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Mostrando postagens de Agosto, 2015

Sugestões de leitura de 2015: Julho - Agosto

A maior parte dos livros que tenho lido este ano tem mais de 500 páginas. Isso pode explicar que eu, pela primeira vez em anos, provavelmente não vá conseguir atingir a meta anual dos 60 livros lidos. Bom, não é a quantidade que importa, certo?


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O Mundo de Gelo & Fogo: A história não contada de Westeros e As Crônicas de Gelo e Fogo George R.R. Martin, Elio M. García Jr. e Linda Antonsson - Leya - 2014 - 326p.
Pra quem tem acompanhado As Crônicas de Gelo e Fogo com afinco - se interessando pelas histórias das Casas e as lendas contadas pelos personagens, reconhecendo brasões e nomes de espadas, conferindo os mapas de Westeros e Essos -, essa é uma leitura indispensável. Com a parceria dos fundadores do maior website dedicado à obra, Martin lançou este livro para finalmente esclarecer tudo o que foi apenas mencionado nos livros acerca da História e Geografia dos Sete Reinos: desde quem, afinal, foram os tão mencionados Primeiros Homens, os Ândalos e os Roinares, até a chegada d…

Sugestão de Leitura: "O Coração de Gina Hall", de Luis Maldonalle

Alguém aí com vontade de ler uma história de terror do tamanho certo para entreter uma noite de insônia? 
Do mesmo autor de Sete Noites em Claro e A Hora da Tormenta, hoje lhes apresento O Coração de Gina Hall.



Sinopse oficial:
É em um ambiente nostálgico e narrado em primeira pessoa que Luis Maldonalle usa de sua criativa e já conhecida imaginação para nos brindar com o conto O Coração de Gina Hall. Aqui, cheiros e texturas caracterizam esse conto em um verão assustador no longínquo ano de 1963. Um triângulo amoroso adolescente deixando mais do que frustrações e desejos na Região do Lago na velha Trilha do Tabaco. O drama do amor não correspondido, aqui perfilado assustadoramente ao lado do horror em uma dinâmica macabra, típica da voz atormentada na escrita de Luis Maldonalle que privilegia o humano e suas recorrências idiossincráticas. Prepare-se para um relato de dor, loucura e culpa, ladeados divinamente pelo sobrenatural.


A juventude de todos nós é marcada por seus atos de est…

As últimas 10 músicas favoritas

Acho que ainda não tá na época certa de postar, mas e daí, certo?
E a seleção dessa vez tá com vídeos bem legais, juro!

♫♫♫♫♫

Two Out of Three Ain't Rad Red City Radio

I don't need anything from anybody
I don't need nothing at all
Even when my chips are down and my back's against the wall


Ouvi na playlist de recomendações da last.fm e gostei na hora. Estou tentando fortemente fazer dessa letra um mantra pessoal e, sempre que alguém me deixa chateada, cantarolo esse trecho. Ainda não tá sendo fácil me convencer, mas... tô tentando.

No Man's Woman Sinéad O'Connor

I don't wanna be no man's woman
I've other work I want to get done

Fiquei bem feliz quando descobri essa música, sério. Adoro a Sinéad, e ter uma música dela com a qual me identificar é sensacional. E esse vídeo ♥

Simple Math Manchester Orchestra

What if I was wrong and you had never questioned it?
What if it was true, that all we thought was right was wrong?
Simple math


Daquelas músicas/vídeos que dão…

Não se fazem mais bailes como o da Ilha Fiscal

Seis dias antes da Proclamação da República (façam as contas, seus brasileiros), a nossa monarquia resolveu dar uma grande festa na Ilha Fiscal, no centro histórico do Rio de Janeiro, que era a capital do nosso país, na época. A desculpa da festa era homenagear os oficiais do navio chileno "Almirante Cochrane", que estava aportado por lá já há duas semanas; mas, na verdade, a festa era mais para comemorar as bodas de prata da Princesa Isabel e seu marido, o Conde d'Eu. Entretanto, acima de tudo, a intenção da grande festa era provar à toda alta sociedade e à oposição republicana o quão grande e poderoso ainda era o Império.
Segundo relatos, o tal baile foi a festa mais luxuosa e extravagante que o Brasil já viu. Estima-se que tenha reunido de três a cinco mil pessoas, que foram recepcionadas por belas moças fantasiadas de fadas ou sereias, em um salão decorado com raridades do mundo todo e muita música. Porém, foi o jantar, servido para 500 pessoas, que realmente deu fa…

Volta, Sekhmet!

Sekhmet é a deusa egípcia da guerra e destruição. É retratada com uma cabeça de leoa, a maior caçadora da natureza, e um vestido vermelho, para simbolizar o sangue. Foi criada por Rá, o Deus Sol, a partir do fogo de seus olhos, como uma arma de vingança para destruir os humanos que o desobedecessem. Considerada a deusa protetora dos faraós, seu nome significa "aquela que é poderosa", e dizem que foi o seu hálito que originou os desertos e que ela poderia lançar pragas contra aqueles que a irritassem. 
Segundo as histórias, Ra enviou Sekhmet na missão de destruir todos os humanos que conspiravam contra ele. A sede de sangue de Sekhmet, entretanto, era tão implacável, que a deusa se deixou levar e começou a devorar todos que encontrava. Como estava quase extinguindo a humanidade, Ra apelou para uma estratégia humilhante: inundou a terra com cerveja tingida de vermelho, para que ela pensasse que era sangue, o bebesse e a embriaguez a acalmasse. O plano funcionou e Sekhmet dormi…