28/06/2016

TAG: Minha banda favorita



Todo mundo tá carequinha de saber que a minha banda favorita é o Oasis e também já sabe quais são todas as outras favoritas (tag música, divirtam-se), então vou aproveitar a oportunidade da TAG roubada pra falar da minha banda favorita mais recente.

O Biffy Clyro é uma banda escocesa que está na ativa desde 1995, formada por Simon Neil (vocal e guitarra) e os gêmeos Ben Johnston (bateria) e James Johnston (baixo), que eram amigos desde os 15 anos. O estilo deles é classificado como "rock alternativo" e "post-hardcore", o que é bem vago e não quer dizer nada, mas dá pra ter uma ideia (há quem os compare com o Foo Fighters, com que eu não necessariamente concordo). Estão tocando juntos até hoje, contando com fama suficiente na Europa pra ser a atração principal de vários festivais por lá. 

Ok, vamos lá:


1. Sua música favorita

A gente tem fases de "música favorita" de uma banda ou artista que curte muito, né. Acho que a minha favorita agora é Biblical (já postei ela antes, mas vou postar de novo porque ninguém vai me impedir).


Baby, if you could, would you go back to the start?
Take any fresh steps or watch it all fall apart again?

2. Uma música que você gostaria de ouvir ao vivo

Eu gostaria de ouvir qualquer uma ao vivo, mas acho improvável que eu vá, um dia. De qualquer forma, me fantasio jogando um bilhetinho no palco pedindo "TOCA HIYA!".


Look at this starless night
We can shine forever and
won't you please take my hand?

3. Uma música do primeiro álbum

57. Adoro como eles eram diferentes do que são hoje, musicalmente e, bom, o Ben ainda tinha cabelo.


And I'm trying not to feel this music is for you
And over, and over, and over.


4. Uma música do álbum mais recente.

Eles vão lançar álbum agora em julho, então vou colocar um dos singles novos, Animal Style.


Why d'you waste your time with me, I'm just an animal.

5. Sua letra favorita

Putz, adoro várias letras. Mas acho que a maior parte das minhas favoritas está em Puzzle, então vou votar na The Conversation Is...



What do I do if I'm wrong?
Do I blame it on everyone
Else like I always do?
See, I'm a coward because of you.

6. Seu álbum favorito

Acho que o Opposites. Provavelmente. Não sei.




7. O que você tem de merchandising da banda

Só alguns CDs: o Puzzle, o Only Revolutions e o Opposites.




8. Uma foto da banda

promo de Victory Over the Sun / foto de Anthony Mandler


9. Seu videoclipe favorito

Já que tocamos nela, o de Victory Over the Sun. É um vídeo intenso. E, bom, eu acharia difícil resistir ao Simon Neil me persuadindo a me juntar a que religião fosse com essa cara dele na cena final.



I can only make you see the moon
You can touch it, but that's up to you


10. Seu vídeo ao vivo favorito

Tudo o que tem nessa meia hora. Assisti todas as versões ao vivo de Biblical e tenho certeza que a melhor delas está aqui.




11. A primeira música que você ouviu.

Então. A primeira música do Biffy que eu ouvi foi Who's Got A Match?, mas era um cover tocado pelo Frank Turner. Depois disso acho que só fui ouvir pela rádio personalizada do Spotify, que me mandava The Captain o tempo todo. E aí quando finalmente peguei a banda pra ouvir de vez, a primeira que ouvi foi Living Is A Problem Because Everything Dies, que foi quando decidi que gostava da banda. Qual tá valendo?



Don't wanna waste no more time
Time's what we don't have
Everywhere I look someone dies
Wonder when it's my turn.

12. A música mais tocada na sua playlist

A que tem mais plays, segundo meu Last.fm, é Folding Stars. O que deve ser verdade, porque é uma música linda e não me canso de ouvi-la. Simon a fez para sua mãe, que faleceu durante o processo de composição desse álbum.



Eleanor, Eleanor
I would do anything for another minute with you
'cause it's not getting easier, it's not getting easier.


13. Uma música que foi trilha sonora de filme

Eu tive que pesquisar pra saber dessa e descobri que Many of Horror faz parte da trilha de "Transformers: O Lado Oculto da Lua" (nem sei qual deles é esse :B).



I'll take a bruise, I know you're worth it
When you hit me, hit me hard.


