11/05/2013

"It's a Grasshopper Night... in Goiania"

Vocês que estão aqui desde 2010 provavelmente se lembram disso.

E disso (que levou ao desesperado isso).

E disso, também.

E ficaram carecas de acompanhar isso.

Pois então. Três anos de muita depressão depois, o Universo resolveu conspirar a favor dos desfavorecidos e trazer o Paul McCartney pra pertinho de mim, logo ali em Goiânia, e sem me cobrar os dois rins por isso. Era uma notícia boa demais pra ser verdade, e logicamente a recebi desconfiadíssima. E não deu outra: nem uma semana depois, a notícia foi desmentida.

Aí foi confirmada de novo, mas o show seria em uma segunda-feira.

(Sabem, segunda-feira, aquele dia místico da semana quando os seres humanos precisam trabalhar a fim de pagar coisas como ingressos de shows e viagens à capital.)

Já dada por vencida e amaldiçoando todas as coisas do mundo e fora dele, me conformei por perder a oportunidade novamente. Mas tenho a sorte de ter as chefes mais supimpas do mundo e, sem precisar conversar muito, fui (fomos, pois uma colega da escola também conseguiu!) liberada para ir realizar o sonho. :D

(É bom demais ser professora, minha gente)

imagem meramente ilustrativa das 47 mil pessoas no Serra Dourada na noite de 06/05/13


Eu ia fazer uma versão resumida aqui pros impacientes, mas não consegui, e juro que tentei. Então, aviso a quem não quer acompanhar tudo que pare por aqui e saiba que tudo valeu a pena e eu faria tudo de novo, sem hesitar por um segundo.


Pelo menos não tava fazendo aquele sol de torrar peles caucasianas. E nem chovendo. A espera de cinco horas na fila não foi tão sofrida, apesar de dever ter sido mais curta (os portões deveriam abrir às 17h30, mas Goiás e a Pontualidade têm uma relação bem difícil, então só abriram às 19h). Na espera, conhecemos uma galera muito bacana - alguns de outras cidades do estado, alguns de outros estados... Tinha até uma galera da Argentina por lá. Batemos um papo beatlemaníaco sobre as músicas e as pessoas, as teorias, as ansiedades. Algumas filas ao lado, estavam todos os ganhadores do concurso que o jornal local promoveu, valendo um ingresso para o show. Estavam fazendo algumas tomadas pro jornal, então acho que pediram pra galera cantar alguma coisa e eles, lógico, se empolgaram num NAAAAAAAANANANANANANA etc HEY JUDE que durou até HORAS (sem exagero) depois que a tomada já estava feita.

A "fila da pobreza", como carinhosamente batizada por nós, pagantes do ingresso mais modesto. Foto: Max Schwoelk


Perto da hora dos portões abrirem, porém, descobrimos que não podia entrar com comida, nem água (na real, nem com essas sombrinhas que o povo tinha comprado pra se proteger do sol), então fizemos um super piquenique com um monte de gente desconhecida (tinha uma senhora com um saco distribuindo broa de fubá pela fila, haha). Bom que comemos muitão, ruim que lá dentro tudo custava o triplo do preço (obviamente). Picolé a 3 reais, sanduíche natural a 10 reais, por que não? (Aliás, estava especificado de que era proibida a venda de qualquer tipo de alimento com carne, mas quem liga pra isso no Estado da Pecuária?!)

Já nas catracas fomos informados de que, por alguma razão muitíssimo obscura, também não podíamos entrar nem com canetas ou qualquer tipo de lápis. Ao ter minha bolsa revistada e ser brutalmente destituída de duas das minhas canetas favoritas, perco também minha carteira de identidade, que a essas horas deve estar chorando, sozinha, em algum lugar em Goiânia. sdd

Nossa distância do palco. Pelo menos lembrei de levar meus óculos.


