01/03/2015

Sugestões de Leitura de 2015: Janeiro - Fevereiro

Uhu! Começamos novamente as postagens que mais gosto de fazer!

É até simples preparar os relatórios bimestrais de leitura: assim que termino de ler um livro já venho escrever a resenha aqui e salvo o rascunho, então me lembro melhor de tudo o que gostaria de dizer sobre ele.

Separo bimestralmente porque dá pra juntar uma quantidade boa de livros em uma postagem só - se for fazer uma postagem pra cada um, ou mensalmente, aí o blog vira depósito de resenha e mal terei espaço para as outras postagens -, e assim as dicas também não ficam tão atrasadas, como acabavam ficando nas postagens anuais. Acham que funciona assim, ou têm alguma maneira melhor em mente? Estou aberta a sugestões!

Vamos às primeiras leituras do ano:

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O Mistério de Edwin Drood
Charles Dickens - Lachâtre - 2001 (1873) - 536p.

Edwin ganha seu nome na capa, mas a história mesmo gira em torno do maestro John Jasper, tio dele - um homem aparentemente correto e um verdadeiro cavalheiro, mas que esconde alguma perturbação por trás do seu vício em ópio. Edwin Drood desaparece misteriosamente após, em acordo com sua amada Rosa Bud, desmanchar o noivado ao qual os dois eram prometidos desde a infância. No decorrer do ano seguinte, todos já acreditavam que Edwin estava morto... Nesse ínterim, vários personagens interessantes nos são apresentados, e toda a aura de mistério vai se definindo e, por vezes, nos confundindo mais. O Mistério de Edwin Drood foi o último romance de Charles Dickens; e inacabado, pois o autor faleceu subitamente em 1870, antes de finalizá-lo. Naquela época, as obras eram lançadas em partes, e os leitores que acompanhavam esse precursor da literatura policial ficaram desapontados por não poderem conhecer o desfecho do caso de Edwin Drood. Entretanto... Dois anos após o falecimento de Dickens, um mecânico simplório dos EUA disse estar recebendo "mensagens psíquicas" do falecido autor o incumbindo de terminar a história. Considerado um médium, Thomas James levou seis meses para psicografar a segunda metade (os últimos 6 fascículos dos 12 que Dickens havia planejado), sofrendo perseguições de vizinhos que achavam que ele recebia "visitas demoníacas". Como nenhuma editora levou seu trabalho a sério, ainda mais no que se referia à conclusão da obra de autor britânico consagrado, Thomas publicou o livro de seu próprio bolso, tendo conseguido imprimir entre 100 e 300 cópias, se tanto. Essa versão brasileira foi considerada lançamento da obra completa por aqui, e foi traduzida e publicada por uma editora espírita (com os fundos da tradução doados a instituições sociais sem fins lucrativos). Como a versão terminada pelo médium não foi considerada digna de respeito ou de publicação oficial, a história completa para tradução foi dificílima de conseguir, tendo o tradutor que viajar à Inglaterra e negociar pessoalmente com os responsáveis pelo legado de Dickens por uma cópia original. Apesar do ceticismo de vários estudiosos da obra de Dickens, houve também os defensores da continuação psicografada, sendo o mais famoso Arthur Conan Doyle, autor de Sherlock Holmes. Estes defendem que seria impossível para uma pessoa simplória como Thomas James, alfabetizado mas de educação primária, ter concluído uma obra de Dickens mantendo o mesmo estilo do autor (ele sequer havia lido a primeira metade do livro e, segundo o jornalista que o entrevistou na época, nem ao menos gostava de ler. Thomas também não queria que seu nome fosse publicado). Outro ponto a favor é que a história foi concluída com dicas que o próprio Dickens já havia revelado ao seu ilustrador oficial, e que este jamais havia contado a ninguém (e, mesmo que tivesse, seria improvável que essas informações tenham parado nos ouvidos de um americano caipira). Já os céticos afirmam que o desfecho segue um padrão "americanizado demais" e "pobre e clichê". Outros dizem que a história já devia estar terminada, e sua publicação póstuma não passou de um golpe de publicidade, já que se tratava da primeira história suspense policial de Dickens. Independente de quem tenha terminado a história, o final pode não ter sido o mais original, mas foi realmente comovente. A quem quiser ler o livro, alerto quanto à dificuldade de levar uma obra de Dickens até o final, já que o estilo dele é conhecidamente cansativo, mas não deixem que isso os impeça. Acima de tudo, alerto quanto a algumas liberdades absurdas tomadas pelo tradutor: o homem soltou spoilers nas notas de rodapé em pelo menos três ocasiões, o que considero imperdoável em um livro de mistério (por mais que o livro seja antigo, é como ele mesmo disse: se trata de um lançamento por aqui. Provavelmente, pouca gente era familiar com a história)! Mais uma observação: quem assiste Doctor Who provavelmente se lembra do terceiro episódio da primeira temporada, The Unquiet Dead, onde o 9º Doutor e Rose voltam à era vitoriana e conhecem Charles Dickens, que, ao final, se disse inspirado pelas "criaturas fantasmagóricas" da aventura para concluir sua obra - essa obra.





