14. Uma música que te faz chorar

Além de Folding Stars, The Thaw. Não nego.



You could have taken it all but you should have asked
I would give you my tongue or my dying breath
Please believe in me like I believe in you
It's the only thing to see us through.


15. Uma música que te deixa feliz

Sounds Like Balloons me faz querer pular idiotamente. Fico imaginando show e tal, é emocionante, haha (o cara em pé [!!] no ombro de alguém ali no vídeo me representa).



The land at the end of our toes
Goes on and on and on and on
The sand at the core of our bones
It blows on and on and on and on.


16. Por que essa é sua banda favorita

Amo o Biffy Clyro porque eles têm um estilo meio esquisito de transições nas músicas que fazem elas grudarem na minha cabeça por dias (o que, nesse caso, é legal). Gosto das letras inteligentes do Simon e sempre acho algo com que me identificar. E adoro principalmente como eles são uma família e estão juntos esse tempo todo sem desentendimentos; como é sempre evidente que eles adoram fazer o que fazem e como respeitam o público nos shows; como os shows são sempre, sempre ótimos e cheios de energia; e como as entrevistas são sempre divertidas. Nunca vi pompa, arrogância ou má-vontade nesses caras, e eu respeito muito isso em artistas. Mon the Biff!

21/06/2016

8 fatos sobre dinossauros que são mitos

Da exposição Mundo Jurássico no Shopping D, em São Paulo, em março desse ano. A exposição esteve aqui no Shopping Rio Verde este mês!


DINOSSAUROS! Como não amá-los, certo? E é por isso que precisamos parar de acreditar em algumas coisas que aprendemos sobre eles. 

Vamos lá!


  • Isso já foi dito aqui antes, mas vale relembrar: dinossauros e humanos não coexistiram! O último dinossauro foi extinto 62 milhões de anos antes do humano mais primitivo aparecer.


  • Nós nunca teremos um Parque dos Dinossauros. E não tem nada a ver com não termos a tecnologia necessária ou conhecimentos avançados de clonagem, mas simplesmente porque amostras de DNA não sobrevivem tanto tempo. A estrutura do DNA é tão frágil que se quebra pouco depois do ser vivo morrer, tornando impossível clonar qualquer coisa encontrada em fósseis - especialmente depois de milhões de anos!


  • Nenhum dinossauro voava. Os que a gente conhece por pterodáctilos ou ictiossauros não eram dinossauros, mas outro tipo de réptil: pterossauros, uma ordem de répteis voadores já extinta.


  • Os dinossauros não existiram todos ao mesmo tempo. Eles começaram a surgir no período Triássico (há cerca de 230 milhões de anos), na Era Mesozoica, e viveram durante todo o Jurássico até o fim do Cretáceo, ficando aqui na Terra por cerca de 135 milhões de anos. Estima-se que tenham existido entre 1500 e 2500 espécies de dinossauros nesse meio tempo e os mais conhecidos, o tiranossauro e o brontossauro, têm 65 milhões de anos de diferença entre eles. 


  • Nem todos os dinossauros eram lentos, enormes, escamosos, estúpidos e frágeis. Há registros fósseis de todos os tipos de dinossauros: várias espécies eram atléticas e bastante velozes, havia dinos que pesavam cerca de 200g e tinham o tamanho de um pé humano (alguns eram até predados por mamíferos), alguns eram cobertos de penas (embora não tivessem asas), outros tinham cérebros bastante grandes (estudos paleontológicos conseguiram inclusive determinar que algumas espécies apresentavam maior inteligência através da vida em sociedade) e todos eram longe de ser frágeis. Os dinossauros foram os animais que viveram por mais tempo no nosso planeta, e isso porque eram os mais adaptáveis ao ambiente que os cercava - tanto que viveram até que a grande extinção os destruiu, junto com 3/4 da vida terrestre.


  • Petróleo não deriva dos restos mortais dos dinossauros. Na verdade, petróleo é formado por restos de algas e plânctons, e seria difícil conter matéria animal pois a carne se decompõe muito rápido ou é geralmente consumida por outros animais.


  • Nem todos os dinossauros estão extintos. Havia oito grupos principais de dinossauros e, embora quase todos tenham desaparecido com a grande extinção do fim do Cretáceo, um dos subgrupos sobreviveu e evoluiu para o que hoje nós conhecemos como... *música de suspense*... pássaros!


