Pular para o conteúdo principal

Postagens

Mostrando postagens de Agosto, 2016

7 coisas que entendemos errado sobre o que pode nos matar

Filmes de ação e drama nos ensinam muito sobre sobrevivência em situações de risco. Infelizmente, roteiristas têm certas liberdades criativas, então nem tudo o que vemos nas telas dá pra ser aplicado na vida real ou sequer tem chance de acontecer. Por isso, aqui vai uma lista do que aprendemos errado e por que não funciona:

Ser engolido por areia movediça
A areia movediça é uma mistura de areia, argila e água, que ganha essa viscosidade por ficar "presa" em um lugar por onde não pode escorrer. A areia movediça não é perigosa por si só pois, apesar de podermos ficar presos nela, é impossível afundarmos até o sufocamento. Como nosso corpo não é denso o suficiente para afundarmos completamente, o máximo que pode acontecer é ficarmos presos até a cintura. O perigo está no que pode acontecer enquanto isso: desidratação, exposição a condições extremas de temperatura, ou o ataque de predadores.
O que fazer: A dica de não entrar em pânico é inútil, pois não conseguiríamos nos mover …

Algumas das bandeiras mais interessantes do mundo

As bandeiras dos países do mundo são mais do que uma demonstração de cores e padrões: cada detalhe - a escolha e predominância das cores, as faixas, os símbolos, as formas - carrega um significado histórico e/ou cultural que ensina muito sobre o país representado. Selecionei para essa postagem algumas das histórias mais interessantes.
(Não vou falar da nossa Auriverde porque todos nós já estamos carequinhas, certo?)



Reino Unido Union Flag ou Union Jack (azul, vermelho e branco)
Essa bandeira não é a da Inglaterra, como muitos pensam, mas representa os quatro países que formam o Reino Unido: Inglaterra, Escócia, País de Gales e Irlanda do Norte. Esse desenho é usado desde 1801, quando a Grã-Bretanha se uniu à Irlanda do Norte, e é uma mistura das bandeiras desses países: a cruz vermelha de São Jorge (patrono da Inglaterra) sobre a cruz branca de São Patrício (padroeiro da Irlanda), por sua vez sobre a cruz de Santo André (padroeiro da Escócia). O País de Gales não está representado na …

O Dia dos Pais ao redor do mundo

A história do Dia dos Pais é um pouco diferente da do Dia das Mães, que já postei por aqui. Esse dia é comemorado nos países católicos da Europa desde a Idade Média, em 19 de março, data em que se comemora o dia de São José, pai de Jesus. Os colonos portugueses e espanhóis trouxeram essa celebração para a América Latina, que ainda é comemorada na data original em alguns países, embora alguns países europeus e americanos, seguindo o exemplo dos EUA, comemorem o Dia dos Pais no terceiro domingo de junho.
Nos EUA, por não ser um país católico, a data só passou a ser celebrada no início do século 20, como complemento cívico ao Dia das Mães. Grace Golden Clayton foi quem deu a ideia da celebração, em 1908. Seu pai havia sido morto em um desastre em uma mina, no ano anterior, com outros 360 homens, a maioria deles pais que deixaram seus filhos órfãos; então, um ano depois, a moça sugeriu ao pastor da igreja local que fosse feita uma homenagem a esses pais. A celebração não teve muita reper…

A curiosa história de como o Brasil conseguiu participar das Olimpíadas de 1932

As Olimpíadas de 1932, realizadas em Los Angeles, nos Estados Unidos, são mais famosas por terem sido pouco concorridas. Como aconteceu bem durante a Grande Depressão (a maior quebra econômica mundial até hoje), nenhuma outra cidade americana sequer quis participar do sorteio da escolha do local, tamanho o gasto que tal evento exige. Muitos países resolveram não participar dessas Olimpíadas, pois deslocar seus atletas significaria uma enorme despesa que não poderiam ter (ao todo, competiram 37 países, somando um total de 1332 atletas), e nem mesmo o presidente americano, Herbert Hoover, compareceu à cerimônia de abertura.
O Brasil também não tinha condições de enviar seus atletas para Los Angeles, mas usou de criatividade para não ficar de fora. Nossos 82 atletas viajaram a bordo do navio Itaquicê, juntos a 50 mil pacotes de café. A ideia era que os próprios atletas pagassem pela viagem, vendendo café em cada porto que parassem.
Apesar de o café ser um produto de alta demanda, os atl…