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TAG: Nunca, nunca

O mais legal das TAGs que posto é que todas são roubadas. Essa, eu roubei daqui, mas diminuí de 10 pra 5 porque tá dando muito trabalho.





5 coisas que eu nunca fiz:

1. Manter um amigo de infância. Tive amigos na infância, mas nenhum deles durou mais do que esse período. Mal e mal tenho amigos de escola com quem ainda tenho contato. Essas coisas das pessoas quererem ficar quase nunca acontecem comigo. Quer dizer, eu me mudei muito de cidade e não vou muito atrás de conversar, também; mas, né, Facebook tá aí...

2. Ir à manicure/pedicure. Nunca tive minhas unhas feitas por outra pessoa. Na verdade, eu nem faço as unhas, propriamente falando; só corto/lixo, empurro as cutículas e passo um esmalte legal (adoro esmaltes!). Até enfeito um pouco, se tiver tempo/vontade. Mas também fico semanas sem pintar.

3. Dirigir. Não tenho a mínima vontade de aprender, então nunca nem sentei no banco do motorista. Eu tenho consciência da necessidade de saber, mas também tenho consciência do quanto custa tirar uma carteira, comprar um carro e mantê-lo, então tá beeeem pra baixo na lista de prioridades da vida. E nem é só pela despesa, é porque sou muito atrapalhada com a minha coordenação motora e tenho um péssimo senso de direção. Adoraria ter mais independência - meu trabalho melhoraria muito, se eu pudesse ir até meus alunos, mas ainda não.

4. Beber refrigerante ou qualquer coisa alcoólica. As pessoas sempre ficam surpresas quando digo que nunca bebi refrigerante, mas é verdade. Não tenho e nunca tive a menor vontade e experimentar; não gosto nem do cheiro. E o mesmo para bebidas alcoólicas; tenho aversão ao cheiro e não gosto nem de pegar para outras pessoas, passo longe.

5. Ter um namorado. Eu ser socialmente esquisita já explica metade do motivo; a outra metade foi explicada aqui. Houve uma recente tentativa minha de compromissar algo bom que já estava rolando, mas o compromisso só aconteceu na minha cabeça e ele foi embora ficar com outra. Acontece.



5 coisas que nunca vou fazer de novo:

1. Brincar na La Tour Eiffel do Hopi Hari. Na verdade, eu nem sei se o brinquedo ainda funciona (a última vez que fui lá, não estava), mas jurei pra mim mesma que nunca mais subiria naquela coisa e o juramento vale pra todas as minhas vidas futuras. Pesadelo.

2. Furar o nariz. Tive um piercing nele uma vez e foi legal enquanto durou, mas hoje vejo pelas fotos como era ridículo e eu nunca mais vou me zoar desse jeito de novo. Eu não tenho muita noção da minha própria aparência.

3. Dar aula de Português para estrangeiros. Só fiz isso uma vez e foi a hora mais longa da minha vida. Ser falante nativo não te torna professor da língua, e eu descobri que não consigo fazer isso sem um preparo especializado.

4. Pescar. Pesquei algumas vezes quando mais nova mas não quero fazer de novo. Detesto a ideia de matar ou machucar um bicho, ainda mais por "diversão".

5. Comprar coisas em pré-venda. Nunca chegou pra mim antes de chegar às lojas, fica eventualmente mais barato depois de um tempo, e eu acabo nunca usufruindo do produto tão logo chegue. Pra que esse consumismo todo?



5 coisas que quero fazer:

1. Viajar para outro país. É algo que basicamente todo mundo que conheço já fez ou faz de vez em quando, e eu ainda não tive a oportunidade ou a companhia para ir. Tenho medo de ir sozinha pra tão longe porque não acho seguro tentar me virar em lugares onde não conheço ninguém (há depoimentos de gente que se virou superbem, e de gente que se ferrou muito, também). E tem também o caso de eu não poder ir para os EUA porque não posso tirar o visto americano. Não seria a minha primeira escolha de viagem, mas já é um lugar que não posso conhecer, por enquanto.

2. Ver um pinguim. Não visitei muitos zoológicos na vida, mas os poucos que visitei não tinham pinguins e isso me deixa bem triste. Adoro esses bichos e morro de vontade de conhecer alguns.

3. Ir a alguma Comic-con ou qualquer evento desses super maneiros. Morar num lugar onde nada que eu goste acontece me dificulta a diversão, que sempre acontece longe e depende de companhia e lugar pra ficar (e envolve um monte de despesas que as pessoas que moram mais perto não têm). 

4. Ser autônoma. Sou freelancer, não autônoma, e isso é bem ruim. Não há garantias, não há serviço o suficiente, não há consistência e nenhum benefício em longo prazo. Eu queria muito poder ter meu próprio negócio ou poder formalizar a minha profissão, mas a área de tradução ainda não é reconhecida aqui no Brasil (me impedindo de abrir uma empresa). Não faço questão de continuar nela, mas quero muito, muito mesmo, conseguir pensar em algo que dê certo pra mim.

5. Publicar um livro. Nunca consegui terminar nada do que comecei a escrever. Sei que escrevo bem o suficiente, mas a Musa não me visita e eu tô bem cansada de esperar por uma ideia genial. Não consigo nem decidir sobre o que quero escrever, só queria que fosse original ou interessante. :(

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