01/05/2014

Relatório Bimestral de Leitura de 2014: Março - Abril

Uma vez, ano passado, a TV estava ligada em um desses canais culturais onde estava rolando uma entrevista com um crítico literário cujo nome não guardei (tamanha atenção que dou a críticos literários). Em certo momento, ele disse que "leitores de best-sellers nunca seriam leitores de clássicos".

Poxa, "nunca"?

Não sei se sirvo de exemplo (sou adepta daquela máxima que diz que "se você não puder servir de exemplo, que ao menos sirva de lição"), mas eu leio de tudo. Realmente, de tudo. Óbvio que tenho minhas preferências na hora de adquirir livros novos, mas não nego nada que me apareça pela frente (afinal, o plano de ler tudo o que tem aqui em casa ainda está caminhando). Eu leio best-sellers, e leio clássicos. E também leio livros fora da minha faixa etária, e leio documentários, e leio livros didáticos e leio revistas e manuais de instrução e embalagem de condicionador. Que diferença faz o que os outros leem? Deixa o povo se divertir!

OK. Conforme explicado anteriormente, libero agora a segunda parte do relatório anual de leitura já típico deste blog. Novamente, não os posto em ordem de leitura, mas os agrupo (razoavelmente) por gênero. E fiquei atipicamente falante, dessa vez. Credo.


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Foras da lei barulhentos, bolhas raivosas e algumas outras coisas que não são tão sinistras, quem sabe, dependendo de como você se sente quanto a lugares que somem, celulares extraviados, seres vindos do espaço, pais que desaparecem no Peru, um homem chamado Lars Farf e outra história que não conseguimos acabar, de modo que talvez você possa quebrar esse galho.
V.A. - Cosac Naify - 2012 (2005) - 224p.

Acho que o título já resume bem do que se tratam os 11 contos. Foras da Lei... é o tal do livro que você já começa a curtir antes de começar a ler. A capa (na verdade, sobrecapa) tem o nome do livro todo desenhado e espalhado e você tem que ir seguindo as flechas para ler tudo. A mesma sobrecapa contém, no verso, um início de história escrito por Lemony Snicket (pseudônimo do autor de Desventuras em Série, que já recomendei antes e recomendarei sempre), e você pode terminá-la e enviar por correio para a editora Cosac Naify; se eles gostarem, ela poderá ser publicada no site! Há um enigma na folha de rosto que ficou bem óbvio depois que fiquei dias quebrando a cabeça pra decifrá-lo; a dedicatória é para a árvore que morreu para que o livro pudesse ser publicado; e no fim do livro tem uma cruzadinha cujos enigmas são sobre os contos. Tem todo um jeito de livro infantojuvenil, mas é só dar uma olhada nos autores que já percebemos o estilo livro-de-adulto-disfarçado-de-livro-de-criança. Cada história contém algumas ilustrações, e cada autor teve seu próprio ilustrador como companhia (aliás, a Cosac Naify é conhecida pela qualidade dos seus livros, e este aqui é fantástico). O conto de Gaiman, Pássaro-do-sol, está presente também em Coisas Frágeis (sobre o qual falei no último relatório).



O Voo do Corvo
Jeffrey Archer - ? (1991) - 593p.

