31/12/2015

A fond adieu, 2015

Na postagem de fim de ano do ano passado, comentei que estava decepcionada comigo por não ter permitido que o ano tivesse sido melhor. Como eu disse, deixei meus problemas de sempre tocarem o Terceiro Reich e meio que desperdicei vários meses me lamentando e me preocupando muito e resolvendo pouco. Bem, o lado bom dessas retrospectivas e reflexões é que elas me fazem acordar para o que eu preciso fazer de diferente, então esse ano eu não me deixei abater (tanto) de novo.

Não foi um ano de grandes mudanças (em alguns aspectos, foi até um ano bastante estagnado), mas ter mais tempo pra mim me fez aprender muito e me convenceu a tentar coisas diferentes.



► Me tatuei mais um pouquinho (duas referências literárias que me são importantes) e finalmente experimentei ter alargadores nas orelhas (eu mesma coloquei e tô há 7 meses com os mesmos 2mm, haha!).




► Tive dengue pela terceira vez (!!!) e perdi um bom peso, então aproveitei a oportunidade pra perder mais os quilinhos que eu sempre falava que queria perder e me cuidar pra não ganhar tudo de novo. Cortei um pouco da besteirada, retomei uma rotina diária de caminhada e faço exercícios todos os dias, em casa. Não é muito mas tem ajudado e dá pra notar uma diferença. Isso ajudou imensamente na questão da autoestima, já que precisei comprar roupas novas e finalmente me senti mais à vontade pra usar coisas diferentes.

► A vida profissional não avançou um passo sequer, mas deixei de me desesperar com isso enquanto realmente não houver motivo pra desespero. Ainda tenho traduções pra fazer, aulas pra dar e álbuns de fotografia pra diagramar; estou constantemente estudando pra melhorar essas habilidades e continuo de olho nas (raras) oportunidades que aparecem. Eu sei que depende de tentar mais, mas, enquanto eu não determinar exatamente o que quero fazer, pego tudo o que aparece.

► Uma das experiências legais nesse sentido foi ajudar minha irmã e meu primo com um desafio do Empretec, que eles estavam fazendo. Eles abriram um negócio temporário de venda de bolos, cuja produção foi minha. Descobrimos que a receita que faz sucesso aqui em casa fez sucesso também pela cidade: os bolos venderam bastante e até recebo algumas encomendas, de vez em quando!

► Outra oportunidade bacana que apareceu e que era algo que eu estava querendo há anos foi fazer gratuitamente, à distância, um curso de Francês da Aliança Francesa. Não era um curso do idioma, mas de imersão cultural, ou seja: foram sete semanas de compreensão de textos, áudios e vídeos sobre Paris, intercalados com revisões gramaticais e atividades escritas. O curso era indicado para quem já estava estudando a língua em alguma escola e deveria estar, pelo menos, no nível A2 (pré-intermediário). Bom, fiquei uns bons 5 anos sem estudar a língua e meu nível é A1, mas arrisquei mesmo assim. Apesar de apanhar um pouquinho das tarefas escritas, fui bastante bem: fechei o curso com aproveitamento de 93% e estou bastante orgulhosa de mim mesma. :)

► Algumas decepções e frustrações inevitáveis, no fim, acabaram rendendo ocasiões muito legais e que vão me fazer lembrar de 2015 com muito carinho. Viajei, visitei familiares e amigos (até fui ao Hopi Hari de novo, sem planejar!) (e voltei a Campo Mourão depois de quase 11 anos!) (e finalmente fui a um show do System of a Down, que foi sensacional e seguido de um dos fins de semana mais divertidos do ano); e encontrei, reencontrei e mantive contato com gente que fez meus dias muito melhores do que eu esperava.




► Fico sempre muito feliz em dar chance a artistas/escritores/filmes que nunca havia escutado/lido/assistido e descobrir que gosto muito deles. Este ano acumulei vários favoritos de cada um desses, e mal posso esperar pra ver o que vai me ganhar no ano que vem.


(isso só pelo Spotify! :B)


► No mais, minha família de plantas carnívoras só aumenta, tô começando a ficar sem espaço na janela. Também fui assaltada pela primeira (e espero que última) vez, tentei reagir e dei sorte de sair ilesa, mas recomendo fortemente que não o façam.

...

Infelizmente, como todo ano, sempre acontece algo triste ou ruim que a gente nunca acha que vai superar. Dessa vez, a vida resolveu me tirar a Akira. Ela ficou muito doente no meio do ano e sobreviveu realmente por muito pouco. Mas, apesar do tratamento e da transfusão de sangue e de ter tido uma melhora visível, ela acabou tendo uma recaída repentina e morreu, no mês passado. É sempre triste se despedir de um bichinho tão amado, mas a Akira era uma das melhores coisas da minha vida e foi muito, muito doloroso perdê-la. Ainda assim, acabamos adotando a Luna, que é uma filhote muito querida e espero que tenha uns bons anos de saúde pela frente.





Pro ano que vem, não tenho nada em mente. Vou continuar estudando o que der, lendo muito e descobrindo bandas, e espero que viajando e trabalhando mais. 

Desejo aos leitores e amigos um 2016 de oportunidades e realizações!

Beijão a todos, e obrigada por mais um ano de companhia!

Manu

22/12/2015

Sugestões de Leitura de 2015: Novembro - Dezembro

E essas foram as últimas leituras de 2015! Não consegui alcançar a meta de 60 livros, mas li quase 50 (muitos deles com mais de 500 páginas), então ainda assim considero um bom volume de leitura.

Este ano, pelo que conferi na planilha que mantenho de leituras feitas, não fui muito eclética em gêneros (ao menos, não mais do que sou sempre) ou em autores. A maior parte foi de norte-americanos e britânicos, seguido por alguns brasileiros, portugueses, franceses e um israelense. Não li um livro sequer escrito por uma mulher (exceto por alguns de contos, em que alguns eram de mulheres, e um didático) e acho que deveria me envergonhar disso. Vou procurar variar mais isso, no ano que vem.

Mantive o padrão das postagens bimestrais e acho que vou continuar assim em 2016, mesmo que não retorne tantas visitas quanto as postagens individuais fariam. Como este não é um blog de resenhas, não quero mudar o foco; prefiro continuar apresentando todos estes livros como sugestões pessoais de coisas que li e gostaria que meus amigos conhecessem. Tenho organizado melhor, agora, separando ficção de não-ficção, pra que fique mais fácil vocês filtrarem ao ler as postagens. 

Como sempre, gostaria de saber de vocês: o que leram esse ano e gostariam de me indicar (eu leio todas as indicações, por mais que demore!)? Leram algo que indiquei durante o ano e que gostaram, ou viram algo que estão pensando em ler?

Para conferir mais de uma centena de outras indicações minhas, cliquem na tag "leitura" no final do post, ou no menu suspenso lá em cima! Se estiverem procurando por algum livro específico, pesquisem pelo nome dele lá em cima, na barra de pesquisa (laranja, com a lupa).




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Ficção:


O Nome do Vento
Patrick Rothfuss - Arqueiro - 2009 (2007) - 651p.

