11/01/2017

Meus 5 aplicativos favoritos



Sempre tive Windows Phone, desde que comecei a usar smartphones; gosto muito dele e não o trocaria por outro sistema, se dependesse da minha vontade. Mesmo tendo poucas opções de aplicativos (e alguns ainda serem versão beta ou desatualizada, em comparação aos apps de outros sistemas), o acho muito prático, mais organizado e gostoso de mexer.

Excetuando os apps de redes sociais, estes são os meus favoritos. Todos são gratuitos e estão disponíveis para outros sistemas, também. Procure nas suas lojas:


Duolingo

Já recomendei o Duolingo na página de dicas para estudar inglês, mas reforço a recomendação aqui. Gosto de usar o aplicativo quando não tenho muito tempo de ficar no computador, pois o Duolingo exige que você faça um mínimo de exercícios todos os dias para manter a sua pontuação. Além disso, os exercícios do app são diferentes - você mal precisa escrever, a maioria é só de clicar nas palavras certas. Por enquanto, só o estou usando para reforçar o alemão, mas já tenho vários outros idiomas na lista de espera.


LoveCycles

Este é um app para acompanhar seu ciclo menstrual, coisa que nunca consegui controlar direito porque sempre foi zoado pra mim. É um calendário onde você marca o início e o fim de cada ciclo, até que ele mesmo já calcula o tempo médio de cada um e prevê quando começará o próximo. Dá pra fazer anotações e serve como método contraceptivo, já que indica os períodos férteis e seguros. Tem me ajudado bastante e nunca mais fui pega de surpresa, haha.


SoundHound

Vamos supor que você esteja em uma loja e esteja tocando uma música legal (situação improvável, mas vamos sonhar) que você não conhece. Você abre o app e ele grava alguns segundos da música, e daí a identifica: nome, artista, álbum em que está e links para comprá-la. Eu, na verdade, instalei o app por motivos de muita preguiça. Como ele mostra, também, a letra da música, eu o uso para acompanhar as letras das músicas que estou ouvindo em casa, mesmo (acabaram os dias de pesquisar no Google, hahahah).


Video Compressor

O "problema" da câmera do WP é que ela grava vídeos em HD, o que, na verdade, só é um problema quando você precisa enviar vídeos pelo WhatsApp, que tem um limite de tamanho para os anexos. Então esse app quebra o galho em diminuir a qualidade dos seus vídeos para o tamanho que você precisar. Ele até converte para o tamanho exato exigido pelo WhatsApp, mas só na versão paga. Na gratuita, você tem que ir testando até descobrir qual fica melhor. Mas ele converte bem rapidinho!


#1 ToolKit

É um app com uma infinidade de funções, bem como uma caixa de ferramentas. Tem régua, cronômetro, conversor de pesos, medidas e moedas, lanterna, espelho, velocímetro, lupa, gravador de áudio, bússola, e um monte de coisas. Não precisa entupir o celular de aplicativos avulsos.


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  • Para as redes sociais:


Para o Instagram, uso o 6Tag, que tem muito mais funcionalidades que o app oficial, que ainda é beta (apesar de ainda não ter a opção de postar vídeos e nem aquele troço que parece o Snapchat). Para o Pinterest, uso o PinIt, também muito bom e onde dá pra fazer tudo. Para o Tumblr, uso o TBlog, que é ótimo e muito funcional. Ainda não há uma versão de Snapchat para o WP, mas há vários apps com os filtros dele, se orelhinhas de cachorro são a sua praia.

Em outra ocasião recomendarei os melhores apps para fotos e meus jogos favoritos.

06/01/2017

TAG: Nunca, nunca

O mais legal das TAGs que posto é que todas são roubadas. Essa, eu roubei daqui, mas diminuí de 10 pra 5 porque tá dando muito trabalho.





5 coisas que eu nunca fiz:

1. Manter um amigo de infância. Tive amigos na infância, mas nenhum deles durou mais do que esse período. Mal e mal tenho amigos de escola com quem ainda tenho contato. Essas coisas das pessoas quererem ficar quase nunca acontecem comigo. Quer dizer, eu me mudei muito de cidade e não vou muito atrás de conversar, também; mas, né, Facebook tá aí...

2. Ir à manicure/pedicure. Nunca tive minhas unhas feitas por outra pessoa. Na verdade, eu nem faço as unhas, propriamente falando; só corto/lixo, empurro as cutículas e passo um esmalte legal (adoro esmaltes!). Até enfeito um pouco, se tiver tempo/vontade. Mas também fico semanas sem pintar.