A história de como fui chegar nesse livro já merecia uma postagem por si só: eu sonhei com ele, e foi um dos sonhos mais bizarros que eu já tive na vida. No tal sonho, esse livro (sobre o qual eu nunca tinha ouvido falar, na realidade) continha uma mensagem secreta em várias línguas, e Sir Patrick Stewart estava me ajudando a decifrá-la (não perguntem). Achei engraçado que eu ainda me lembrasse do nome do livro, ao acordar, e logo pesquisei para saber se existia mesmo algum livro com esse nome, e existia. Achei em vários sebos, pesquisei para saber do que se tratava (descobri que Archer é autor de dezenas de livros e eu nunca ouvi falar nele antes disso!), e confesso que levei um tempo até me decidir se o compraria ou não, porque não parecia realmente algo que eu escolheria para ler. E hoje me sinto muito feliz por ter decidido dar uma chance, porque acabei (como invariavelmente acontece quando "atiro no escuro") me apaixonando por ele. É um livro longo, mas a narrativa é tão natural que você acaba se familiarizando com os personagens e se sentindo feliz com suas conquistas e triste com suas desgraças - e aqui há muita conquista, e também muita desgraça. Acompanhamos a história de Charlie Trumper, garoto que aprendeu com o avô a vender frutas e hortaliças num carrinho e se torna o melhor vendedor da região, ainda rapaz. Por motivos pessoais, resolve se alistar para lutar na Primeira Grande Guerra, e de lá traz coisas que o acompanharão pelo resto da vida - inclusive um rival que vai assombrar o homem pelo resto da vida. Graças à sua personalidade naturalmente empreendedora e do carisma com as pessoas (e, é claro, com a ajuda de amigos improváveis), Charlie dá início à história do Maior Carrinho do Mundo; e, enquanto isso, à sua própria e a de muitas pessoas ao seu redor, no decorrer de muitas décadas. É de ficar grudado no livro, xingar toda vez que o nome Trentham aparece, e soltar um "aaaaaww" a cada fofice do Charlie. (chorei no final, sim ou claro) Não, o livro não tem nenhuma mensagem secreta em línguas estrangeiras, mas valeu a aquisição.



Assassinato na Casa do Pastor
Agatha Christie - Record - 1987 (1930) - 240p.

Sempre escolho Agatha pra me acompanhar em viagens (especialmente pra Goiânia, que é a estrada MAIS.CHATA.DO.MUNDO). Me lembro de ver alguém comentar no Orkut, há anos, que não conseguia ler os livros dela porque tinham "personagens demais". Ora, o que seria de um bom mistério se não houvesse uma infinidade de suspeitos? Esta história é com Miss Marple, a senhora astuta com talento pra detetive tão querida por alguns e tão detestada por todos os que têm algo a esconder. Certa vez, depois de uma reunião difícil com o rude Coronel Protheroe, o pastor Len Clement deixa escapar que, se o homem um dia aparecesse morto, seria uma boa notícia para o mundo. Não muito depois, o homem aparece morto... na casa do pastor. Clement estava do outro lado da cidade, na hora do ocorrido, e está inocentado do crime. Mas os outros habitantes de St. Mary Mead não têm álibis tão bons; e a coisa começa a complicar quando vários começam a confessar o crime - afinal, quem ali não tinha um bom motivo para dar cabo do terrível coronel? Quem narra a história é o próprio pastor Clement, com um senso de humor divertido. E confesso que errei o assassino. De novo (quase nunca acerto...).



O Senhor dos Anéis
J.R.R. Tolkien - Martins Fontes - 2002 (1954-5) - 1202p.

