Pular para o conteúdo principal

As últimas 10 músicas favoritas

Agora que finalmente chegou ao Brasil, o Spotify está ganhando a graça tão merecida de tanta gente. Quando o recomendei anteriormente, mencionei que o mais legal era ter a liberdade de escolher o que escutar (diferentemente das rádios convencionais), e, mesmo assim, conhecer tanta coisa nova.

Conheci MUITA coisa legal desde então; adotei novas bandas favoritas, conheci melhor outras, nunca mais perdi lançamentos de álbuns, relembrei de coisas antigas que já havia esquecido. Em qualquer um dos casos, posso facilmente marcar a (re)descoberta feliz com uma estrelinha e ouvi-la novamente quando quiser, sem ter que procurá-la em meio a milhares de músicas.

Bom, essa é uma postagem bem pessoal. Compartilho as minhas últimas (re)descobertas favoritas:

▼▼▼▼▼

The Bear and the Maiden Fair, The Hold Steady


From there to here
From here to there
All black and brown and covered in hair
He smelled that girl in summer air
The bear, the bear, and maiden fair!

Essa foi uma música que eu (e muita gente) fiquei feliz por terem feito. O Urso e a Donzela é uma canção folclórica bastante mencionada n'As Crônicas de Gelo e Fogo, de George R.R. Martin. Esta versão da banda de indie rock The Hold Steady tocou ao fim do episódio de mesmo nome da terceira temporada da série Game of Thrones. Grudentíssima!

On My Own, Samantha Barks




I love him
But every day I'm learning
All my life
I've only been pretending
Without me
His world would go on turning
A world that's full of happiness
That I have never known!

Os Miseráveis é o meu livro favorito de toda a vida. Obviamente, amo o filme mais recente, já decorei a trilha sonora, e não consigo não chorar sempre o que o assisto. Antes de poder adquirir o CD da trilha sonora, ouvi à exaustão pelo Spotify. Esta canção é considerada o tema de Eponine, e uma das mais populares de todo o musical (considerando a versão teatral, que já dura décadas). E, bom, toda garota já foi a Eponine do Marius. Algumas mais do que outras...

Jesus Christ, Brand New


Well Jesus Christ, I'm alone again
So what did You do those three days you were dead?
Cause this problem's gonna last more than the weekend.

Sempre ouvi falar em Brand New como uma banda emo, então não ouvia. Mas já passei da idade e da fase de me importar com isso, então quando a rádio começa a mandar Brand New, eu nem pulo. E às vezes a gente tá em estado de espírito emo, mesmo, então a gente ouve uma música que faz sentido e gosta dela, que foi o que aconteceu com essa. E não tem a ver com religião, é só um desabafo de um cara que tá cansado e esperando a hora dele.

Happy Together, The Turtles


I can't see me loving nobody but you
For all my life
When you're with me, baby, the skies will be blue
For all my life.

Eu sou coxinha, e adoro música coxinha. Provavelmente já a ouvi como trilha sonora de alguma coisa, mas só a descobri mesmo a ouvindo na rádio 60s. Fico dias com ela na cabeça, tem um backing vocal muito viciante.

I've Got Friends, Manchester Orchestra



I've got friends in all the right places
I know what they want, and I know they don't want me to stay;
And you and I will find
That when I need you, I need it quickly.
In case you never know.

Outra que faz companhia na situação de Jesus Christ. A descobri justo nos dias mais difíceis deste ano, até agora (espero que não venham outros), então ela caiu como uma luva na minha frustração. É nessas horas que eu agradeço por existir Música no mundo...

The John Wayne, Little Green Cars


It’s easy to fall in love
It’s easy to be alone
It’s easy to hate yourself
When all your love is inside someone else;
It’s easy to take it all
It’s easy to give it to
When there’s more people out there to love
Than people who love you.

Eu já passei da minha fase indie, mas ainda escuto algumas favoritas, quando bate saudade. Essa aí eu descobri aleatoriamente, e não sei o que me chamou a atenção nela, mas gostei muito, só que esqueci de colocar a estrelinha. Me lembro que levou alguns dias até que essa música tocasse de novo na rádio e eu pudesse saber o nome, aí não esqueci mais.

The Woodpile, Frightened Rabbit


Will you come back to my corner?
Spent too long alone tonight
Would you come and brighten my corner?
A lit torch to the woodpile;
Come find me now, we’ll hide out
We’ll speak in our secret tongues.

Caso parecido com o anterior; também não sei o que me chamou a atenção, mas amei de cara por algum motivo.  E até agora não decidi se o vídeo é ridículo ou genial.