  • Lagartos e crocodilos não são descendentes de dinossauros. A palavra "dinossauro" vem do grego e significa "lagarto terrivelmente grande", embora dinossauros não tenham dado origem aos lagartos e nem a nenhum dos répteis que temos atualmente, que descenderam de outros répteis da época. Os dinossauros eram apenas 10% dos répteis existentes na Terra.


  • Os dinossauros do Jurassic Park não eram do Jurássico. Todas (TODAS) as espécies mostradas no filme eram do Cretáceo - são milhões de anos de diferença!


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Vão lá contar pra todo mundo!



Inspirado pelo artigo original da List25.

04/06/2016

"Assiste a 32 séries (you're a freaking god!)"

Lá venho eu recomendando as séries que comecei a ver desde a última postagem! E, sim, ainda estou assistindo a várias das recomendadas anteriormente (não desisto de ninguém).



Better Call Saul


Um dos personagens mais carismáticos de Breaking Bad ganhou, merecidamente, uma série só pra ele. Better Call Saul conta a "origem" do advogado de reputação discutível que sempre dá um jeitinho pra sua clientela suspeita. O mais interessante é que todos esperamos que essa seja uma série cômica, quando trata-se, na realidade, de um drama bastante intenso. Jimmy McGill, que é seu nome verdadeiro, é um excelente e dedicado advogado, mas não tem o respeito dos colegas ou sequer do irmão mais velho, advogado veterano que enfrenta uma complicada condição de saúde, por causa de seu passado um tanto quanto delinquente. Enquanto está cheio de boas intenções e ideias inovadoras para melhor atender aos mais necessitados, todos parecem mais preocupados em derrubá-lo do que aceitá-lo. Enquanto acompanhamos tudo o que dá errado na vida de Jimmy, conhecemos melhor, também, a história de Mike Ehrmantraut, personagem menor de Breaking Bad e um dos meus favoritos. Acho essa série indispensável pra quem adorou Breaking Bad, pois nos apresenta esses personagens, desenvolve as conexões entre eles e a série anterior, e dá de presente a participação especial de vários outros personagens, também.







Dead Like Me


Escolhi aleatoriamente na Netflix pra ver se curtia e, depois de assistir a alguns episódios, me peguei gostando de verdade dessa série de humor negro de Bryan Fuller. A jovem George Lass não ligava muito pro que fazia ou deixava de fazer: começou uma faculdade que não durou muito e não queria arrumar um emprego, não conversava com a família e nem tinha amigos. Completamente apática, se viu forçada a ter que trabalhar mas, já no primeiro dia no entediante emprego, o destino age e George morre - acertada pela tampa de um vaso sanitário de uma estação espacial que explodiu. Antes que pudesse entender o que estava acontecendo, a garota é abordada por pessoas aparentemente comuns mas peculiares que dizem que, em vez de "subir ou descer", ela vai ser uma ceifadora como elas. Só que George finalmente acorda pra vida (meio tarde demais) e descobre que se importa com as pessoas e sempre questiona a missão de ceifar as almas que deve, dando um pouco de trabalho para os seus colegas e superiores. A série, então, acompanha o dia a dia da jovem George e seus colegas cumprindo suas cotas e se adaptando a continuar "vivendo" entre os vivos, mas sem ser mais o que era. É morbidamente engraçada mas também tem momentos emocionantes. A série teve só duas temporadas e aí ganhou um filme, mas parece que está "em aberto" para a possibilidade de continuação.






Elementary



Eu tinha um tanto de preconceito sobre essa série, por ter começado mais ou menos quando começou Sherlock, da BBC, e pensei que era um caça-níqueis americano se aproveitando da nova popularidade do clássico detetive. Entretanto, assisti a alguns episódios com uma prima, por indicação dela, e descobri que é uma série muito, muito interessante e divertida. Ambientada em época atual e nos EUA, a série nos dá uma versão um tanto inusitada de Sherlock Holmes: em vez de ser o inglês pomposo e reservado que estamos acostumados a ver, aqui Sherlock é um inglês que foi aos EUA morar em uma propriedade do pai após ter saído de um temporada de reabilitação. Joan Watson, ex-cirurgiã por motivos complicados, é sua acompanhante de sobriedade, contratada pelo pai de Sherlock para que morasse com ele e ficasse de olho no filho. Como Sherlock trabalha como consultor para a polícia de Nova York, Watson acaba acompanhando os casos de perto e, por mostrar aptidão e interesse pelas investigações, acaba sendo "promovida" a ajudante dele. Vários dos casos e personagens dos livros aparecem na série, com adaptações modernas e interpretações diferentes, o que é sempre legal de ver. E a própria personalidade do protagonista é algo que me agrada e diverte bastante.