3. Dirigir. Não tenho a mínima vontade de aprender, então nunca nem sentei no banco do motorista. Eu tenho consciência da necessidade de saber, mas também tenho consciência do quanto custa tirar uma carteira, comprar um carro e mantê-lo, então tá beeeem pra baixo na lista de prioridades da vida. E nem é só pela despesa, é porque sou muito atrapalhada com a minha coordenação motora e tenho um péssimo senso de direção. Adoraria ter mais independência - meu trabalho melhoraria muito, se eu pudesse ir até meus alunos, mas ainda não.

4. Beber refrigerante ou qualquer coisa alcoólica. As pessoas sempre ficam surpresas quando digo que nunca bebi refrigerante, mas é verdade. Não tenho e nunca tive a menor vontade e experimentar; não gosto nem do cheiro. E o mesmo para bebidas alcoólicas; tenho aversão ao cheiro e não gosto nem de pegar para outras pessoas, passo longe.

5. Ter um namorado. Eu ser socialmente esquisita já explica metade do motivo; a outra metade foi explicada aqui. Houve uma recente tentativa minha de compromissar algo bom que já estava rolando, mas o compromisso só aconteceu na minha cabeça e ele foi embora ficar com outra. Acontece.



5 coisas que nunca vou fazer de novo:

1. Brincar na La Tour Eiffel do Hopi Hari. Na verdade, eu nem sei se o brinquedo ainda funciona (a última vez que fui lá, não estava), mas jurei pra mim mesma que nunca mais subiria naquela coisa e o juramento vale pra todas as minhas vidas futuras. Pesadelo.

2. Furar o nariz. Tive um piercing nele uma vez e foi legal enquanto durou, mas hoje vejo pelas fotos como era ridículo e eu nunca mais vou me zoar desse jeito de novo. Eu não tenho muita noção da minha própria aparência.

3. Dar aula de Português para estrangeiros. Só fiz isso uma vez e foi a hora mais longa da minha vida. Ser falante nativo não te torna professor da língua, e eu descobri que não consigo fazer isso sem um preparo especializado.

4. Pescar. Pesquei algumas vezes quando mais nova mas não quero fazer de novo. Detesto a ideia de matar ou machucar um bicho, ainda mais por "diversão".

5. Comprar coisas em pré-venda. Nunca chegou pra mim antes de chegar às lojas, fica eventualmente mais barato depois de um tempo, e eu acabo nunca usufruindo do produto tão logo chegue. Pra que esse consumismo todo?



5 coisas que quero fazer:

1. Viajar para outro país. É algo que basicamente todo mundo que conheço já fez ou faz de vez em quando, e eu ainda não tive a oportunidade ou a companhia para ir. Tenho medo de ir sozinha pra tão longe porque não acho seguro tentar me virar em lugares onde não conheço ninguém (há depoimentos de gente que se virou superbem, e de gente que se ferrou muito, também). E tem também o caso de eu não poder ir para os EUA porque não posso tirar o visto americano. Não seria a minha primeira escolha de viagem, mas já é um lugar que não posso conhecer, por enquanto.

2. Ver um pinguim. Não visitei muitos zoológicos na vida, mas os poucos que visitei não tinham pinguins e isso me deixa bem triste. Adoro esses bichos e morro de vontade de conhecer alguns.

3. Ir a alguma Comic-con ou qualquer evento desses super maneiros. Morar num lugar onde nada que eu goste acontece me dificulta a diversão, que sempre acontece longe e depende de companhia e lugar pra ficar (e envolve um monte de despesas que as pessoas que moram mais perto não têm). 

4. Ser autônoma. Sou freelancer, não autônoma, e isso é bem ruim. Não há garantias, não há serviço o suficiente, não há consistência e nenhum benefício em longo prazo. Eu queria muito poder ter meu próprio negócio ou poder formalizar a minha profissão, mas a área de tradução ainda não é reconhecida aqui no Brasil (me impedindo de abrir uma empresa). Não faço questão de continuar nela, mas quero muito, muito mesmo, conseguir pensar em algo que dê certo pra mim.

5. Publicar um livro. Nunca consegui terminar nada do que comecei a escrever. Sei que escrevo bem o suficiente, mas a Musa não me visita e eu tô bem cansada de esperar por uma ideia genial. Não consigo nem decidir sobre o que quero escrever, só queria que fosse original ou interessante. :(

04/01/2017

Um dia eu fiz um poema sobre o lobo-guará

Ando com muita, muita saudade da Biologia. Tenho buscado informações sobre cursos de pós-graduação em Comportamento Animal, que foi o que eu sempre quis fazer depois de me formar, mas estou com certa dificuldade em encontrar algo lato sensu e que seja de animais silvestres em vez de domésticos (e isso porque o Brasil tem uma fauna riquíssima e ainda pouco estudada). Na falta disso, tenho mergulhado em pesquisas de zoologia e me contentado com isso.