If You Wanna, The Vaccines


But if you wanna come back, it's alright, it's alright
It's alright if you wanna come back.
Do you wanna come back? It's alright, it's alright
It's alright if you wanna come back to me.

Gosto dela por ser fácil. Fica dias na minha cabeça.

Dieser Weg, Xavier Naidoo



Dieser Weg wird kein Leichter sein,
Dieser Weg wird steinig und schwer,
Nicht mit Vielem wirst du dir einig sein,

Doch dieses Leben bietet so viel mehr.

Desapeguem da ideia de que a música alemã moderna é aquele industrial caótico do Rammstein. Há anos ouço o pop rock do Revolverheld, mas não conhecia muita coisa do gênero na língua que amo, mas infelizmente perdi a pouca fluência que tinha. Executei a rádio da banda para descobrir outros artistas, e fui parar nessa música linda, entre tantas outras.

Still, Jupiter Jones



Ich hab soviel gehört und doch kommts niemals bei mir an
das ist der Grund, warum ich nachts nicht schlafen kann;
Wenn ich auch tausend Lieder vom Vermissen schreib,
heißt das noch nicht, dass ich versteh,
warum dieses Gefühl für immer bleibt.

Mesmo caso da anterior. Poderia listar todas as descobertas felizes do gênero, mas essa foi a última, juro. É uma música tristonha sobre uma dor de cotovelo. Daquelas.

Postagens mais visitadas deste blog

O Dia dos Namorados e a visão de romance por uma assexual arromântica

Vejo que isso vem mudando lentamente, mas, como regra geral, todo mundo é naturalmente criado e tratado como heterossexual (e, consequentemente, heterorromântico). Eu, claro, cresci com essa absoluta certeza e não questionei isso até meados dos meus 20 anos. Até então, achei que eu só era mais "devagar" pra certas coisas, mesmo. Mas vamos ter que voltar um pouco e compartilhar informação demais.
Como expliquei na página de educação e visibilidade, o fato das orientações sexual e romântica serem coisas separadas e muitas vezes não serem correspondentes é o que mais confunde quem demora a "sair do armário". Eu mesma ainda me vejo questionando ambas, embora esteja convencida de que estou, ao menos, em algum espectro de ambas (confira a página mencionada). Não posso falar por todos os assexuais arromânticos porque, obviamente, cada pessoa é diferente da outra e as coisas são diferentes pra todo mundo. Então vou falar por mim.
Embora só tenha percebido isso recentement…

... e ainda mais livros interativos!

2014 está sendo um ano muuuito esquisito... Não sei se tá todo mundo com essa impressão, ou se eu só estou prestando atenção nas coisas esquisitas, mesmo.
De qualquer forma, comentei em alguma postagem anterior sobre a necessidade da terapia que não vou fazer, e como esses livros interativos que tanto estão na moda andam me ajudando a aguentar toda a esquisitice desse ano.
Depois de Destrua Este Diário, que não vou terminar, e Termine Este Livro, que já terminei, peguei outros dois lançamentos: Listografia, de Lisa Nola, e 1 Página de Cada Vez, de Adam J. Kurtz.


O Listografia eu havia visto pelo Pinterest e achei a proposta atrativa pra mim: listar a vida de acordo com os mais variados tópicos. Os temas vão desde coisas simples, como os lugares em que você já morou, o nome de todos os animais de estimação que você já teve, seus programas de TV favoritos, as cidades que você conhece, até assuntos mais reflexivos, como as coisas sobre você que quase ninguém sabe, seus maiores atos de b…

As curiosas origens de 4 famosos jogos de tabuleiro

Adaptado do artigo original do Mental Floss.



Jogos de tabuleiro são uma forma de entretenimento criada pelos egípcios há 5 mil anos e nunca saíram de moda, mesmo que atualmente tenham sido adaptados em vídeo games ou jogos para o celular. Aqui vão as origens de alguns dos sucessos mundiais favoritos:

Monopoly / Banco Imobiliário

Embora seja considerado um jogo que glorifica o capitalismo (tendo sido banido de países como a China e a antiga União Soviética), este clássico foi inventado para representar justamente a ideia oposta. A americana Elizabeth Magie era ativista contra o pagamento de impostos imobiliários, no fim do século 19. Segundo ela e outros simpatizantes, deveria haver apenas um imposto de propriedade, diminuindo assim a diferença de riqueza entre os senhorios e os inquilinos. Para demonstrar de uma maneira fácil como as coisas aconteciam na época, Lizzie patenteou, em 1904, um jogo chamado The Landlord's Game ("O jogo do senhorio"), cujo objetivo era acumula…