Essa foi uma indicação que recebi há alguns anos e demorei vergonhosamente para começar (já tendo o livro na estante desde então!). Admito que o que me fez protelar a leitura foi uma certa preguiça de começar outra Fantasia para adultos - esse é o primeiro volume de A Crônica do Matador do Rei, e até tem recomendação de George R.R. Martin logo na capa. Mas acabei tirando esse no sorteio, então respirei fundo e comecei; e, já desde as primeiras páginas, percebi que o livro não ia ser nada do que eu estava esperando. É uma leitura super fluida e a narrativa em primeira pessoa feita pelo protagonista, Kvothe, transcorre de forma tão interessante que as 600 páginas passam voando. Kvothe é uma figura misteriosa que ganhou fama pelos mais variados, corajosos e ousados feitos, mas que prefere passar uma vida de anonimato como taberneiro. Até que um homem conhecido como Cronista viaja um longo caminho só para encontrá-lo e registrar sua história, e, embora tenha negado enfaticamente a princípio, Kvothe acaba cedendo e contando tudo pela primeira vez: desde sua infância crescendo com os Ruh, uma trupe de artistas de que sua família fazia parte, passando pela tragédia do assassinato de todos eles por pessoas que eram, até então, consideradas uma lenda; e aí sua sofrida passagem pelos próximos anos nas ruas como um órfão digno de qualquer história de Dickens, até finalmente chegar à Universidade, onde aprenderia todas as coisas maravilhosas que sempre quis e se tornaria Arcanista; mas, acima de tudo, teria acesso a informações valiosas sobre as pessoas que lhe tiraram tudo. Entretanto, estar finalmente na Universidade não foi o alívio que ele pensou que seria: por mais que ele já tenha chegado lá bastante preparado para grande parte do que aprenderia, muitas decepções foram sofridas e muitos inimigos foram feitos. O caminho de Kvothe é longo e cheio de vitórias, derrotas e um bom tanto de aventuras, mas estamos torcendo por ele o tempo todo. Os personagens são muito cativantes e acredito que essa história vá encantar dos leitores mais jovens aos mais velhos. E terminou numa reviravolta tão inesperada que agradeço a Tehlu por já ter a continuação!




Sonho de Prata
Michael Reaves & Mallory Reaves - Rocco Jovens Leitores - 2015 (2013) - 246p.


Continuação do superlegal EntreMundos (este volume não teve co-autoria de Neil Gaiman, um dos criadores da história). Joe Harker (agora ele cresceu e não quer mais ser chamado de Joey) ainda está em contínuas missões pelo Altiverso com sua equipe, formada por outras versões de si vindas de Terras paralelas - versão garota voadora, versão ciborgue, versão fêmea lobisomem, versão grandão fortão... Ao voltar de uma dessas missões, porém, a equipe acabou trazendo para a Base, sem querer, uma completa estranha. E isso é preocupante porque a Cidade Base só é fisicamente acessível para as versões de Harker, pois todos lá são ele: o Capitão, os professores, os oficiais seniores e as centenas de recrutas. Agora, além da luta incessante contra a BRUX e os Binários - as forças da Magia e da Ciência que disputam entre si o controle de todas as Terras - e as missões de resgate de outros Andarilhos, Joe Harker ainda precisa descobrir quem diabos é Acacia Jones. Não me empolguei com esse tanto como com o primeiro, mas acabou de um jeito legal e agora, claro, espero pela conclusão da trilogia.




Não-ficção:

A Origem das Espécies
Charles Darwin - Martin Claret - 2004 (1859) - 639p.

Tentei ler A Origem das Espécies pela primeira vez assim que me formei, e não ter conseguido avançar muito na leitura deve ter sido minha primeira frustração como bióloga. Pior do que isso: eu sequer cheguei a começar o livro em si; desisti ainda na longa introdução. Mas, como eu disse anteriormente a respeito de outro livro, tudo tem hora certa pra acontecer, inclusive a leitura de certas obras. Retomei agora desde o começo e, apesar de não ter sido sempre uma leitura fácil, não me arrependi de ter voltado. A principal obra de Darwin já foi um best seller no dia de seu lançamento. O que a publicação tinha de diferente não era a temática da Seleção Natural (coisa que já vinha sendo teorizada por muitos cientistas antes dele, inclusive seu próprio avô), mas sua linguagem mais acessível ao leitor não científico: pela primeira vez, o público geral poderia saber o que os naturalistas vinham estudando e de que maneira aquilo tudo tinha a ver com a própria vida humana. Darwin foi levado a escrever sobre a origem das espécies após sua famosa viagem de cinco anos a bordo do Beagle, estudando várias plantas e animais ao redor do mundo. Fascinado com tudo o que observou e estudou de outros cientistas, começou ele próprio a criar animais e plantas para confirmar algumas de suas teorias de hereditariedade, seleção natural e sexual, lei do uso e desuso, e o que é considerado uma espécie diferente ou variação da mesma espécie; e aí publicou tudo o que concluiu nessa abrangente obra - não sem dar uns pitacos em alguns colegas que ele considerou equivocados. Ele também discorre sobre instinto (um dos capítulos mais interessantes), extinção, distribuição geográfica das espécies, e morfologia e embriologia (também um dos capítulos que mais gostei). Ao final ainda tem um texto complementar muito bacana de Ernest Trattner, publicado em 1954, que disserta sobre Darwin e a teoria da Evolução, e fala um pouco de vários nomes conhecidos de todos os biólogos (Redi, da biogênese; Lineu, da taxonomia; Lamarck, do uso-e-desuso - a teoria de Lamarck, aliás, tão ridicularizada até hoje, foi defendida por Darwin em vários aspectos), e é um ótimo resumo de várias teorias. Embora algumas das teorias de Darwin, de lá pra cá, tenham sido desbancadas ou melhoradas com a descoberta e o estudo da Genética (o que só ocorreu depois de sua morte), criando uma corrente de pensamento que hoje chamamos de Neodarwinismo, A Origem das Espécies ainda é uma obra indispensável e muito interessante para todo estudioso da Vida.



A Expressão das Emoções no Homem e nos Animais
Charles Darwin - Companhia de Bolso - 2013 (1872) - 343p.