Dragão Vermelho
Thomas Harris - BestBolso - 2013 (1981) - 381p.
Hannibal
Thomas Harris - BestBolso - 2013 (1999) - 445p.
Hannibal: A Origem do Mal
Thomas Harris - BestBolso - 2014 (2006) - 255p.

Os fantásticos livros que trouxeram Hannibal Lecter ao mundo. Acabei acompanhando um pouco fora de ordem, já que li O Silêncio dos Inocentes antes, sem saber que ele era o segundo livro com o nosso canibal favorito. Em Dragão Vermelho, o detetive Will Graham precisa voltar à ativa para ajudar a desvendar o padrão de um serial killer que vem matando brutalmente famílias sem relação clara entre elas. Embora tenha sido o policial que desmascarou e prendeu o genial doutor Hannibal Lecter - quase pagando com a vida, Graham terá de contar com a ajuda dele, agora, para pegar este psicopata. Já em Hannibal, que se passa sete anos após os eventos de O Silêncio dos Inocentes, Clarice Starling está com a carreira por um fio. Sua única chance de redenção é conseguir capturar o Dr. Lecter, foragido e aprontando pelo mundo. A agente Starling, entretanto, não é a única atrás dele - uma das vítimas sobreviventes do bom doutor, milionário e influente, está louca por vingança. Portanto, agora o caçador virou caça, e a caçada vai dar um trabalhão. Um dos pontos interessantes a respeito dos livros é quando o autor explica, em nota, como chegou ao personagem Hannibal, que não foi criado para ser protagonista, mas como o "personagem que saberia de tudo" e ajudaria os mocinhos quando estes estivessem perdidos em suas investigações. Mas o Dr. Lecter ganhou a simpatia de tantos leitores que Thomas Harris acabou escrevendo os livros seguintes dando mais destaque a ele; até finalmente escrever A Origem do Mal, que é totalmente sobre o personagem, desde a infância e a morte trágica da família na Lituânia em plena Segunda Guerra, passando pelos seus traumas, chegando ao seu primeiro assassinato, e acompanhando sua jornada por vingança. E, mais uma vez, destaco a maestria do autor ao descrever com tantos detalhes a condução de uma investigação de homicídio, desde a perícia forense às autópsias e procedimentos padrão. Uma aula fantástica de criminologia.



O Cavaleiro dos Sete Reinos
George R.R. Martin - Leya - 2014 (1998, 2003, 2010) - 416p.

Como já está explícito na capa, os três contos que compõem este livro são ambientados quase um século antes dos eventos d'As Crônicas de Gelo e Fogo. Os personagens principais destas aventuras são o cavaleiro andante Dunk e seu escudeiro Egg. As histórias são bem mais simples do que a trama complicada da Guerra dos Tronos, mas menciona personagens e lugares bastante conhecidos dos leitores (Baelor ); e também são inesperadamente divertidas. Dunk é um jovem um tanto simplório, mas justo e de bom coração, e Egg é um garoto ousado, destemido, e bem mais do que aparenta ser. O primeiro conto coloca nossos personagens em um torneio de cavaleiros, onde Dunk precisa se provar digno de ser chamado de Sor, mas acaba recebendo mais atenção do que seria bom para seu próprio bem. O próximo conto se passa cerca de um ano depois, quando ambos estão servindo a um senhor cavaleiro em uma missão delicada com a senhora das terras vizinhas. E, no último dos três contos, ambos terão papel importante na conspiração para tirar a família Targaryen do poder dos Sete Reinos. A velha regra de não se apegar aos personagens de Martin ainda vale para este livro - estão avisados.