Bom, procuramos um bom lugar nas arquibancadas, sentamos e esperamos pacientemente pelo show começar. Pouco antes de começar, chegou uma galera 420 (entendedores entenderão) e se instalou bem na nossa frente; sacaram os cigarrinhos e começaram a zoar a paciência de todos ali. Tentamos alertar o segurança (que estava bem na frente deles), mas ele nos disse muito não-gentilmente que não faria nada a respeito; mas aí ~alguém~ chamou a polícia e ozóme levaram os caras embora e a gente ficou em paz de novo.



Logo um DJ que eu não sei quem é ou qual o seu propósito na Terra subiu no palco e começou a tocar umas músicas dos Beatles em versões muito bizarras de outros artistas, sobre as quais não comentarei nada além disso. Às 21h os telões começaram a exibir uma série de imagens dos Beatles e do Paul, umas colagens de artworks psicodélicas muito loucas, e a essas alturas a ansiedade já tava tensa porque JÁ ERA PRO SHOW TER COMEÇADO (desculpa).

Aí lá pelas 21h30 começou, uhuuuuuu setlist:

(Pra fotos melhores do show, confiram no site Paul In Brazil! As minhas ficaram muito miseráveis...)

1. Eight Days a Week

Amei muito ele ter trocado a música de abertura, já que vinha sendo Hello Goodbye há sei lá quantos anos! Macca é o primeiro a entrar no palco, com um paletó cor-de-rosa e a cabeleira ao vento, haha *o*

2. Junior's Farm

Sempre que tocava alguma música do Wings a galera ficava mais quieta, que muito triste :( Essa música é tão cara de show ao vivo, haha

3. All My Loving

Aí o Paul vai e cumprimenta a gente em português: "Olá, Goiánia! Olá, goiános!" hahaha. Todo mundo morrendo. Imagens dos Beatles e da Beatlemania passando no telão, tudo muito emocionante e e e

4. Listen to What the Man Said

Outra do Wings. Aqui ele arriscou uma frase bem grande na nossa língua (com a colinha, claro): "Essa noite vou tentar falar um pouco de português... Espero não falar bobagem!". É muito amor.

5. Let Me Roll It

Clássica do Wings! Juro que não sabia que ele ainda tava tocando essa, fiquei toda encantada *o*

6. Paperback Writer

Aqui ele anunciou que ia usar a mesma guitarra que usou pra gravar a original em estúdio, nos anos 60 (tive que traduzir isso pra galera perto de mim, descobriram que eu era professora e tive que ser intérprete sempre que o Paul conversava em inglês, haha). Paul também disse "vocês são demais!".

7. My Valentine

No telão, o clipe com Natalie Portman e Johnny Depp, e, apesar da galera da pista ter se combinado de levar balões vermelhos, foi aqui que a coisa começou a ficar engraçada - justo na música nova e toda cute que ele fez pra atual esposa, Nancy. Como é muito comum aqui em Goiás, em lugares muito iluminados, houve uma infestação de gafanhotos (dizem que foram esperanças, mas nas fotos parece gafanhoto õ.o) no palco. Foi uma coisa absurda, pra vocês terem uma ideia:

foto retirada do site oficial do Paul McCartney


O acontecimento virou notícia no Brasil e no resto do mundo. Os bichos ficaram no palco durante todo o show; e não só no palco: um deles grudou no braço do Paul e não quis mais saber de sair (Macca até parou de cantar e começou a rir). Aí o Paul foi e deu nome pra ele (Harold!!) e fez questão de dividir os aplausos com ele depois de cada música. Soube depois que, pelo Twitter, todos os integrantes da banda comentaram sobre isso de forma divertida. É muito amor, gente, me salvem.

8. Nineteen Hundred and Eighty Five

Do Wings. Paul disse que essa noite ia ser uma festa em Goiânia, e foi! Galera curtiu demais.