Darwin precisou lançar A Origem das Espécies às pressas, em parte devido a sua saúde muito precária, em parte por causa de outros cientistas publicando obras muito parecidas que poderiam arruinar 20 anos de pesquisa. Por causa disso, muito de sua teoria ficou sem conclusão; então, ao longos dos próximos anos até sua morte, foi lançando outros livros que complementariam o que não coube na obra maior. Este aqui foi um deles, e é considerado uma das mais importantes fontes de consulta para a etologia (o estudo biológico do comportamento). Nele, Darwin analisa a maneira como humanos e animais demonstram diferentes emoções, e por que o fazem da maneira que fazem. Bom, ele passou a maior parte da vida observando animais, mas lhe faltava estudar as pessoas, o que era complicado para ele porque sua debilidade muitas vezes o forçava a ficar na cama. Portanto, para isso, além de observar os próprios filhos e animais de estimação e ler as obras de cientistas do mundo inteiro e também pedir a ajuda deles com algumas observações, Darwin observou fotos de crianças e pacientes de um manicômio (pois ambos "demonstram emoções com mais intensidade"), bem como obras de pintura e escultura de bons artistas (pois "artistas são bons observadores"; embora esse método tenha sido seu menos favorito, já que "a arte exige beleza", e nem todas as expressões são estéticas), e questionários enviados a povos distantes do contato europeu, para que ele pudesse determinar se a maneira como as pessoas demonstram suas emoções é cultural, influenciada por convivência ou uma reação natural, e se a expressão das emoções tanto em humanos quanto em animais é um instinto atávico (passado de geração em geração através da evolução). As conclusões sobre as semelhanças entre todas as raças do mundo e, inclusive, entre nós e macacos quanto à expressão das emoções são muito interessantes, e é até divertido como eu fui imitando os gestos e expressões inconscientemente enquanto ele ia descrevendo cada uma delas. É um livro mais fácil de ler do que sua obra mais famosa (tem até o Darwin sendo engraçadinho em mais de uma ocasião, haha) e é ilustrado, como eu gostaria que minha cópia de A Origem das Espécies fosse.





e-books:





















O Filho de Sobek
Rick Riordan - Intrínseca - 2013 - 45p.
O Cajado de Serápis
Rick Riordan - Intrínseca - 2014 - 75p.
A Coroa de Ptolomeu
Rick Riordan - Intrínseca - 2015 - 78p.


Uma das alegrias de ter um Kindle é que finalmente posso parar de reclamar sobre as coisas que os autores decidiram lançar só em e-book (sim, eu sei, pdf e tudo o mais, mas acho super desconfortável ler livros no computador). Esses livros eram algo que eu (e tenho certeza que muito mais gente) estava esperando que Rick Riordan fizesse: aventuras que juntassem os personagens de Percy Jackson e os Olimpianos com os de As Crônicas dos Kane! Misturar os semideuses do Acampamento Meio-Sangue e sua mitologia grega com os magos da Casa da Brooklyn e sua mitologia egípcia rendeu histórias muito divertidas - especialmente pela dinâmica dos personagens envolvidos que, até então, não se conheciam: primeiro Percy e Carter, tão opostos, lidando com um crocodilo gigante à solta em Long Island; depois Annabeth e Sadie, tão parecidas, às voltas com um deus esquecido que queria voltar a ser importante; e, finalmente, todos juntos enfrentando um inimigo poderoso em comum. Pela maneira como a última história terminou, imagino que mais virão por aí. Tomara!




HQs:


Novos X-Men: Imperial, de Grant Morrison & Frank Quitely. O Professor X tem uma irmã gêmea do mal (como invariavelmente alguém acaba tendo), a horrível Cassandra Nova, que tentou exterminar todos os mutantes da Terra (como invariavelmente alguém acaba tentando). Ao ter seus planos frustrados pelos X-Men na saga anterior, E de Extermínio, e ser eliminada por eles, Nova recorre a um último truque: projeta sua mente para o corpo do irmão e transfere a dele para seu corpo morto. Agora infiltrada no Império Shiar se fazendo passar por Charles Xavier, ela está convencendo os guerreiros de Lilandra a destruírem os mutantes. Além dessa zica toda, aqui na Terra os X-Men estão tendo que lidar com os O-Men, humanos que querem ser mutantes, e que, para isso, estão sequestrando e roubando DNA de mutantes reais. É nesse arco que vemos pela primeira vez a (chatíssima) Angel; e foi nesse arco que, pela primeira vez na História, simpatizei com a Jean Grey E a Emma Frost!






Star Trek: Raças Alienígenas. Eu esperaria que fosse uma espécia de guia, mas são 6 histórias, escritas e desenhadas por vários artistas, e cada uma envolve uma diferente raça das mais conhecidas das séries (especialmente da clássica): gorns, vulcanos, andorianos, órions, borgs e romulanos. As histórias trazem personagens já conhecidos e outros novos, e procuram apresentar melhor a cultura de cada uma dessas raças. Vulcanos, borgs e romulanos já foram bem explorados na TV e nos filmes, mas as demais foram apenas meramente mencionadas em alguns episódios. As primeiras histórias são bem fraquinhas, mas a com os andorianos e a com os borgs, por exemplo, são excelentes.  

17/12/2015

Minhas páginas favoritas do Facebook




Os momentos de raiva que passo navegando pela infame rede social são compensados por algumas páginas que me trazem atualizações relevantes ou divertidas o suficiente pra me dissuadir da ideia de entrar em discussões desnecessárias. Por isso, vou compartilhar com vocês as minhas favoritas.

Procurei fugir dos óbvios nessa lista, como as páginas de entretenimento, artistas ou que a maioria de vocês já curte ou vê os amigos compartilhando de lá com bastante frequência. Talvez infelizmente, quase todas as minhas páginas favoritas estão em inglês, porque é a língua em que estou habituada a pesquisar pelos assuntos de interesse. Ainda assim, caso alguém não seja muito familiarizado com a língua, vale a pena dar uma olhada no conteúdo e, quem sabe, jogar no tradutor do Google, se for o caso. ;)

Sem ordem de preferência:




Essa é a página de um canal no YouTube criado pelo escritor John Koenig. A proposta do escritor é inventar palavras para sentimentos que não têm um nome definido - como a minha favorita, oleka, que denomina "o medo de estar desperdiçando a vida". Saiba mais pelo vídeo abaixo (legendado):





Além das constantes atualizações sobre descobertas arqueológicas e paleontológicas no mundo todo, a página traz muitas informações sobre a História Antiga que poucos de nós já ouvimos falar. E mais: todos as manhãs há uma citação de um pensador antigo e uma imagem belíssima de algum lugar do planeta. Desperta e aprofunda nosso amor pelo mundo!






Eu faço questão de seguir uma página de boas notícias. Não é querer me alienar dos problemas da nossa sociedade, mas, em um meio a tanta notícia nojenta e frustrante, é um alívio ver as coisas boas que a humanidade ainda é capaz de fazer.





Essa página funciona como uma fonte de inspiração e motivação para escritores, compartilhando ideias, soluções, propostas, citações e piadinhas sobre o bendito bloqueio, haha. Gosto de acompanhar tudo, por mais que ainda não tenha me sentido motivada o suficiente para dar continuidade aos montes de coisas que comecei a escrever e não terminei.





Ótima fonte de materiais de pesquisa e cursos para todas as áreas, presenciais ou à distância, pagos ou gratuitos, no Brasil ou no exterior. Já aproveitei muitas dicas de lá e tô sempre de olho no que pode aparecer.





Uma página ótima de gramática da língua inglesa, essencial pro meu trabalho. Tem artigos, testes e dicas, e é bem divertida. Uma boa maneira de me manter sempre estudando, sem precisar ir atrás do material.





Página que reúne fotografias de lugares incríveis do nosso planeta. É sempre gostoso ter a oportunidade de conhecer tantas paisagens maravilhosas que dificilmente poderíamos ver de outra forma. E deixa minha timeline bem bonita.





Já havia recomendado o seu canal no YouTube. A página também vale ser seguida, pois é por lá que eles compartilham todos os artigos que publicam no site, e é MUITA coisa: curiosidades sobre artes e entretenimento, ciência, comportamento, personalidades, história, geografia, linguística - enfim, tudo sobre o que amo ler. O site é uma das minhas fontes favoritas pro blog.