O Dragão de Gelo
George R.R. Martin - Leya - 2014 (1980) - 128p.

Me lembro quando recebi um e-mail avisando sobre a pré-venda do livro. Dizia, em suma, que esta era "uma história infantil do autor de As Crônicas de Gelo e Fogo", e eu não consegui evitar sentir uma completa perplexidade sobre isso. Quer dizer - por favor, estamos falando de George R.R. Martin, o cara que mata cavalos e transforma cada cena numa desculpa para um pequeno incesto aqui ou uma orgiazinha ali. De qualquer forma, O Dragão de Gelo tem todo o jeito de um conto infantil clássico. Apesar de não se passar em Westeros e não ter nada a ver com a série que deixou o autor famoso, a história se passa em uma terra habitada por dragões (obviamente) e outros animais fantásticos, e tudo isso compõe o cenário da vida de Adara, a fria garota filha do gelo do inverno, que todos os anos espera ansiosamente pela chegada da estação para que possa estar com o Dragão de Gelo, seu único amigo.  É em sua companhia que Adara se sente à vontade, no frio; mas, agora, com a guerra entre reinos inimigos, a vida dos dois corre perigo. Apesar de ser uma história infantil, Martin continua matando muita gente (e cavalos...) e fazendo a gente se arrepender de ousar se apegar a alguém. Entretanto, é uma bonita narrativa sobre a força da amizade.



Coraline
Neil Gaiman - Rocco - 2003 (2002) - 155p.

A primeira colaboração entre Gaiman e o ilustrador Dave McKean voltada para o público mais jovem, Coraline tem toda aquela atmosfera fantástica e assustadora característica da dupla. O filme, que veio depois, fez bastante sucesso - mas, pra quem ainda não conhece a história, resumo: Coraline muda-se com a família para uma casa nova, que dividem com duas velhinhas desligadas e um senhor meio maluco que diz ter um circo de ratos. A garota passa muito tempo sozinha, explorando as redondezas, pois seus pais trabalham em casa e não têm tempo para ela. Dentro da sala de visitas em que ela normalmente não pode entrar, Coraline descobre que a porta que, aparentemente, não dá em lugar nenhum na verdade dá no mesmo lugar, só que um mesmo-lugar ao contrário. E é lá que as coisas fantásticas e assustadoras acontecem - é como se fosse uma Nárnia do outro lado do espelho de Alice, mas onde tudo é distorcido e terrível. Do outro lado, Coraline precisa resolver uma questão de vida e morte, mas, felizmente, conta com a ajuda de alguns estranhos aliados. Um pouco mais infantil do que O Livro do Cemitério, mas tão soturno quanto.


O Sangue do Olimpo
Rick Riordan - Intrínseca - 2014 - 432p.

Quinto e último volume da série Heróis do Olimpo, que serviu de continuação à série Percy Jackson e os Olimpianos ao mesmo tempo em que apresentou novos personagens e misturou elementos da mitologia romana à mitologia grega. Não me canso de recomendar a série a todos os interessados em mitologia, pois é muito divertida e nos ensina bastante! O Sangue do Olimpo marca a conclusão da luta contra o despertar de Gaia e da rivalidade entre os acampamentos grego e romano, e desenvolvimentos interessantes de alguns dos personagens (quando a gente imaginou que ia gostar tanto de Nico DiAngelo?). Por ser o último volume, achei que ia ter mais choro e ranger de dentes, mas foi um final até razoavelmente feliz. E não sei se Riordan deixou ganchos de propósito - como adora fazer - pra, talvez, continuar em outra oportunidade, mas ainda ficou coisa sem resolver. A última página já anuncia a próxima série do autor - Magnus Chase e os Deuses de Asgard -, que vai englobar outra mitologia; mas não posso deixar de notar que Chase é o mesmo sobrenome de Annabeth... Veremos!




Doctor Who: 12 Doutores, 12 Histórias
V.A. - Rocco - 2014 (2013-4) - 478p.