9. The Long and Winding Road

Manu morrendo trinta vezes, apenas. Foi aqui que o Paul batizou o Harold e disse que tava se "divertindo muito com todos esses grilos". Deem uma olhada nesse vídeo que o site oficial liberou, SÓ PRA VOCÊS TEREM UMA IDEIA:



10. Maybe I'm Amazed

"Essa é para Linda". Manu morrendo mais umas quarenta vezes. Aqui me bateu uma tristezinha, porque todas aquelas homenagens que o Paul fazia à Linda se resumiram a apenas essa música (não teve My Love e se eu tenho uma coisa a reclamar desse show é isso u.u). Não houve uma imagem sequer dela no telão, apenas aquelas do vídeo oficial onde o Paul aparece com a filha Mary, então bebê. O que compensou um pouco é que tinha uma galera lá fora, antes do show começar, distribuindo a todos uma plaquinha com um desenho da Linda e a frase "I Love Meat Free Mondays" (uma iniciativa dela que o Paul perpetuou). Aí a gente levantou durante a música e foi isso. Bom, ele seguiu em frente né, respeito.

11. Hope of Deliverance

Da carreira solo, pouca gente (perto de mim, pelo menos) acompanhando. Só comento isso porque é chatão estar tão empolgado com alguma coisa e ver todo mundo em volta com cara de TOCA RAUL

12. We Can Work It Out

Eu tenho um porta-recados no meu quarto há alguns anos com um papel nele onde escrevi "Life is very short, and there's no time for fussing and fighting, my friend". É meio que um lema, pra mim. Eu perdoo rápido essas briguinhas retardadas, logo tô voltando atrás (mesmo que a culpa não seja minha) e tentando deixar as coisas como eram. As não-retardadas levam algum tempo, mas acabo optando por não dar a elas a devida importância. Ouvindo a música, no show, pensei em tanta coisa... e ri.

13. Another Day

Essa é uma das primeiras do Wings, que não chegou a ser lançada em nenhum álbum, e foi uma adição recente nas setlists, tocada pela primeira vez agora nessa turnê.

14. And I Love Her

Uma das minhas menos favoritas dos Beatles (me mordam!). Acho que peguei raivinha dela por causa de uma versão em espanhol que tocava na novela O Clone, HAHAHAHA. Mas o povo pirou.

15. Blackbird

Além de ser uma das favoritas de, tipo, todo mundo, teve a novidade da turnê: aquela coisa toda do palco subir e descer umas estruturas do teto e formar tipo uma casinha e aí mostrar umas rosas psicodélicas num telão inferior, foi muito bonito.

dá pra ver?

16. Here Today

"Essa é para meu amigo John" (em português). Emoçãozinha bateu. Mas não teve telão ;(

17. Your Mother Should Know

Algum fã jogou um ursinho no palco, de óculos redondinhos e com uma foto do Paul com o John pendurada no pescoço. Macca colocou o presente em cima do piano e tocou a música, e enquanto isso passava no telão a cena de Magical Mystery Tour onde ela toca. Momento feliz/retardado do show (aliás, quando o Paul vai pro piano colorido, já sabemos que é pra dançar) (o piano preto é pra chorar, guardem essa informação).

18. Lady Madonna

Animadíssima. No telão, imagens de mães famosas e poderosas de todo o mundo.

19. All Together Now

"Essa é para as crianças", diz ele, em português, acho que antes de perceber/lembrar de que proibiram a entrada de crianças no show (ba dum tss). No telão, uma animação infantil pra acompanhar a música. No fim, ele olha pro público (que se divertia) com cara desconfiada e diz: "Crianças...". Essa música é do Yellow Submarine e foi tocada ao vivo pela primeira vez na história aqui no Brasil, nessa turnê :D

20. Mrs. Vanderbilt

Quando ouvi os primeiros acordes, amaldiçoei o Macca em voz alta. Uma galera me olhou meio assustada, mas logo expliquei. Essa maldita fica dias na minha cabeça! (Mas podia ser pior. Podia ser Mull of Kintyre!) Mas brinks, ela é daquelas que funcionam bem legal ao vivo. (What's the use of worrying? NO USE!)

21. Eleanor Rigby

Manu morrendo mais umas vinte vezes. Minha música, meu hino, meus créditos finais.

22. Being For The Benefit of Mr. Kite!

Achei louquíssimo terem incluído essa na setlist! Ela nunca havia sido tocada ao vivo em nenhum lugar do mundo (quando lançaram o Sgt. Pepper's, os Beatles já haviam desistido de tocar ao vivo), e, assim como a All Together Now, foi tocada pela primeira vez nessa turnê aqui no Brasil. É uma música meio sinistra e não sei se a galera curtiu muito ouvi-la, mas a surpresa valeu!