Quis relê-lo porque o li pela primeira vez há 11 anos, e achei agora um momento adequado para aproveitá-lo sob a perspectiva da idade adulta em contraposição à adolescente que eu era na época (além do fato de que reli O Hobbit recentemente, então seria a primeira vez que leria a história na cronologia certa). Foi uma excelente decisão; tenho certeza de que agora, realmente, dei a importância devida à obra. E aqui mando um fato que talvez os divirta: minha mãe também estava querendo reler, mas ambas temos uma lista gigantesca de livros na espera. A solução que encontramos foi que lêssemos ao mesmo tempo. E assim, senhoras e senhores, Emmanuella leu O Senhor do Anéis em voz alta por 3 meses (não, tudo bem, foi legal. Fiz as vozinhas e tudo). Bom, não há absolutamente nada que eu possa falar sobre O Senhor dos Anéis que já não tenha sido dito milhares de vezes por milhares de pessoas, ao logo dos últimos 60 anos, então não vou falar sobre a história. Muita gente não gostou dos livros porque Tolkien realmente se empolga nos detalhes das descrições dos lugares (o que é compreensível; já que ele criou um mundo completo, é de se esperar que o autor o descreva para que nós possamos imaginar tudo adequadamente). Só gostaria de dizer que essa é uma história de super-heróis. O que define um super-herói não é os seus superpoderes, mas os sacrifícios a que ele se submete em prol de pessoas que, muitas vezes, os ignoram. Nenhum dos heróis dessa história passou pelo que passou em favor próprio, e nem precisou ter que passar. Em meio a toda a fantasia e cenas de guerra, existem aqui preciosos exemplos de amor, amizade, lealdade e autossacrifício que deveriam ser mais admirados e respeitados. E, no que diz respeito às diferenças com a adaptação pro cinema, não me lembrava de terem sido tantas. Além das inevitáveis diferenças físicas e de idade de alguns personagens, alguns pontos do enredo também acabaram tendo de ser cortados (Tom Bombadil, a vingança de Barbárvore a Saruman - que foi divertidíssima, o Expurgo do Condado e o desfecho de Saruman, entre tantas outras coisas). A edição que temos em casa é o volume único, e no final tem um anexo bem abrangente; não o deixem de ler (não sei se nas edições separadas o anexo está presente ao fim de O Retorno do Rei): Vem com detalhada história dos elfos, dos anões, dos hobbits e dos homens (suas origens e principais personalidades); cronologia histórica para consulta; árvores genealógicas; história de Aragorn e Arwen (desde que se conheceram, até o fim); prólogo e epílogo de O Hobbit e de O Senhor dos Anéis (tanto o que aconteceu antes do início da narração de ambos os livros quanto o que aconteceu depois que a narração termina - por exemplo, que fim levou o pai de Thorin, como Thorin conheceu Gandalf e decidiram juntar a companhia, o perrengue com Azog e muitos etc. E também conta que fim levou todos os principais personagens de OSdA - Merry, Pippin, Sam, Éomer... e é triste e provoca muitas lágrimas). E, mulheres, cuidado para não criar expectativas altas demais para seus homens, depois de Faramir (eu sei, é difícil). (tentei falar pouco) (mentira, nem tentei)



O Silmarillion
J.R.R. Tolkien - Martins Fontes - 2002 (1977) - 460p.

Melhor do que reler O Senhor dos Anéis, definitivamente foi reler O Silmarillion. Que obra maravilhosa, que imaginação fantástica de Tolkien, e que falta de tato meu não ter amado tanto esse livro quando adolescente. As histórias narradas aqui só foram organizadas e publicadas postumamente pelo filho de Tolkien, Christopher. Segundo ele, os primeiros rascunhos do pai já remontavam a 1917, e muita coisa foi escrita e reescrita desde então, até sua morte. Este livro narra a história da Terra-média no que diz respeito à Primeira Era e parte da Segunda, e é dividido em cinco partes: O Ainulindalë, que conta a história da criação da Terra pelos Valar; O Valaquenta, sobre a chegada dos Primogênitos (os elfos), as transformações na Terra e a cisão dos eldar; o Silmarillion, que conta várias histórias de elfos e homens e anões, suas origens e a origem de várias lendas e eventos citados em O Senhor dos Anéis, as muitas guerras e perdas (é a parte com as histórias lindas e tristes); o Akallabêth, que conta a história de Númenor, da ascensão de Sauron e da destruição e reconstrução da Terra-média; e finalmente o Dos Anéis de Poder e da Terceira Era, que explica detalhadamente sobre a origem dos Anéis forjados por Sauron e que fim levou cada um deles. É basicamente a bíblia do Universo criado por Tolkien, e definitivamente uma leitura indispensável. Ficamos sabendo sobre as origens dos povos da Terra-média e sobre detalhes de alguns personagens que já conhecemos (sabiam que orcs eram elfos? e que Galadriel é, pelo menos, mil anos mais velha que Elrond? e que Sauron era só o tenente de um mal muito maior? e que havia um dragão mil vezes pior que Smaug?). Não o deixem de ler, se os contos da Terra-média são a sua praia. É lindíssimo.




Enciclopédia do Sobrenatural: Magia, Ocultismo, Esoterismo, Parapsicologia
Richard Cavendish (org) - L&PM - 2002 (1974) - 503p.