12 dos mais renomados e premiados autores britânicos foram convidados a escrever um conto cada um sobre cada uma das doze encarnações do nosso viajante do tempo favorito, e o resultado foi essa coletânea divertidíssima de 12 contos originais. Neles, o Doutor e seus companheiros participam de mais aventuras pelo tempo e pelo espaço, enfrentando novos perigos ou velhos conhecidos. Todos os contos são muito bacanas, mas meus favoritos foram o do 5º Doutor, "Na Ponta da Língua"; do 8º, "Esporo"; do 9º, "A Besta da Babilônia" (especialmente pela companheira superdiferente e pelo momento da série em que se passa - completamente original!) e do 10º, "O Mistério da Cabana Assombrada", que é hilário! A história de Gaiman com o 11º Doutor é assustadora, claro; e o conto com o último Doutor é bastante triste. Uma coisa bacana a respeito da coletânea é que atiça a curiosidade dos fãs mais recentes a respeito da série clássica (do oitavo Doutor pra trás), que podem ver como o personagem sempre foi divertido, cada encarnação à sua maneira, e como cada companheira foi especial.




E-book:

O Estranho Caso de Benjamin Button
F. Scott Fitzgerald - Editorial Presença - 2009 (1922) - 64p.

Então: ganhei um Kindle de presente de aniversário adiantado da minha mãe. Como tenho pouquíssimos livros físicos na minha lista de espera (isso foi uma ironia), ter um leitor de livros digitais me coloca um pouco de pressão a respeito do que ainda tenho pra ler na vida. Entretanto, ele está me sendo utilíssimo na aquisição gratuita de clássicos e livros em domínio público - coisas que eu sempre acabo protelando pra ler. Duas coisas me chamaram a atenção ao descobrir este livro em particular: o fato dele existir, já que não sabia que o filme havia sido baseado em um; e ele ser do mesmo autor de O Grande Gatsby - ou seja, provavelmente clássico, o que torna minha ignorância um pouco pior. Comecei a lê-lo na estrada e me surpreendi com mais duas coisas: trata-se de um conto - curto e facílimo de ler; e não tem absolutamente - repito - absolutamente NADA a ver com o filme, exceto pelo nome do personagem principal e sua condição. Benjamin Button nasce um velho de 70 anos, já falando bastante bem e plenamente consciente de sua idade aparente. Com o passar dos anos, vai rejuvenescendo, enquanto todos de seu círculo social vão envelhecendo normalmente - seus pais, e aí sua esposa e filho, seus amigos e colegas. Embora seja compreensivelmente triste que Benjamin tenha que deixar tanta coisa pra trás e logo se passe por filho de seu próprio filho, a história é até divertida. Claro que recomendo a leitura, mas deixo o aviso àqueles que assistiram ao filme de que não esperem reconhecer nada aqui: personagens, desenvolvimento, ou lágrimas.



Dentre as HQs, destaco:


Star Trek Omnibus Volume 2: Early Voyages, de Dan Abnett e Ian Edington. Esse volume compila as 17 edições da série Early Voyages, que a Marvel lançou entre 1997 e 1998. As histórias acontecem antes da famosa missão de 5 anos da tripulação do capitão Kirk a bordo da Enterprise. Quem está familiarizado com a série lembra que o episódio piloto contava com o capitão Christopher Pike e uma tripulação completamente diferente - exceto por Spock, que era cadete, na época. As HQs, portanto, são as aventuras dessa tripulação, e nos apresentam os personagens de maneira bem legal, fazendo a gente se apegar a eles quase tanto quanto às tripulações da TV. Uma das histórias até nos dá uma visão melhor de The Cage (o episódio piloto), e outra dá um pulinho em um futuro alternativo, causado pelo sumiço da ordenança do capitão. São histórias muito legais, e um prato cheio pra quem é fã e gostaria de conhecer melhor a tripulação de mais curta duração na série (mas, não, nunca ficamos sabendo o nome da Number One).



Os Fabulosos X-Men: A Saga da Fênix Negra, de Chris Claremont e John Byrne. O clássico dos clássicos, o arco mais aclamado de toda a história dos X-Men, que agora tenho na edição lindíssima da Salvat! Trazida de volta dos mortos pela entidade Fênix, Jean Grey agora precisa lidar com o fardo de portar tamanho poder... e falha miseravelmente. A antiga Garota Marvel é corrompida por ele e se deixa transformar na Fênix Negra - uma criatura sedenta por destruição e morte. A história é importante não só pelo desenrolar trágico que a vida da Jean Grey toma daqui em diante, mas também pela introdução a personagens futuramente recorrentes, como Emma Frost, Kitty Pryde e Cristal. A capa clássica é a inspiração de todos os cosplay de Scott Summers e Jean Grey nas convenções, haha.