23. Something

Aqui a Manu morreu de vez, sem direito a testamento ou últimos desejos (até porque ouvir isso ao vivo era um deles). Paul já a toca há muitos anos, e sempre do mesmo jeito: começa só ele e o ukelele, e depois da primeira metade o resto da banda entra e acaba com a gente. As imagens do George nos telões me massacravam a dignidade. Golpe baixíssimo.

24. Ob-La-Di, Ob-La-Da

Tô aqui tentando me lembrar do que eu precisava escrever sobre essa música, fiquei pensando lá no show que eu precisava colocar isso (o que quer que "isso" seja) no post e fugiu D:

25. Band On The Run

Outro clássico do Wings, então o povo se animou com ela.

26. Hi Hi Hi

Outra novidade estreada nessa turnê, Hi Hi Hi costumava ser uma "proibidona" do Wings. Ela foi censurada, na época, acreditarem que fazia apologia ao uso de maconha e blá blá blá (achavam que "hi hi hi" era "high high high"...).

27. Back In The U.S.S.R.

Clássica dos shows do Paul, essa é pra dar AQUELA animada no povo (apesar de que a arquibancada perto de mim tava zumbi nessa hora).

28. Let It Be

Eu tinha uma única missão nesse show: filmar Let It Be pra minha mãe. E falhei miseravelmente, porque minha câmera não quis saber de filmar direito e cortou o vídeo no meio e deixou tudo desfocado e com um som terrível. Fiquei tão emputecida com isso que acabei nem curtindo a música direito ;(

29. Live And Let Die

Essa não foi surpresa pra mim, porque acompanho (à distância...) os shows desse tio há tempo suficiente pra conhecer alguns truques, então já sabia que ia ter fogos de artifício. Mas, caras, ao vivo é outra coisa. Não dá pra explicar a sensação. Essa música é daquelas bem poderosas ao vivo, e com os fogos no palco e atrás dele, ficou muito surreal. Foram vários minutos de explosões, coisa lindíssima (quem não ama fogos? além dos cachorros?).



30. Hey Jude

Muito certo que esse era o momento aguardado por pelo menos 90% do povo. Eu sei que eu e a galera com a gente já estávamos amaldiçoando a música por causa daquele povo da fila (HAHAHAHAHA). Mas não dá pra sentir raiva quando é o próprio Macca tocando ela ali com todo mundo junto. As brincadeiras usuais ("só os homens", "agora só as mulheres")... Depois da vigésima sequência de "nanana" eu cantei "labibidabibidom, labibidabibidu" (EU DISSE QUE O FARIA!!) (novamente, entendedores entenderão).


*primeiro intervalo*


31. Day Tripper

A banda volta pro bis, Macca entra correndo empunhando a bandeira brasileira e Wix com a Union Jack.

32. Lovely Rita

Outra novidade, esta também é daquelas do Sgt. Pepper's que nunca foram tocadas ao vivo e o Macca escolheu essa turnê no Brasil para estreá-la!

33. Get Back

ROQUENROU

*segundo intervalo*

34. Yesterday

O professor de inglês que nunca usou essa música em sala de aula, que atire o primeiro apagador (I know I have). O aluno de inglês que nunca teve que ouvir isso em sala de aula, que atire o primeiro livro. Tem como ignorar essa beleza? Não tem.

35. Helter Skelter

Público ensandecido. Apenas. Aí no fim da música o Paul olha pro povo e se despede no microfone: "É hora de vazar!" (apesar de que ele falou "váza" e foi MUITO ENGRAÇADO PQP).

36/37/38. Golden Slumbers + Carry That Weight + The End

Manu morrendo trinta milhões de vezes, pra fechar bem a noite. Esse trio já me mata  sempre que coloco o Abbey Road pra tocar; ao vivo assim com o Macca debaixo do mesmo céu foi pra me matar bem matado.