Mais de uma vez, enquanto o lia, me peguei pensando: com tanto livro na fila de espera, por que cargas d'água fui inventar de ler uma enciclopédia? Porque é realmente uma enciclopédia, com os verbetes em ordem alfabética, o texto dividido em duas colunas e tudo o mais. Não é o tipo de livro que se pega pra ler para se entreter, mas para consultar quando conveniente. Mas é que ele está na estante do escritório há alguns anos e, toda vez que vou usar a impressora, bato o olho nele, e achei que já estava na hora de tirá-lo de lá e me aventurar pelos livros da minha mãe. Bom, boiei em muita coisa; não estou muito familiarizada com os tópicos, apesar de ter contato com alguns termos com certa frequência. A parapsicologia, em especial, me chama a atenção, então aprendi e descobri bastante coisa legal; além de eliminar alguns (pre)conceitos bastante comuns que todos temos sobre Esoterismo. O organizador se manteve imparcial na explicação dos fatos, então o livro não é ofensivo para quem segue os conceitos, e nem para quem os desacredita. Enfim, é bem rico pra quem gosta do assunto, e conta histórias reais interessantíssimas. Só não recomendo que vocês saiam lendo Barsas de cabo a rabo, é bem cansativo...


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Dentre as HQs, destaco:

Sandman: Edição Definitiva 1, 2, 3 e 4. Oh uau, nem tenho cacife pra falar de Sandman. Finalmente consegui investir nas edições definitivas (o último, ganhei de presente de aniversário da minha super mãe ♥) e fiquei tão viciada no troço que li cada uma em poucos dias (cada uma tem mais de 600 páginas e pesa quase 2 kg). Não é bem uma HQ de terror, e ainda assim não é só isso. Tem fantasia e mitologia e muita, muita bizarrice envolvida (ah, Gaiman...); e é, com toda certeza, muito merecedora de todos os prêmios que ganhou. O material extra incluído nas encadernações é fantástico - tem artes originais, histórias paralelas, curiosidades, e roteiros do Gaiman com as instruções para os desenhistas (ele interrompe pra contar pros caras o que tá passando na TV, hahaha). E é triste, também. Aham.

X-Men Especial (saiu com esse nome na publicação de 1989 da Editora Abril, reúne Glória Escarlate e O Sonho Perdido). Já li esse troço trocentas vezes. É aqui que os X-Men vão ao Japão para o casamento de Wolverine e Mariko; que o Samurai de Prata e a Madame Hidra tentam fazer o que podem para atrapalhar (os nomes são familiares, se você assistiu Wolverine: Imortal); que a Tempestade faz amizade com a Yukio e revoluciona o visual, adotando o icônico moicano que a acompanhou por anos; que todo mundo paga mico ao confundir a Madelyne Pryor com a Jean Grey; que o Ciclope ARRUÍNA o noivado com ela ao gentilmente perguntar se ela é a reencarnação da Jean Grey (sério que tem gente que gosta do Ciclope?); e que aparentemente a Fênix Negra retorna. Enfim, é bem movimentado.

Novíssimos X-Men. Mencionei brevemente no último relatório, mas estou acompanhando mensalmente e tô curtindo tanto que resolvi falar um pouco mais sobre a série. Se passa logo após o desfecho da série Vingadores vs. X-Men (que é outra lindeza que eu adoro), e mostra a equipe de mutantes um tanto debilitada em decorrência dos últimos perrengues com a Fênix. Ciclope se torna o rosto da Revolução e sai à cata de novos mutantes mundo afora, sendo adorado por muitos, enquanto os antigos companheiros o consideram uma ameaça (por ter feito o que fez em V vs XM, não vou dar spoilers). Fera, à beira da morte por causa da sua mutação que avançou mais um estágio, em um ato desesperado resolve voltar ao passado (isso acontece com tanta facilidade) e trazer para o presente a equipe original dos X-Men, para que vejam o que o Ciclope adulto fez, e tentar fazê-los entender e impedir que isso aconteça. O encontro da equipe original com seus "eus" do futuro é obviamente desconcertante (apesar de que o Homem de Gelo torna tudo tão engraçado), e todos têm sentimentos variados ao rever a jovem Jean Grey ("como foi que eu morri?" "em qual vez?").