Wolverine: O Velho Logan, de Mark Millar e Steve McNiven. Estava aguardando ansiosamente pelo lançamento desta história em uma única encadernação! Foi um dos primeiros arcos do Wolverine que li mas, na época, o achei bem bizarro. Hoje, depois de muitos anos de estudos marvelísticos, reli a história e não só a entendi melhor como a achei tristíssima, como tudo o que envolve esse coitado. 50 anos no futuro, os Estados Unidos está sendo governado pelos maiores supervilões, enquanto a maioria dos super-heróis foi morta. Alguns sobreviventes ou seus descendentes se aliaram ao novo poder, mas outros preferiram se manter na clandestinidade, aposentados - o caso de Logan, que se refugiou em uma fazenda no meio do nada, constituiu família e envelheceu em tranquilidade, sem usar as garras em cinco décadas. Entretanto, essa região é controlada pela família perigosa e completamente insana de Bruce Banner (que se tornou uma coisa gigantescamente pirada por causa da radiação), e, para que sua família e sua tranquilidade sejam deixadas em paz, Logan acaba aceitando sair em uma missão no outro lado do país com um idoso e cego Gavião Arqueiro. Os dois vão passando por todo o cenário de devastação em que o país se encontra e, durante a viagem, vamos sabendo o que aconteceu a alguns dos heróis mais importantes - além do horrível motivo que levou Logan a uma aposentadoria improvável. Triste, e visceral.



Não esqueçam de me dizer o que vocês já leram até agora: ainda tenho pouca coisa pra ler (olha a ironia, de novo!) e adoro indicações, hahah!

6 comentários:

  1. Como sempre, ótimas dicas! Mas a boa notícia é que agora você é minha companheira de Kindle! Bem vinda!

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    1. Em tempo, ainda não li nenhum desses.

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    2. Em tempo 2, gostaria de conhecer o tal do Doctor Who. Por onde começo?

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    3. Sim, agora sou do time Kindle! Estava vendo sobre o Kindle Unlimited, mas acho que ainda não compensa, pra mim, enquanto tiver tantos livros físicos para ler. Quem sabe, mais pra frente. Mas tô gostando muito da experiência, é realmente confortável de ler e muito prático!

      A respeito de Doctor Who, fico contente com a sua curiosidade! Espero que você venha para o lado whovian da força! :D
      Como a série é muito antiga, talvez começar do começo não seja um bom negócio. A maioria dos espectadores recentes começa a assistir a série clássica depois. A ordem não tem muita importância, já que, normalmente, um episódio não puxa o outro, então você tem liberdade de começar por onde quiser. Como o ator que faz o Doutor muda de tempos em tempos (e, assim, é como se começasse "do zero"), algumas pessoas escolhem um com quem simpatizam mais e começam por ele. Entretanto, eu começaria pela retomada da série, em 2005, com o 9º Doutor. Se você tem acesso à Netflix, é de onde começa por lá. Como é considerada a nova "primeira temporada", o personagem e o importante são apresentados novamente, então não corre o risco de você pegar um episódio aleatório e correr o risco de não entender (porque pode ser bem confuso, haha). Essa primeira temporada é meio tosca, porque a BBC não tinha um orçamento muito bom na época, mas de lá pra cá ela tá com produção cinematográfica. Acho que você vai gostar!

      Beijos!

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    4. Valeu pela dica, Manu! E os livros dele? Ou é melhor começar pela série?

      Quanto ao Kindle Unlimited, acho que ainda não é vantagem, pois o acervo ainda não é dos maiores. Veja mais comentários no link abaixo:

      http://www.vidasempapel.com.br/kindle-unlimited-amazon/

      PS Dos temas de ficção científica, as viagens no tempo são as que mais me atraem.

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    5. Viagem no tempo é tudo de bom!
      Os livros vieram depois da série, são geralmente roteiros que não foram filmados, ou historinhas paralelas escritas por diversão. Servem mais como complemento à série, mesmo, mas acho que até dá pra ler sem assistir - apesar de que pode ser um pouco confuso (ou não tão divertido) se não se conhecer os personagens. A maioria dos livros são compilações de contos ou histórias curtas soltas. Fica a seu critério, mas acho mais divertido começar pela série!

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