desde entã…

Clichês da TV e do Cinema Que Você Nunca Verá na Vida Real

Adaptação porca do artigo original no Mental Floss, olhem lá que é melhor.
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Clorofórmio:

Cena clássica nos filmes de suspense, o vilão chegando por trás com um lenço encharcado de clorofórmio na intenção de desmaiar alguém. Na prática, não é assim tão fácil nocautear alguém com clorofórmio: a substância perde rapidamente seu poder ativo assim que entra em contato com o oxigênio (ou seja, não dá pra ficar escondido atrás da porta segurando um lenço encharcado até a vítima aparecer). E, pra melhorar, o clorofórmio não faz efeito na hora: dependendo de fatores como o tamanho e peso da vítima, pode levar até 10 minutos para que ela desmaie.

Cair atravessando vidros:

Aí o mocinho se joga pela janela do décimo quinto andar, cai em pé e sai andando, e tudo o que ele exibe é um cortezinho charmoso na maçã do rosto. Tirando os absurdos como não quebrar ao menos meia dúzia de ossos, o fato de atravessar vidros dessa forma não poupa a pele de ninguém. Estilhaços de vidro cortam tecidos com facil…

Domingo DIY: Stencil

Alguns aspectos do que vou ensinar aqui hoje vão meio que contra a maioria das técnicas que vocês encontrarão pela internet, mas, acreditem, já tentei de TODAS e a maioria foi um grande fiasco, pra mim. Eu nunca admito que não levo jeito pras coisas, então adaptei alguns passos de forma que funcionassem satisfatoriamente pra mim. Acredito que devam funcionar pra outras pessoas, também.
Ando me aventurando com stencil há uns anos, e acho que até hoje nunca fiz um que tivesse ficado bem-feito o suficiente. O de hoje também não ficou, mas olhem a minha cara de quem tá ligando (bom, imaginem a minha cara de quem tá ligando). Alguns deles são:


Cliquem pra aumentar. Essa do Dalek, à esquerda, tem "Exterminate!" escrito em vermelho, embaixo.


Hoje, finalmente peguei aquela mochila preta sem graça e resolvi fazer algo a respeito - tipo colocar o emblema da USS Enterprise. Pra brincar com stencil em tecido, você vai precisar de:



- o objeto a ser pintado (OH REALLY) - o desenho a ser pin…

"Assiste a 16 séries (provavelmente não dorme)"

Há uns meses, fiz um post apresentando as séries que estava acompanhando no momento. Algumas ainda acompanho, outras já terminei. De lá pra cá, comecei a acompanhar outras, então acho que já está na hora de atualizar a lista. Não vou repetir as que já postei, então aqui vão as que comecei a ver depois (em ordem alfabética):

Fringe


A agente do FBI Olivia Dunham se vê envolvida numa série de casos, maior do que jamais sonharia em lidar. Quando seu parceiro (e também companheiro) John Scott foi morto em serviço, logo descobriu-se que ele era um agente duplo - trabalhando simultaneamente num caso suspeitíssimo que inclui traição à tudo o que deveria honrar. A partir daí, a agente Dunham foi escalada pelo misterioso Phillip Broyles a trabalhar numa série de casos assustadores relacionados ao que o agente Scott fazia em segredo, que formam um Padrão ligado ao que eles chamam de Ciência de Borda (Fringe). Pra resumir a complexidade do caso, é como se o mundo fosse um grande laboratório…

Cover: "Nothing Compares 2 U"

Talvez essa seja mais uma daquelas que a gente conhece pelo cover de maior sucesso, sem saber que a original era de outra pessoa.
Nothing Compares 2 U é uma composição de Prince, e foi gravada pelo seu projeto paralelo The Family, em 1985. Na original, a canção é um dueto, e recebeu pouca atenção na época.



A música só foi ganhar notoriedade quando foi regravada pela cantora irlandesa Sinéad O'Connor, em 1989, e sua performance ultra sentimental garantiu que a música se tornasse um dos maiores hits dos anos 90, e é até hoje a versão mais celebrada. O vídeo da canção é um ícone à parte, especialmente pela cena (autêntica) de Sinéad chorando ao cantar os versos "All the flowers that you planted, mama/ in the back yard/ All died when you went away". A cantora afirmou que se lembrou da relação difícil que sempre teve com a mãe, então já falecida. Esse vídeo foi indicado e recebeu muitos prêmios (entre eles o de Vídeo do Ano, no VMA de 1990, e foi a primeira vez que uma mulher …