Talvez não seja a página mais atualizada ou relevante sobre novidades científicas, mas foi a primeira do tipo que segui que não desisti de acompanhar. Um problema que eu tenho com a maioria das páginas científicas é que os administradores acham relevante postar sobre ateísmo, o que não está necessariamente ligado à Ciência e me incomoda um pouco. Esta página não traz conteúdo (não) religioso, então é segura para todos.





Talvez a página mais ativa sobre a assexualidade (a da AVEN tem mais curtidores, mas pouquíssimas atualizações). Apesar de postar mais imagens de memes sobre o assunto, a página é também um espaço para conselhos, desabafos e compartilhamento de pesquisas e matérias publicadas nos mais variados meios. A página também dá atenção às outras sexualidades (diferentemente da gritante maioria das páginas LGBT, que excluem completamente a assexualidade, ajudando a difundir o mito de que tal orientação não é válida).





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Quais são as páginas que melhoram suas experiências no Facebook? Compartilhem!

15/12/2015

Meus álbuns favoritos de 2015

Este ano, como todos, marcou alguns eventos na música. Algumas bandas voltaram, outras entraram em férias por tempo indeterminado (volta logo, The Gaslight Anthem, nunca te pedi nada!), e outras acabaram de vez. Alguns músicos foram embora e deixaram saudade (entre meus favoritos, B.B. King e Cilla Black); e, quem sabe?, algumas revelações futuras devem ter nascido.

Como nos últimos anos, não ouvi tudo o que foi lançado por todas as bandas e artistas de que gosto. Cheguei a ouvir alguns, mas não se tornaram favoritos. Outros já não ouço tanto, então seus lançamentos não me foram prioridade; e acabo usando o Spotify mais pra ouvir bandas e artistas diferentes, então acabei conhecendo outras coisas mais atigas que gostei mais.

Dito isso, seguem onze álbuns lançados esse ano: 5 favoritos e 6 devidamente curtidos.




Chasing Yesterday
Noel Gallagher's High Flying Birds

Não é bem surpresa que esse álbum esteja aqui. A verdade é que, quando o ouvi pela primeira vez, não gostei tanto assim. Ele seguiu justo por aquela linha mais eletrônica que apareceu um pouco no primeiro álbum e que não tinha me conquistado completamente. Entretanto, vários shows dessa turnê foram transmitidos online, ao vivo, e aí eu pude ver o quanto as músicas novas funcionam e como as apresentações ficam divertidas com elas. Não perdi nenhuma transmissão, e o álbum acabou me ganhando. Demorei MUITO pra conseguir comprá-lo, mas agora ele já está aqui agraciando minha coleção.






That's the Spirit
Bring Me The Horizon

ESSE, sim, é surpresa estar aqui. O Bring Me The Horizon é de um estilo que eu já não ouço há muitos anos, então nunca dei bola pra banda. Aí me indicaram que eu ouvisse esse álbum e, desde a primeira ouvida, o estrago foi feito: ele é, com certeza, o meu favorito do ano, e um dos meus favoritos de todos os tempos. Ouvi à exaustão, fiz questão de comprá-lo, coloquei uma das músicas como toque no celular. Ao ouvir os álbuns anteriores da banda, entendi que houve uma mudança significativa no estilo (que, particularmente, gostei muito), o que não agradou muito os fãs mais antigos, que preferiam a gritaria sem os elementos melódicos e eletrônicos. Bom, eu sei que eles vêm pro Brasil ano que vem e eu, se tudo der certo, estarei na civilização pra ver.







Singles
Maroon 5

Não é um álbum de músicas inéditas, mas foi por ele que finalmente percebi que gosto muito de Maroon 5! Eu tinha lá minhas favoritas desde sempre, mas nunca tinha parado pra realmente ouvir outras coisas deles. Comecei, então, com esse de singles, e daí pro resto da discografia, pra me pegar ouvindo só isso por vários dias. É ótimo pra dançar (na cadeira) e cantar alto (na cabeça).







Positive Songs for Negative People
Frank Turner

Meu inglês de pernas compridas favorito raramente me decepciona. Talvez porque ele raramente faça algo diferente do de sempre, mas não precisa; o folk rock dele é daquele que traz letras com as quais a gente consegue se identificar bastante bem, então sempre gosto de tudo.









Carry the Fire
Dustin Kensrue

Este foi outro que ouvi por indicação e gostei bastante. O Dustin é vocalista do Thrice (banda que gosto mas não ouço tanto quanto deveria), mas que segue uma carreira solo paralela. Ele normalmente lança músicas de cunho cristão, mas esse aqui fugiu do padrão - num sentido geral, Dustin tá obviamente muito apaixonado, haha! 







  • Sweet Soul Music, do The Overtones. Já disse que o grupo foi uma das melhores descobertas do ano, pois adoro suas versões de músicas antigas. Eles também lançaram um álbum de Natal, recentemente.



  • Dope Machines, do The Airborne Toxic Event. É uma banda que gosto muito de ouvir e esse álbum tá bem bacana, só não peguei pra ouvir tanto, ainda.



  • Red City Radio, do Red City Radio. Conheci a banda por uma música desse álbum e gostei bastante o suficiente pra querer ouvir todo o resto (que, infelizmente, ainda não é muito).



  • Hell or Highwater, de David Duchovny. Sim, o ator. É o primeiro álbum dele e foi meio surpreendente ouvir uma coisa tão gostosa. A uma primeira ouvida, me lembrou muito algo que o Jakob Dylan faria.



  • American Spring, do Anti-Flag. Dei um tempo com o meu punk anárquico e por isso não ando mais ouvindo tanto Anti-Flag como antigamente, mas esse álbum tá legal e as músicas ficam na cabeça, como de costume.



  • XXV, do OOMPH!. Não aguardei ansiosamente pelo álbum dos alemães, mas ouvi e gostei. 




+10 outros álbuns que gostei:


  1. Songs of God and Whiskey, do The Airborne Toxic Event;
  2. What a Terrible World, What a Beautiful World, do The Decemberists;
  3. The Mindsweep, do Enter Shikari;
  4. Got Your Six, do Five Finger Death Punch;
  5. Division of Spoils, do The Flatliners;
  6. The Third Three Years, de Frank Turner;
  7. Don't Be Long, do Make Do and Mend;
  8. Hit Reset, do Random Hand;
  9. Right Here, de Shane Filan;
  10. Dark Bird is Home, do The Tallest Man on Earth.

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Pro ano que vem, tá previsto o lançamento do primeiro álbum solo de Brian Fallon (vocalista do The Gaslight Anthem). De tudo que foi anunciado até agora, esse é o único que farei questão de ouvir.

E vocês, que lançamentos de 2015 foram seus favoritos?

07/12/2015

Questionário: Livros & blá blá blá

Outro que peguei emprestado do Momentum Saga.