Surpreendentes X-Men: Superdotados. E eis que a coleção de clássicos lançada pela Salvat finalmente chega em Rio Verde.  Gostaria de colecionar todos os volumes, mas por esse preço, meus filhos, acredito que ainda precisarei de todos os meus órgãos... Não posso falar muito sobre essa história em particular sem dar uma pá de spoilers, mas tem a ver com a descoberta da "cura mutante", um alienígena chamado Ord, a volta de um X-Man que foi dado como morto (ah, sério?), e uns socos e umas mortes e as coisas de sempre. E foi incrível.

Guardiões da Galáxia. Foi difícil, mas consegui achar os gibis pra me familiarizar com os personagens, antes de ver o filme. Admito que não conhecia a equipe e já a adoro (adoro o senso de humor dos anti-heróis...), e agora tô empolgadíssima pra ver o filme!

Constantine (Os Novos 52). Nunca consegui acompanhar as histórias do Constantine da maneira apropriada - só o vejo quando aparece nas histórias dos outros, então conheço o personagem, mas não saco da história toda. Morro de vontade de acompanhar Hellblazer, mas nunca sei por onde começar.  Enfim, agora começaram a lançar no Brasil as HQs solo do personagem, que foi relançado junto com todos os títulos antigos da DC que foram cancelados para reiniciar do zero. Ainda estou me familiarizando com os demais personagens da Liga da Justiça Dark, embora já os ame (eu amo todo mundo).

Monstro do Pântano (Os Novos 52). O herói favorito dos biólogos, mesmo que esses biólogos (*CAHAM*) não gostem de botânica. Alec Holland era um brilhante botânico que sofreu graves surumbambas* genéticas graças a um acidente em seu laboratório, provocado por um colega invejoso que queria sua esposa (sim, a esposa, não méritos), e a partir de então precisou se refugiar no pântano para conseguir sobreviver com seus elementos. A história foi reescrita anos depois, e nela o Monstro do Pântano é um elemental da natureza que absorveu as memórias e a personalidade do Doutor Holland, que morreu num pântano. Esta criatura, de qualquer forma, é uma defensora da natureza contra os humanos ou qualquer outra criatura que tente fazer mal a ela. Ao ser ferido, ele se conecta ao Verde e retoma sua forma e seus poderes: um grande hominídeo com características de planta. O personagem não fez muito sucesso, inicialmente, e o título foi cancelado e relançado várias vezes. Numa dessa a DC faz um filme mais recente e dessa vez vai.

(*se vocês lessem Sob a Redoma, diriam "surumbamba" com bastante frequência)

Hellboy: Sementes da Destruição. FINALMENTE consegui pôr minhas mãos em algumas HQs de Hellboy.  Pra quem não viu os filmes e não está familiarizado, Hellboy é uma criatura de aspecto diabólico que foi convocada ainda criança por um mago, em aliança com o governo nazista, na época da Segunda Guerra. Não foi a convocação esperada, então a criatura foi abandonada e posteriormente criada como um filho pelo bom doutor Bruttenholm, que fundou a agência americana B.P.R.D. (Bureau of Paranormal Research and Defence). Hellboy, que manteve seu apelido ("garoto do inferno"), cresceu e se tornou uma grande criatura de pele vermelha, um braço de pedra, e grandes chifres que ele mesmo removeu, lixando-os. Ele trabalha na BPRD e luta contra nazistas e forças ocultas do mal, junto a outros agentes humanos ou humanoides, como Liz Sherman, que é pirocinética, e Abe Sapien, um humanoide anfíbio.

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NA VERDADE, deveria haver mais um livro nesta lista. Porém, ele tem uma continuação que ainda estou lendo, então resolvi deixar para falar sobre ele no próximo relatório, junto à continuação.

Para ler o relatório de janeiro-fevereiro, e os dos anos anteriores, clique em "Leitura" lá no menu, ou bem aqui, nas tags abaixo do post!

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