Acaba o show, mais fogos de artifício, e chuva de papelzinho na área do público rico (ou seriamente endividado).

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Não precisa ser fã do homem; mas não há como negar que muitos artistas e bandas têm muito o que aprender com Paul McCartney. A vitalidade, no auge dos seus 70 anos (completando 71 no mês que vem); deu um show de quase 3 horas de duração, parando pra dois intervalos de menos de 5 minutos entre um bis e outro. E, apesar da voz dele já não ser mais o que já foi um dia, Macca não faz mais o que faz por dinheiro ou fama, há muito tempo. Tudo é por amor. Cantou, tocou, dançou, correu, brincou. Se esforçou em se comunicar com o público na nossa língua (e dialeto, soltou até um "TREM BÃO!!"). Cumprimentou quem tava longe do palco e perguntou se estávamos todos bem. É esse tipo de comportamento que garante a base de fãs fiéis que, mesmo que não curta os trabalhos mais recentes, não quer perder o show por nada. É um show, no sentido máximo da palavra. E não posso deixar de falar sobre a banda, essa banda de gente linda e talentosa que dá um show a parte, e que acompanha Paul McCartney em suas turnês solo há muitos anos (o Wix tá com ele desde 1989). Estão juntos há mais tempo do que os Beatles, pra quem nunca fez as contas.

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Certeza que esqueci de contar um monte de coisa, mas ainda não tô no emocional certo pra fazer um texto coerente sobre esse dia, e isso já ficou cansativo o suficiente. Me despeço agradecendo a Paul McCartney por ter topado vir pra tão perto daqui e me deixar (e a mais 47 mil pessoas) tão, mas tão feliz! VALEU, TIO MACCA! TREM BÃO!!!

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p.s.: o título do post foi uma coisa que o Paul disse depois do ataque dos gafanhotos/esperanças/whatever, o que acabou virando um momento inesquecível até pra ele.

4 comentários:

  1. showw!
    Paul tbm veio pra cá em fortaleza. Mas nem tive chance de ir... :/
    vi alguns videos sobre, e teve até pedido de casamento "abençoado" por ele haha
    http://musica.uol.com.br/noticias/redacao/2013/05/10/ele-abracou-a-gente-e-fez-ooooo-diz-jovem-que-teve-pedido-de-casamento-abencoado-por-paul-mccartney.htm

    Deve ter sido fantástico!

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  2. Quanto amor nessas palavras!!!

    Estou tão tão feliz por você, pq sei o quanto significou esse momento! =D

    Fiquei emocionada até! hehe Não sou fã, mas admiro o Paul e reconheço o talento dele e dos Beatles. impossível não gostar de algumas canções, impossível! rs

    E pensa numa pessoa que abriu todos os links, hahahaha

    Amei o fato de ele batizar o gafanhoto (vi fotos, acho que eram gafanhotos mesmo, rs), e nem achar chato... E acho lindo ele falar português e tentar o goianês que é foda, hahahahahah Muito amor esse post!

    Bjo

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  3. Minha Princesa tá que é só alegria..
    Pudera... Super legal o show. Muito feliz por ter ido, Manu!.

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  4. Que bom que a Manu tem muitas vidas!

    O Macca é bom demais, é um showzaço. A banda é excelente. Tudo super-profissional, sem perder a espontaneidade. Além disso, só de pensar que ali no palco estava 25% dos Beatles (ou 50% considerando-se os ainda vivos), já é de arrepiar.

    Fui no show de São Paulo em 2010. Simplesmente inesquecível, uma das melhores coisas que já fiz na minha vida. O set list era ligeiramente diferente, mas uma boa parte das músicas eram os mesmos bons e velhos clássicos (aqui só não teve gafanhotos).

    Sua descrição me fez reviver vários bons momentos do show. Na qualidade de fã do Paul, fiquei contente que você também conseguiu realizar esse sonho. E obrigado por compartilhá-lo com a gente.

    Beijão, Manu!

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Bom senso, respeito e educação são esperados e sempre bem-vindos nos comentários. Obrigada pela visita!