10. Se você tivesse o poder, qual personagem de qual livro mudaria, ressuscitaria ou faria desaparecer?

Não consigo pensar em algum que eu queira mudar. Acho que cada personagem é criado daquela maneira por um motivo, e quem sou eu pra dizer que o meu jeito é melhor do que o do autor, né? :B (ok, talvez eu mudasse a Sofia, de O Mundo de Sofia, um pouquinho. Ela é uma adolescente típica, mas acho que extrapolou desnecessariamente em alguns aspectos...)

Ressuscitaria a Edwiges, a coruja de Harry Potter, porque não existe um único bom motivo pra ela ter morrido. Nenhum. Foi como se a Rowling tivesse se enchido e dissesse: "Vou aproveitar que tô empolgada e matar você também, só porque eu posso. Tchau". Poxa!

E eu faria a Ygritte, das Crônicas de Gelo e Fogo, desaparecer. Ela não durou muito, mas a personagem não teve nenhum propósito além de ser o interesse romântico de Jon Snow, que preferiu trair um juramento que ele fez de boa vontade em favor da selvagem ruiva irritante, trazendo para seus Irmãos todo tipo de complicação desnecessária que não contribuiu pra nada. Ou talvez eu só esteja procurando motivos pra sumir com uma personagem que eu realmente detestei. 


9. Se tivesse que dividir sua alma em 7 livros, quais seriam?

Horcruxes, yay!




8. Você já participou ou conhece algum grupo de leitura?

Não :( Não tem disso por aqui. Só participei de algo parecido quando estava na escola, nas aulas de Leitura. A gente podia escolher o livro que quisesse, lê-lo durante a aula, e quando terminasse era só pra dizer se o recomendaria ou não, sem discussão.


7. Você já sofreu algum tipo de bullying literário por causa de alguma obra que você gosta?

Poxa, não que eu saiba. Às vezes me olham esquisito na banca quando eu compro HQs, mas não ligo. HQs me fazem mais feliz do que a opinião das pessoas.


6. De qual festa ou comemoração que aconteceu nos livros que leu gostaria de ter participado?

Provavelmente, nenhuma; festas e comemorações me deixam nervosa (bebida, gente falando alto, comidas estranhas, eventuais assassinatos). Talvez os banquetes de fim de ano de Hogwarts (o que é uma resposta óbvia), mas nem comer eu ando comendo direito, então acho que não ia aproveitar muito. :B


5. Você considera algum livro da sua coleção como um troféu? (Foi difícil de conseguir ou foi uma conquista, um presente de alguém muito querido... etc.)

Acho que a biografia do The Clash, que foi difícil de conseguir e acabou sendo presente de uma completa estranha. Ele estava custando um preço absurdamente simbólico no eBay, mas o vendedor não entregaria para o Brasil. Desabafei sobre minha frustração no tumblr do The Clash que eu mantinha, na época, e uma das seguidoras, americana, disse que eu poderia comprar e pedir para entregar na casa dela que ela me enviaria. O frete saiu caríssimo pra ela e eu me ofereci pra pagar (apesar de ser uma quantia que eu não tinha como arcar - quase o triplo do preço do livro), mas ela foi enfática sobre ser um presente. Então, é, tenho bastante carinho por ele.


4. Qual livro você leu e gostaria de ler novamente?

Faz tempo que tô me ensaiando pra ler Psicose de novo (li há muitos, muitos anos e gostaria de me lembrar de como é o Norman Bates do livro), mas preciso ler os inéditos antes. 


3. Qual é o seu maior medo no universo literário?

Não posso nem dizer que é a exultação de obras medíocres porque, gente, literatura também é entretenimento além de fonte de conhecimento. Deixa o povo se divertir; ler livros ruins ainda é melhor do que fumar crack. O que me daria medo seria uma situação como a de Fahrenheit 451 - uma ordem governamental que ditaria a proibição da leitura e posse de livros, sob pena de queima dos objetos e prisão do portador (em casos extremos, até pena de morte). Ser proibida de ler seria um pesadelo.


2. Você gostaria que os seus diários (ou suas memórias - pra quem nunca escreveu um diário) fossem transcritos em livro e publicados?

Não, e não digo isso por causa de algum segredo nem nada, mas só prevendo que esse seria o livro mais entediante da face da Terra. Agora, o que renderia livros interessantes seriam os meus sonhos. Eu ainda tô pensando num jeito de colocar todas minhas bizarrices noturnas no papel (aliás, uma das histórias que comecei a escrever e nunca consigo dar continuidade é baseada em um sonho recorrente que tenho...).


1. Você já leu algum livro que mudou sua maneira de ver o mundo?

Não tenho certeza. Ao mesmo tempo em que sou bastante ligada em Fantasia, sou bastante cética em relação à nossa realidade, então nada realmente me surpreende. Dito isso, vou responder com Termine Este Livro, de Keri Smith. Esse divertido livro interativo me obrigou a prestar mais atenção na minha própria casa e quintal, o que foi ótimo para, por exemplo, aprender o nome de coisas que eu vejo todos os dias há 11 anos e nunca me importei em saber. Desde que o terminei, continuo prestando atenção em coisinhas pelas quais passava reto sem dar importância, e acho que ter esse interesse pelo mundo que nos cerca é um grande passo em direção ao crescimento.

03/12/2015

Assiste a 26 séries (you're a freaking god!)

Eu não acabo as que comecei antes de começar outras.
E passo a vida em função de acompanhar tudo.
Não façam como eu.
Socorro.



Breaking Bad


Acho que todo mundo já viu. Se não viu, já sabe do que se trata, de tanto que foi comentada nos últimos anos. Demorei, mas cedi e resolvi conferir o hype... e, conforme previsto, fiquei bem viciada ("viciado" é uma palavra interessante para se usar nesse contexto). Aos que ainda não conhecem: Walter White é um químico brilhante mas um homem sem ambição, que preferiu ser professor em uma escola e viver uma vida simples. Entretanto, o destino lhe presenteia com um câncer grave de pulmão, por cujo tratamento não pode pagar. Desesperado pelo futuro de sua família (esposa grávida, filho adolescente com paralisia cerebral), White tem uma ideia após ir a uma batida policial com seu cunhado, agente da DEA: ganhar dinheiro fácil fabricando metanfetamina. Sem saber nada a respeito da parte de venda e distribuição, pede ajuda a um ex-aluno e entendido no assunto, Jesse Pinkman. Juntos, os dois logo descobrem que apenas fazer e vender não resume o que é realmente entrar para o mundo do tráfico, e se veem em situações terríveis que ameaçam suas vidas e a de outras pessoas. A série é viciante porque, além dos episódios acontecerem em sucessão direta e querermos logo ver no que vai dar, é tudo muito realista e terrível, não há romantização do mundo do crime ou do tráfico. E deixa a gente tenso a maior parte do tempo, torcendo, rindo, chorando. Se tem mais alguém de nariz torcido pra Breaking Bad, sugiro que o destorça e ao menos veja o primeiro episódio.