Fear The Walking Dead


Essa é uma que comecei a ver por ser ligada à The Walking Dead - funcionando como uma "origem" para o apocalipse zumbi que já estava instalado quando Rick Grimes acordou do coma, do outro lado do país. Só que, pelo menos até agora, não explicou muita coisa; só é interessante por mostrar como pegou todo mundo de surpresa e o quão rápido o ser humano se mostrou disposto a matar para sobreviver em um mundo que ainda nem tava tão perdido. De qualquer forma, não sou muito fã da série e nem sei porque ainda tô assistindo. Os personagens não são carismáticos, percebe-se que o orçamento é pobre, comparado à série de maior sucesso, e os episódios são meio decepcionantes, de forma geral. Talvez o delinquente Nick seja o personagem mais interessante, agora, e a segunda temporada teve algumas cenas bem legais. Vamos ver como fica.





Star Trek: Enterprise


É a última série de Star Trek, até agora (uma nova já foi anunciada para o ano que vem) e, como sempre, já amei desde o primeiro episódio. Essa aqui é ambientada mais ou menos 100 anos após a criação da Federação na Terra, ou seja, se passa quase um século antes da série original, com o capitão Kirk e Spock. Essa é a primeira missão da Enterprise, então absolutamente tudo é novidade para a tripulação e a Federação: muitas raças que já vimos nas outras séries estão sendo contactadas pela primeira vez, algumas tecnologias ainda nem existem (como o holodeck e o raio trator, observados nas naves de outras raças) ou são experimentais (o motor ainda é de dobra 5 - considerado o mais avançado até então -, o teletransporte era usado só para objetos, porque todos ainda tinham medo dele, e o replicador ainda nem era usado para fazer comida). Além disso, mostra bem o relacionamento entre humanos e vulcanos; os últimos se estabeleceram na Terra para observar, mas também controlar os primeiros, o que os torna meio que os antagonistas dessa série, por incrível que pareça. Era um relacionamento hostil e sem confiança de nenhuma das partes, motivo pelo qual a balde de gelo vulcano T'Pol foi mandada para fazer parte da missão: espionar e prestar relatório de cada movimento do simpático capitão Jonathan Archer nessa arriscada primeira missão pelo espaço. O elenco principal, como sempre, é a tripulação da ponte de comando, e todos os personagens são legais e têm seu próprio momento na série (a oficial de comunicações, Hoshi, é tradutora :)). Tô achando interessantíssimo acompanhar com eles todas as primeiras descobertas e invenções da Federação, e acho que todo fã deveria assistir, também.





The Gates


Escolhi essa por recomendação da Netflix, pois achei a sinopse interessante. Logo vi que era uma daquelas séries de elenco jovem e bonito e sou meio duvidosa da qualidade desse tipo de filme (vocês sabem como é), mas fui ver mesmo assim. A história é a de um policial que se muda com a família para o condomínio The Gates, um lugar gigantesco que funciona como uma cidade onde há tudo de que os abastados moradores precisam - todo tipo de comércio e instituições e uma delegacia própria, de onde o policial Nick Monohan será delegado. Só que o lugar, aparentemente perfeito, serve de abrigo para todo tipo de criatura sobrenatural, desde vampiros e lobisomens a bruxas e súcubos. Todos sabem quem são, nem todos se dão bem, e o novo delegado investiga as coisas estranhas que acontecem por ali sem fazer ideia do que está acontecendo de verdade. A série foi cancelada depois da primeira temporada por causa da baixa audiência, e não é uma coisa assim excelente mas vale ver, é diferente.




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Tem mais algumas que comecei a ver mas, como assisti pouquinho, não me sinto à vontade pra falar sobre elas, ainda. Ficam pro próximo apanhadão :)

Vejam todas as outras séries na tag "séries" logo ali embaixo do post ou pelo menu suspenso, lá em cima!