Venham aqui conhecer um bichinho nosso:



Lobo-guará
 (Chrysocyon brachyurus)

Imagem: list25


Todos já ouvimos falar no lobo-guará. Ele é da família dos cães, mas é o único do seu gênero, então não está ligado a nenhuma outra espécie canina. O lobo-guará é encontrado em outros países do nosso continente, mas existe em maior abundância aqui no Brasil - ainda assim, só é considerado ameaçado de extinção por aqui. Foram encontrados fósseis de lobo-guará em nosso território datados de 3 milhões de anos, e a primeira documentação de avistamento foi em 1815. O lobo-guará é fácil de ser reconhecido, por causa da pelagem avermelhada com "crina" preta e das pernas bastante longas. Apesar de ser um canídeo, tem hábito solitário e não forma alcateias.


No último período da faculdade, para um trabalho da disciplina de Ecologia do Cerrado, compus um poema sobre o lobo-guará - uma maneira criativa de responder a todas as perguntas solicitadas. O compartilho a seguir porque ficou até bem fofo:


Lobo-guará é o que há


Apesar de ser selvagem,
o lobo não ataca ninguém -
ele evita os lugares habitados por homens
e por outros bichos, também.

É conhecido por ser medroso
e andar sempre sozinho.
Come desde frutas até pequenos animais
que encontrar em seu caminho.

Um lobo anda hectares por ano
Seu território tem quilômetros de tamanho -
isso tudo é para sua própria sobrevivência,
já que não passa perto de rebanho.

Suas pernas traseiras
são um pouco maiores que as da frente -
conferindo-lhe, assim, nas subidas
uma velocidade potente.

Mas isso é um problema
quando é hora de descer -
por ter nisso dificuldade,
torna-se fácil de abater.

O lobo-guará
é bicho do Cerrado
e, como tudo o que nele há,
precisa ser preservado.

Emmanuella Conte, 2008


Não tem métrica, nem ritmo. As rimas são pobres, mas o título é sensacional, admitam. Existe um vídeo que um colega gravou da minha declamação, no dia. Tá horrível. Nunca será visto por ninguém.

03/01/2017

Desafio de Leitura para 2017

Este ano, vou entrar em outro desafio para variar minhas leituras (não que eu já não leia basicamente de tudo...). Mas vou continuar sorteando os livros, claro, porque gosto de surpresas. ☺

Encontrei este, originalmente em inglês, e o traduzi e diagramei bem porcamente para o blog, assim outros interessados podem participar, também. Como este só tem 45 itens, vou continuar considerando os itens do desafio passado que não consegui cumprir, completando 50.




Até agora, já cumpri dois dos itens e já estou no terceiro. Quem sabe não me distraio muito, esse ano, e consigo completar? 

Espero que mais alguém queira participar. Não precisa fazer tudo, mas é legal ter um guia de leitura. :)

Questionário sobre livros: Redes sociais

Acho que tropecei no blog da moça sem querer, aí vi esse questionário e quis postá-lo, também. Acabo respondendo todas essas coisas sempre que vejo, mas procuro variar nas respostas. Opção pra isso eu tenho :B





Twitter: Um livro que você quer compartilhar com todo mundo.

Tecnicamente, quero compartilhar com todo mundo todos os livros que recomendo por aqui. Mas um que li recentemente e que me deixou impressionada e que eu gostaria muito que todos pudessem ler é Sapiens. Minha resenha está aqui.


Facebook: Um livro que você gostou muito e que foi recomendado por outra pessoa.

Meus amigos e minha mãe já me recomendaram livros maravilhosos que se tornaram meus favoritos (inclusive Sapiens, acima). Um que me foi indicado por dois amigos e que eu jamais escolheria pra ler não fosse eu confiar em suas recomendações foi A Menina que Roubava Livros. É o tipo de livro que eu leria várias vezes (ah, quem dera eu pudesse) e seria sempre emocionante. Minha resenha está aqui.


Tumblr: Um livro que você leu antes de criar seu blog, e do qual ainda não fez post.