Marvel's Daredevil (Demolidor)



O Demolidor é um dos meus personagens preferidos das HQs (como já disse algumas vezes), então a notícia de que haveria uma série me deixou empolgada desde o começo. Pra quem não conhece o personagem: Matt Murdock perdeu a visão quando criança, em seu primeiro pequeno ato heróico, num acidente com radiação que acabou lhe conferindo uma audição tão apurada que compensa completamente a deficiência. Seu pai, conhecido boxeador, cuidou do menino o melhor que pode, mas logo Matt ficou órfão. Agora advogado, Matt Murdock alterna sua rotina profissional com a vigilância de Hell's Kitchen, bairro violento onde cresceu e os mais variados crimes acontecem. A (excelente!) série acompanha bem o começo da vida de Murdock como o Demolidor e traz todos os personagens conhecidos dos seus gibis; é divertida e cheia de ação e surpresas e coisas que a gente tava louco pra ver. E temos que dar uma menção honrosa ao Wilson Fisk aqui, que não foi transformado num vilão caricato, mas é alguém com quem até simpatizamos ao mesmo tempo em que tememos. Tô empolgadíssima pra segunda temporada!






Orphan Black



Não tenho nem como começar a explicar o que é Orphan Black; só consigo dizer que é sensacional e que é possivelmente uma das minhas favoritas de todos os tempos. A irresponsável Sarah Manning acaba de chegar aos EUA, depois de ter fugido uns meses para sua Inglaterra natal, com planos de pegar de volta a filha e ir embora pra sempre. Na estação de metrô, tem a atenção voltada para uma mulher aparentemente bastante perturbada. Ao olhar em sua direção, Sarah vê que elas são idênticas e, sem tempo de processar a informação, ela vê a mulher se jogar em frente ao metrô. Enquanto todos correm para chamar ajuda, Sarah vê a bolsa da mulher no chão e a rouba; ao ver seus documentos, confirma que elas são de fato fisicamente idênticas e se pergunta se ela tinha uma irmã gêmea de quem nunca soube. Logo, também, soube que Beth tinha uma enorme quantia de dinheiro depositada no banco, então Sarah tem a brilhante ideia de se passar pela falecida para poder pegar esse dinheiro e ir embora com a filha. Entretanto, se fazer passar por uma completa desconhecida não foi nada como ela planejou, e Sarah se viu envolvida em todos os problemas de sua sósia, pra pouco depois finalmente descobrir o impensável: existem mais delas. E elas são todas clones. Ela não sabe por quê. Ela não sabe quantas existem. Mas sabe que elas estão morrendo uma atrás da outra. E agora ela conhece algumas delas e, juntas, tentam descobrir tudo isso. Tatiana Maslany é uma atriz tão fantástica que, ainda que todas sejam clones, elas têm personalidades TÃO diferentes (v1d4 l0k4 destemida, policial séria, cientista nerd, dona de casa suburbana, madame malvada, fanática religiosa insana, transgênero... e cada uma de um lugar diferente do mundo, o que implica em vários sotaques) que a gente esquece que são todas interpretadas pela mesma pessoa!






Star Trek: Voyager



Eu sinceramente não sei o que vai ser da minha vida quando não tiver mais Star Trek pra ver. Não quero nem pensar na possibilidade. Voyager foi exibida praticamente simultânea a Deep Space Nine, mas agora estamos novamente a bordo de uma nave e, dessa vez, sob o comando da fabulosa capitã Kathryn Janeway. Inicialmente lançada ao espaço para cumprir uma missão simples de três semanas, a Voyager acabou sendo sequestrada por uma força alienígena que os levou ao distante e inexplorado Quadrante Delta. Incapacitados de voltar pelo mesmo modo como chegaram lá, a tripulação precisa agora encarar uma viagem de 75 anos de volta pra casa. No caminho, conhecem toda uma gama de raças com que a Federação nunca havia tido contato, tanto pacíficas como hostis e, é claro, reencontram os já temidos Borgs, que são de lá. Apesar das dificuldades e da compreensão de que 75 anos é mais tempo do que eles podem esperar viver, os exploradores da Voyager nunca desistem de tentar e aproveitar a oportunidade de estar em espaço não explorado para contribuir grandemente com o conhecimento da Federação. Há uma nova série a caminho e, ao mesmo tempo em que todos os fãs se empolgaram, todos ficamos preocupados (especialmente em vista dos filmes recentes que lançaram). Star Trek sempre foi destaque por seu elenco racialmente diversificado, as discussões políticas, filosóficas e sociais e por todas as barreiras que quebrou com a visão fantástica de seus roteiristas. Espero que a nova série planejada traga tudo isso que Roddenberry fez questão de colocar em sua obra e que seus sucessores se empenharam tanto em manter.






Vikings



Essa série de gente linda é baseada em uma das maiores lendas nórdicas, a de Ragnar Lothbrok. Ragnar era um fazendeiro que decidiu tentar atravessar o mar e conquistar as terras além - a futura Inglaterra. Com insubordinação e a ajuda de alguns amigos, fez uma primeira incursão bem sucedida e ganhou fama, aliados e um inimigo poderoso. Com o tempo, Ragnar expandiu seu poder até eventualmente se tornar rei. A série é violentíssima, em contrapartida aos personagens muito carismáticos: Ragnar é um líder fantástico e temível, mas tem um senso de humor muito divertido, e seu amor pelos filhos e a improvável amizade com o monge Athelstan é provavelmente o que mais gosto em tudo. Seu irmão, Rollo, é odiável mas um guerreiro formidável; e sua esposa, a escudeira Lagertha, é excelente em batalha e inteligente em negociações. E ainda temos Floki, o construtor de navios, com quem simpatizamos por ser meio maluco mas nunca sabemos exatamente se podemos confiar nele. É uma série fácil de acompanhar, tem muita tensão e Ragnar sempre nos surpreende com alguma jogada inteligente. Aliás, outra coisa que gosto muito na série é o cuidado que tiveram em fazê-los dialogar sempre com sotaque e, quando com povos de línguas diferentes, cada um em sua própria língua (porque sério, nos filmes de vikings todo mundo fala inglês e tudo bem) - até mesmo o inglês usado nessas situações é o da época.






terminada:

Hannibal



E essa aqui foi uma que relutei em começar a ver, mas me foi tão recomendada que cedi e não me arrependi. Infelizmente, foi cancelada; talvez por ser intelectual demais. Acredito que todos conheçamos Hannibal Lecter, canibal famoso pelo filme O Silêncio dos Inocentes, baseado nos livros de Thomas Harris. Para quem já leu os livros e/ou viu os filmes, essa série se passa entre A Origem do Mal e Dragão Vermelho, assim que Lecter se estabelece nos EUA como psiquiatra e ajuda o FBI em investigações de assassinatos brutais (a maioria, cometidos por ele mesmo). Há aqui uma considerável alteração de personagens e fatos da história original, mas Hannibal mantém-se fino e brilhantemente interpretado. A série tem uma fotografia maravilhosa e diálogos complexos, e a genialidade do reservado Will Graham ao reconstituir os crimes é possivelmente o que mais nos surpreende.







Ok, essas são algumas das que comecei recentemente. Será que dou uma diminuída nessa lista antes de começar outras? (Resposta: Improvável.)

28/11/2015

Ainda sobre livros interativos

Comentei aqui, no ano passado, sobre meu gosto por livros interativos e como eles me ajudam com a ansiedade [1, 2]. Este ano, a moda foi os livros de colorir para adultos, aos quais não cheguei a aderir (até gosto de pintar mas, sinceramente, gosto muito mais do meu caderno de atividades da Marvel, hahah) (po, vem com adesivos, não me julguem).

