27/12/2014

HCtZ Top Álbuns de 2014

Manu, como frequentemente, por fora dos lançamentos (até dos artistas favoritos). Ouvi alguns durante o ano, e o restante precisei pesquisar.

Estes são os meus lançamentos favoritos do ano que passou:


Get Hurt
The Gaslight Anthem

Não será possível me apaixonar por qualquer outra coisa, nem que seja deles mesmo, depois do maravilhoso Handwritten... Demorei um pouco a me habituar às músicas desse álbum, e acho que até agora não tenho uma favorita absoluta. Talvez seja um daqueles casos em que o álbum conversará comigo quando for a hora certa. Ainda assim, é mais um trabalho competente de uma das minhas bandas favoritas, e esse vídeo aí não me deixa esquecer disso:



Transgender Dysphoria Blues
Against Me!

Primeiro álbum da banda desde que a vocalista Laura Jane passou pela transição que mudou sua vida. A banda passou por uma reformulação quase completa, depois disso (embora não tenha mudado em nada seu estilo), e a vida da própria Laura teve mais mudanças do que ela esperava; mas o álbum foi um passo importante - tanto para ela, sua família e amigos, quanto para outras pessoas que passam pelas mesmas complicações da transição - porque é conceitual sobre a disforia transgênero (definida como o desconforto por pertencer ao gênero oposto ao que lhe foi determinado biologicamente).



Till Midnight
Chuck Ragan

Tudo que o Chuck faz é lindo; até as fotos do Instagram dele são lindas. O estilo dele longe do Hot Water Music é o folk típico americano - aquela coisa cheia de barbas e camisas xadrez e violões e violinos e vozes roucas e muito coração. Acho que não há nada especial sobre esse álbum pra colocar aqui, apesar de eu sentir cada vez mais vontade de estar onde a Revival Tour estiver...



Home
Kian Egan

Primeiro álbum solo do ex-membro do Westlife. Um álbum bem improvável, aliás, porque o Kian era o membro com menos destaque vocal do grupo e surpreendeu todo mundo, haha. É uma coletânea bem despretensiosa de vários covers e muito gostosa de ouvir (também é muito bom ver essa barba aí, fique com ela. he). Só não entendi muito bem a necessidade de colocar um cover de The Reason (do Hoobastank) no álbum, se o Westlife já tinha lançado um no último álbum deles, mas tudo bem...






You Raise Me Up
John Barrowman 

Alguns talvez não saibam mas, antes de nos agraciar as telinhas no papel do Capitão Jack Harkness em Doctor Who e Torchwood e como Malcolm Merlyn em Arrow, John Barrowman já era artista da Broadway e gravou álbuns com suas interpretações. Este ano, lançou esse álbum de versões de canções pop tanto clássicas quanto mais recentes. Ah, e ele também é autor (junto com a irmã) de uma série de livros infantojuvenis. Não há defeitos nesse homem.



Tim Timebomb and Friends
Tim Timebomb

O Tim ficou soltando as faixas desse álbum uma a uma durante várias semanas, até finalmente sair o álbum todo. Trata-se de um álbum com versões de muitas, muitas músicas - algumas de outras bandas de punk rock, ska e reggae, e algumas de rocks antigos e até country! Algumas versões ficaram até mais legais que as originais. Curti mais esse álbum do que o próprio álbum novo do Rancid :P




The Breeze (An Appreciation of JJ Cale)
Eric Clapton & Friends

Não deve ser fácil ser Eric Clapton, vendo tantos amigos indo embora assim. JJ Cale foi um grande amigo pessoal, e quem compôs vários dos sucessos que ajudaram a dar fama ao Eric, tipo Cocaine - eles inclusive gravaram um álbum juntos, o The Road to Escondido. Este álbum é uma homenagem póstuma de Clapton e vários músicos conhecidos, com suas versões de algumas das composições de Cale. O vídeo abaixo faz parte das homenagens e pega lá no coraçãozinho:



• Outros que ouvi e curti •

Listen, do The Kooks. Surpreendentemente dançante!
50 St. Catherine's Drive, póstumo de Robin Gibb. Não conhecia as músicas só do Robin; são bem diferentes do que ele fazia com os Bee Gees, e adorei!
Aretha Franklin Sings The Great Diva Classics. O nome do álbum é bastante autoexplicativo. A versão dela de Nothing Compares 2 U é, provavelmente, a única feliz do mundo, haha
Last Chance to Dance, de CJ Ramone. O CJ sempre foi meu ramone favorito, mesmo não tendo sido um dos originais (me mordam). As coisas que ele lança são sempre legais.
Everything Changes, de Julian Lennon. Fazia muito tempo que não ouvia nada dele, aí vi que ele lançou álbum esse ano e fui ouvir. Me surpreendi ao ouvir um trechinho de Baby You're A Rich Man em uma das músicas, haha.
I'm Not Bossy, I'm the Boss, de Sinéad O'Connor. Adoro essa mulher, fiquei feliz em saber que ela ainda está gravando. Esse álbum foi bem mais bem recebido que o anterior dela, inclusive.
Mandatory Fun, de "Weird Al" Yankovic. Até cheguei a mencionar ele por aqui, anteriormente. Esse álbum foi um sucesso nas paradas, o que é incomum para o estilo!
The Who Hits 50, do The Who. Coletânea dos maiores sucessos dos 50 anos da banda, o que é sempre... sucesso!

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Ouviram algo supimpa esse ano?

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