Nossa Senhora de Paris (O Corcunda de Notre-Dame), de Victor Hugo, que li duas vezes na vida e quero muito ler novamente. Quem conhece a história pelo desenho da Disney, esqueça tudo e leia o original. Tente não chorar. É trágico assim.


Myspace: Um livro que você não tem a intenção de reler.

A trilogia original de Star Wars, lançada pela DarkSide. É uma edição linda e eu juro que gosto de Star Wars, mas foi uma leitura tão desinteressante e cansativa que não me vejo querendo ler novamente.


Instagram: Um livro com uma capa bonita ou um livro “fotogênico”.

Harry Potter: Film Wizardry é TODO fotogênico. Todo o design dele, por fora e por dentro, é lindíssimo.


Youtube: Um livro do qual você gostaria de ver uma adaptação para o cinema.

Muitos! Já falei sobre minha vontade de ver Os Filhos de Húrin no cinema, apesar de agora outra adaptação de Tolkien parecer improvável depois da rejeição do público por O Hobbit. Também já falei que adoraria uma versão mais nova e melhor de Fahrenheit 451, que é possivelmente um dos melhores livros de todos os tempos. E, claro, adoraria uma versão em filme de Harry Potter e a Criança Amaldiçoada. Tenho certeza de que a peça é incrível, mas é pouquíssimo acessível a todos e isso é um tanto injusto.


Skype: Um livro com personagens com os quais você gostaria de conversar.

Eu seria óbvia se respondesse As Crônicas de Nárnia, porque falar com bichos sempre me pareceu mais interessante do que conversar com pessoas. Acho que eu gostaria de conversar com Hannibal Lecter (O Silêncio dos Inocentes). Ele é inteligente e realista, como eu, e também muito culto e certamente tem muito assunto. Talvez ele fosse me dizer umas verdades duras, porque lê as pessoas como ninguém, mas também sei que organizaríamos juntos uma boa seleção de carnes para o jantar.

01/01/2017

[RESENHA] "Com o Sangue Alheio", de Luis Maldonalle

No fim do ano passado, Luis Maldonalle, autor que já indiquei por aqui algumas vezes*, lançou seu terceiro livro e gentilmente me enviou uma cópia. Falo dele por aqui agora.







  • Sinopse oficial:


Um escritor atormentado pelo horror do sucesso, com sangue em suas mãos. Uma tragédia encimada em remorso, alavancando o pior da alma humana em direção à uma armadilha.
Ódio, e uma inabalável sede de vingança, espreitando como olhos na escuridão. O trágico e recente passado de volta à sua porta.
Luis Maldonalle nos mostra como a culpa e manipulação, além da dor, podem inflingir o maior dos infortúnios ao homem, destacando a moralidade e o avesso no ser humano em um super ágil thriller psicológico.
Prepare-se para adentrar a este jogo onde quem dita as regras é o próprio predador!

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Seguindo a mesma estrutura de A Hora da Tormenta, este livro é ambientado nos Estados Unidos e começa nos apresentando seus muitos personagens. Antes de conhecermos a tensa trama que os envolve, acompanhamos cada um deles em suas próprias tramas pessoais, e a partir aí entendemos suas motivações e seu comportamento para a história principal.

Nela, Michael Blake é um escritor de grande sucesso em vias de lançar um novo romance. Esse sucesso veio com seu primeiro romance, que escreveu baseado em uma desgraça real pela qual passou, e pela qual sempre se sentiu culpado. Apesar da culpa, Michael também se sentiu confortável com a fama e o dinheiro que essa desgraça eventualmente o trouxe, e trilhou o Caminho do Sucesso sem maiores problemas.

Entretanto, nem todos são fãs. Além de culpa, o Caminho do Sucesso é pavimentado por rancor, ódio, dor e necessidade de vingança. Quando já nem imaginava, Michael se vê vítima do passado e a tragédia volta a atormentá-lo - e, dessa vez, a dor será muito maior.

O thriller é realmente tenso, quando a coisa toda começa a acontecer. Talvez não seja uma leitura muito fácil para o leitor iniciante, devido ao estilo narrativo do autor - cheio de metáforas e construções bastante americanizadas (até para ambientar melhor o enredo), mas a história certamente prende e a leitura pode ser rapidamente completada, devido a seus capítulos bem divididos. É mais uma boa história do nosso autor goiano que está despontando no cenário nacional de terror e suspense, torço e tenho certeza de que muito mais virá pela frente.




Acredito que, até o momento, o livro só possa ser adquirido fisicamente em Goiânia. Para mais informações, entre em contato com o autor através de maldonalle@gmail.com.

Para conhecer o autor: blog | Facebook