Com exceção do Termine Este Livro (que adorei fazer), ainda não terminei nenhum dos outros - como eu disse, o Destrua Este Diário não me pegou; o Listografia está sendo complementado aos poucos, e o 1 Página de Cada Vez (meu favorito) é meio intenso e não é todo dia que dá pra completar algo nele. 

Existem ainda vários por aí; são tantos que não sei bem quais são mais legais, então acabo escolhendo meio "no escuro". Recentemente, resolvi experimentar outros dois, que são o Livro de Marcar Livros, organizado pela Increasy, e o The Pointless Book, de Alfie Deyes.




O Livro de Marcar Livros eu peguei por curiosidade, porque, afinal, tem a ver com livros e eu não consigo resistir a isso. Ele funciona como um diário de leitura, mas não é só isso: nele, além de marcar o que você já leu e o que ainda quer ler, você é incentivado a registrar os seus livros, personagens e autores favoritos e as recomendações dos seus amigos, comparar os livros que você leu com suas versões para o cinema, anotar suas citações favoritas, agendar eventos e lançamentos literários, e muito mais. O que mais gostei nele, entretanto, foram as listas de livros ganhadores de prêmios literários como o Pulitzer, Jabuti, Nobel e Man Booker (desde os primeiros até 2014), em que a gente pode marcar se já os leu ou se pretende lê-los. Fiquei decepcionada comigo mesma ao conferir quão poucos destes eu já li e de quantos eu nunca havia ouvido falar! Acho que essa é a parte do livro que vai ser realmente útil pra mim, já que o resto eu acabo organizando pelo Skoob, mesmo, ou aqui no blog. 







Já o The Pointless Book, bom... é "um livro sem noção", mesmo. Peguei esse porque estava bem baratinho na Amazon; nem sabia que o autor era vlogger ou que isso era um canal do YouTube antes de virar livro. De qualquer forma, acabei não curtindo muito. Ele tem uns passatempos divertidos (origamis, receitas, exercícios de observação) e algumas listas que eu adoro fazer mas que já apareceram em outros livros; porém, de resto, nada muito diferente e um monte de folhas realmente inúteis (tipo "vire essa folha com o cotovelo" ou "vá para a página 34"). Muitos exercícios são para ser feitos com outra pessoa e eu não tenho essa opção, e alguns dos passatempos são complementados por um aplicativo de celular, que não posso conferir pois não há versão dele para Windows Phone. Enfim, é um livro bem bobinho e não sei se vou fazer tudo dele (tem muita coisa pra desenhar e eu sou uma negação). 



Ainda tô procurando um realmente bacana que me dê um monte de coisas pra fazer e pensar a respeito. Se vocês conhecem algum assim, por favor, me indiquem!

26/11/2015

15 músicas aleatórias

Tava eu aqui fuçando o arquivo do blog e me lembrei que eu costumava fazer uma postagem dessa por ano, apesar de a última ter sido há 4 anos :P [2009, 2010, 2011]. Claro que, de lá pra cá, fiz várias listas de indicações musicais; mas as fiz seguindo padrões diferentes e, sei lá, deu saudade de fazer como antes.

A ideia era pegar uma playlist favorita, colocá-la para tocar em modo aleatório e listar as 15 primeiras músicas que tocassem, sem pular, e dizer por que elas estão na sua playlist. O caso é que eu não tenho mais meu iPod, e minhas playlists do Spotify são pequenas e têm as mesmas músicas de sempre, que já postei aqui várias vezes. ENTRETANTO, tenho a opção da rádio personalizada da Last.fm, que manda tudo o que tem na minha biblioteca pessoal. Então, vou pegar as 15 primeiras que tocarem lá (procurando não repetir o que já postei aqui antes).

Não precisam ouvir tudo (não precisam ouvir nenhuma). Acho legal postar porque gosto de comparar essas listas de ano em ano, já que meu gosto musical tá sempre ampliando e indo por caminhos estranhos. E, também, dizem que dá pra conhecer muito sobre alguém baseado no que ela gosta de ouvir... ;)




#1 OOMPH!, Lass mich raus (industrial)



Essa é uma banda que eu ouço desde antes do blog, então não é surpresa ter aparecido. Na verdade, já não me empolgo tanto com ela quanto na época, mas essa é uma das minhas favoritas das razoavelmente recentes.


#2 The Flatliners, Carry The Banner (punk rock)


Me dá sempre uma dorzinha no coração ouvir Flatliners sabendo que eu estive tão perto de vê-los ao vivo, não fosse aquele FIASCO do Wros Fest 2013. Não lembro bem como comecei a ouvi-los, mas gosto muito dessa banda canadense.


#3 The Menzingers, I Was Born (punk rock)


Acho que quase coloquei ela em uma lista recente e acabei trocando por outra deles. Já ouvia a banda há um tempo sem dar muita atenção pra ela, mas acabei simpatizando com os rapazes por causa desse vídeo, e esse refrão é uma coisa que fica na minha cabeça nos momentos mais aleatórios da vida.


#4 Linkin Park, In The End (new metal)



Quase pulei, mas achei até bom colocá-la aqui porque acho que quase não há menção ao Linkin Park no blog. Já comentei que eles foram uma das bandas mais importantes da minha vida mas, quando comecei esse blog, eu já andava no caminho da decepção com o que eles estavam fazendo da banda. Saudade de quando havia baleias voadoras.


#5 The Bangles, Eternal Flame (80's)



Eu sinceramente não me lembro quando foi que eu deixei de achar essa uma balada brega e comecei a gostar de verdade dela. Infelizmente, fica uns 3 dias na cabeça.


#6 Oasis, Magic Pie (rock)



Que engraçado ter dado Oasis, eu quase não ouço Oasis no computador (tendo toda a discografia física, prefiro ouvir meus CDs). Esse álbum é incrivelmente subestimado, mas acho que foi justamente toda a loucura da sua produção que deixou ele tão bom. Bom, eu adoro as músicas do Be Here Now, queria que eles tivessem tocado mais delas nos shows.


#7 Lady Gaga, Poker Face (pop)


Eu tô ouvindo MUITO Lady Gaga. Há uns anos eu era comparada a ela e ficava irritada, mas agora não me ofenderia. Ela é legal.


#8 Random Hand, Bones (skacore)


Sempre achei cool como o vocalista consegue ser o vocalista e o trombonista. #lifegoals


#9 Revolverheld, Immer in Bewegung (pop rock)



O Revolverheld tem sido uma das minhas bandas favoritas desde que comecei a ouvi-los. Acho essa música muito gostosa de acompanhar, e estava na minha playlist de caminhada.


#10 Maroon 5, Animals (pop rock)


Outra banda que ando ouvindo muito, ultimamente, apesar de sempre ter dado pouca importância. Descobri que ela funciona bem pra aliviar minha ansiedade noturna.


#11 Frank Turner, Reasons Not to Be An Idiot (folk rock)


Uma das minhas favoritas de um dos meus ingleses favoritos. Às vezes, gosto de imaginar que ele tá cantando essa pra mim.


#12 Dropkick Murphys, Walk Away (punk rock)


Minha favorita deles; também estava na minha playlist de caminhada, e é muito legal de cantar junto.


#13 Dispatch, Open Up (reggae rock)

(começa em 2:20)

Mais uma banda que tenho ouvido bastante; gosto muito da mistura de estilos e simpatizei muito com os caras quando descobri que eles são super envolvidos com os mais variados projetos sociais.


#14 The Overtones, Perfect (doo-wop)



Adoro as versões que eles fazem de músicas antigas, e adoro vê-los se apresentando, porque eles sempre o fazem muito bem. Adoro grupos vocais!


#15 Amy Winehouse, Tears Dry on Their Own (r&b)



Acho que minha favorita dela. Tenho sempre que me lembrar que essa letra faz todo o sentido e que eu preciso levá-la mais a sério pra evitar dor de cabeça.

23/11/2015

Mais dicas de filmes para ver na Netflix

Os que indiquei nas postagens anteriores provavelmente não estão mais lá [1, 2] e, de lá pra cá, já assisti a mais filmes legais. Então, acho que já está na hora de mandar outras sugestões.

Como nas outras vezes, procurei fugir das recomendações muito óbvias (os filmes que todo mundo já viu ou já cansou de ouvir falar). Segue uma escolha pessoal para cada uma das principais categorias:



[ PARA ASSISTIR, CLIQUE NAS IMAGENS ]



► AÇÃO



Este eu assisti antes de entrar pro catálogo do Netflix. Quem não gosta de distopias, certo? O filme, além de ter bastante ação e ser emocionante, é cheio de surpresas. 


► CLÁSSICO



É um clássico meio perturbador, daqueles que a gente fica nervoso enquanto vê. É até estranho ver o Robert De Niro tão novo e tão insano, haha. 


► COMÉDIA



Já assisti várias vezes; é muito bacana e bem divertido (especialmente pelo Jeff Bridges). Foi baseado em uma HQ que nunca consigo achar pra ler. :(


► DRAMA



Minha mãe sempre falava desse filme quando víamos algo com Edward Norton, e agora finalmente entendi a recomendação dela. Foi uma interpretação genial em um filme muito, muito tenso, violento e emocionante. Acho que é indispensável. 


► FICÇÃO CIENTÍFICA



Levei 20 anos pra assistir a esse filme e, quando finalmente o fiz, o assisti duas vezes seguidas. Que filme incrível! Junta temáticas que muito me interessam, é divertido, louco, triste, e o Brad Pitt está irreconhecível no papel de maluco que interpretou muito bem.


► SUSPENSE



Esse foi baseado na HQ de mesmo nome de Alan Moore, que propõe uma teoria bastante crível, apesar de envolver um certo sobrenatural, sobre quem seria Jack, o Estripador. Talvez seja uma indicação óbvia por ter Johnny Depp (acho que as pessoas que gostam muito dele devem ter assistido tudo com ele :B), mas ainda assim vale a indicação. É um tanto triste.


► TERROR



Eu ando de má-vontade com filmes de terror, mas assisti a esse com a minha mãe e achei ele bem legal. Dá uns sustos, tem suspense e tem uma boa história, até deixa a gente com um pouco de medinho depois. Vale assistir.





Fiquem à vontade para indicar nos comentários qualquer filme legal que vocês viram por lá. Divirtam-se!

07/11/2015

A palavra é: Immortelle

Em um momento de breve tédio, lembrei-me de uma brincadeira que já fiz por aqui em duas ocasiões [1, 2]. A regra era pegar um dicionário, abri-lo aleatoriamente em qualquer página, bater o olho em uma palavra e postar sobre o que tal palavra me lembra.

O dicionário que estava à mão aqui era o de Francês, e a primeira palavra que vi ao abri-lo aleatoriamente foi immortelle, adjetivo feminino que significa "imortal". Poxa, que sorte, isso me faz pensar em muitas coisas:


1. Immortelle, mesmo, me lembra de uma banda gótica austríaca da qual gostava bastante, L'Âme Immortelle

Conheci a banda ao assistir ao vídeo de Brennende Liebe, da banda OOMPH!, no qual a primeira banda teve participação. Já falei sobre a vocalista, Sonja Kraushofer, por aqui anteriormente. Estou completamente por fora do que esse povo anda lançando ultimamente, mas de vez em quando ainda ouço as minhas favoritas da época. Segue o vídeo que mencionei e mais um dos meus favoritos da banda.







2. Inevitavelmente, a palavra "imortal" me faz lembrar do sucesso de mesmo nome gravado por Sandy & Junior. Não vou colocar a música aqui, mas apenas deixar a melhor citação da brilhante versão (a original é uma canção chamada Immortality, gravada pela Céline Dion com participação dos Bee Gees):

O que é imortal não morre no final.

(A propósito, a Sandy estava um tanto obcecada pela imortalidade, nesse álbum...)



3. A sensacional Turritopsis dohrnii, ou água-viva imortal! Estava mesmo querendo falar sobre ela, qualquer hora dessas.



Essa espécie de água-viva é encontrada no Mar Mediterrâneo e no Japão, e é o único animal do planeta (ao menos, que se saiba até hoje) que, após atingir a completa maturidade sexual, é capaz de regressar ao estado larval pra depois começar tudo de novo. Elas fazem isso como defesa contra danos físicos, quando estão velhas ou doentes, ou sob estresse. Pelo que se sabe, elas podem fazer isso quantas vezes quiserem, por isso ganharam a fama de imortais. Mas, claro, elas ainda podem morrer se forem predadas ou sucumbirem a uma doença antes de conseguirem reverter a evolução de suas células.

Esses animais não atingem mais do que 4,5 milímetros de diâmetro, e possuem entre 80 e 90 tentáculos. Apesar de ainda estarem concentrados nos lugares mencionados, cientistas acreditam que, pegando carona nos cascos de navios, eles logo possam invadir outros oceanos, aumentar exponencialmente sua população e, silenciosamente, dominar todos os mares.


4. Por fim, me lembro de uma das minhas histórias favoritas das HQs de Sandman, de Neil Gaiman: "Homens de Boa Fortuna", que aparece no segundo volume, A Casa de Bonecas.




Em 1389, o soldado Hob Gadling estava em uma taberna conversando com amigos sobre a morte, alegando que se tratava de um desejo, e não de uma inevitabilidade. Segundo ele, as pessoas só morriam porque se conformavam com a ideia, e que ele já havia decidido que queria viver para sempre. Morte estava ouvindo a conversa e chamou seu irmão, Sonho, para opinar. Ambos, então, concordaram em conceder a imortalidade a Hob, com a condição de que a cada 100 anos eles se encontrassem naquela mesma taberna e ele contasse tudo o que lhe havia acontecido nesse tempo. A cada século, Hob viveu altos e baixos, conhecendo a riqueza e a miséria, a felicidade e a dor de todas as perdas. Depois de muitos séculos, a Morte lhe perguntou se ele consideraria por um fim ao pacto de imortalidade, mas Hob recusou, dizendo ainda não estar pronto.


Bom, essas foram as minhas principais associações com a palavra. Em que vocês pensam quando falamos em "imortal"?