28/02/2017

Desafio de Leitura 2017: Primeiro relatório

Eis as primeiras leituras do ano! Comecei devagar, mas já consegui eliminar alguns itens do novo desafio e estou empolgada para os próximos. Vamos lá:


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Ficção:



Harry Potter e a Criança Amaldiçoada
J.K. Rowling & Jack Thorne - Rocco - 2016 - 343p.

Vi muita gente dizer que detestou essa sequência e confesso que isso me desanimou um pouco para a leitura - tanto que não tive pressa de conseguir o livro e ver logo o que a autora inventou para o futuro dos personagens principais de sua obra. Achei, no mínimo, justo que houvessem publicado a história, originalmente uma peça de teatro, em livro, já que apenas os fãs ingleses tinham tido a oportunidade de conhecê-la. E, aos que não gostaram dela porque o formato de narração é diferente, só digo isso: quanta preguiça de vocês. Não há nada de difícil na leitura de um roteiro. Rowling é tão boa escritora que até uma história só com diálogos é interessante do começo ao fim. Vinte anos depois dos eventos de Harry Potter e As Relíquias da Morte, vemos Harry, Rony, Hermione, Gina e Draco como coadjuvantes da história de seus filhos. Alvo, filho de Harry e Gina, sofre com a pressão de ser filho de quem é e se torna bastante difícil de lidar. Escórpio, filho de Draco, é, por sua vez, um garoto bom como poucos, mas carrega o fardo de ser um Malfoy e, além disso, é alvo de um grave boato que preocupa o mundo bruxo. Além de tudo isso, os garotos se envolvem numa missão arriscada: de posse de um vira-tempo, artefato agora ilegal, ambos voltam ao passado e tentam evitar a morte de um conhecido personagem... As implicações disso são terríveis, mas eles só vão saber disso depois. É claro que, por ser um roteiro, a história não tem a profundidade narrativa ou um desenvolvimento complexo dos personagens, como os livros anteriores, mas não deixa de ser uma leitura indispensável aos fãs da saga e uma importante continuação dos fatos, bem aproveitados para essa sequência. Não deixem de ler.

✓ item do desafio: Uma peça ou roteiro




O Fantasma da Ópera
Gaston Leroux - Germape - 1998 (1909) - 192p.

Esse demorou bastante pra sair no sorteio, mas finalmente foi! Clássico da literatura francesa, levemente baseado em fatos reais, O Fantasma da Ópera não é lá uma leitura muito fácil. Esta edição, inclusive, pode ter contribuído pra isso: nota-se a evidente economia de recursos com as margens estreitas, tipografia minúscula e uma péssima revisão que deixou escapar um monte de erros esdrúxulos de digitação e concordância, parágrafos repetidos e esses deslizes todos. Enfim, a história em si também não foi das minhas favoritas. Digo isso porque não estou em um bom momento para ler romances, que nunca foi meu gênero favorito, e histórias de amor, reais ou fictícias, têm me deixado bem irritada. Ainda assim, o personagem me deixou um tanto surpresa. Não posso dizer que tenha assistido a algum dos filmes baseados na história, então não sabia que ele era violento desse jeito, haha. Até conseguir sequestrar a estrela da ópera Christina Daeé, sua paixão platônica, o Fantasma machucou e matou um bom número de pessoas por chantagear os donos do teatro mas não conseguir o que queria. É, na verdade, mais uma história de ciúme e obsessão doentia do que uma história de amor, mas tem toda a questão do rapaz nobre que é noivo da moça e o tenso resgate que ele empreende. Essa parte mais emocionante só começa lá pelo final, depois de um monte de divagações de narração que me desanimaram um pouco de querer terminar o livro. Entretanto, confesso que senti uma empatia estranha pelo Fantasma, depois de conhecê-lo direito - apresentação que só é feita no epílogo, o que achei meio fora de lugar. Imagino que existam muitos entusiastas da obra, mas eu talvez a tenha lido num mau momento. 

✓ item do desafio: Um livro com mais de 100 anos




O Menino Que Desenhava Monstros
Keith Donohue - Darkside - 2016 (2014) - 256p.

Este foi um que achei que seria mais violento, já que vai ser adaptado para o cinema pelo diretor de Jogos Mortais, mas é uma história de terror lenta e sutil, mais como as versões antigas de contos de fadas com monstros que não são realmente o maior problema da história. Jack Peter é um garoto de dez anos com uma obsessão por desenhar monstros. Por ser autista, seus pais já estão acostumados à suas obsessões, mas logo descobrem que os monstros não estão apenas nos desenhos do garoto, mas cercando sua casa em uma pequena cidade costeira. Entre os momentos tensos vividos por essa família e o melhor amigo de Jack Peter, Nick, também acompanhamos a dificuldade dos pais em lidar com o autismo do filho, uma Síndrome de Asperger que intensificou-se após um evento bastante traumático, anos antes. Uma narrativa interessante, com elementos que desviam nossa mente para um caminho enganoso, e um final bastante inesperado.

✓ item do desafio: Um livro cujo protagonista tenha menos de 16 anos





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Não-ficção:



Sobre a Escrita
Stephen King - Suma de Letras - 2015 (2000) - 255p.

Essa maravilha de livro foi um empréstimo de uma amiga que me incentiva muito a colocar minhas ideias no papel e correr pro abraço da publicação. Quando comentei sobre a frustração de "já existir um livro sobre tudo", ela fez questão que eu lesse este livro e mudasse de ideia a respeito de mim, como escritora, e o que eu tenho a dizer. Por meio de memórias de sua infância e juventude, Stephen King (que dispensa apresentações) conta como descobriu que era escritor e nos leva a refletir sobre a própria vida e os sinais que recebemos de que somos contadores de histórias. Depois, começam as dicas técnicas de escrita, com muitos exemplos - fui lendo e fazendo anotações alucinadamente. Vale lembrar que as dicas dele são a respeito do estilo narrativo que ele usa e, portanto, considera melhor. Você pode discordar de algumas coisas e está tudo bem, afinal, ninguém mais é Stephen King além dele mesmo. E aí ele termina com uma reflexão sobre o acidente que quase lhe tirou a vida e mudou muita coisa em sua rotina e percepção (quem leu A Torre Negra já é familiarizado com a história). E ainda tem uma lista de recomendações de livros que ele considera de leitura essencial, vários dos quais já li ou tenho aqui para ler futuramente. Este livro certamente merece todo o status que ganhou; é uma leitura deliciosa e muito instrutiva, com os segredos e técnicas de um dos escritores mais celebrados da literatura contemporânea mundial - além de ser bastante interessante até para quem não tem ambição de ser escritor, mas é fã do autor.

✓ item do desafio: Um livro de memórias





Uma Breve História do Mundo
H.G. Wells - L&PM - 2013 (1922) - 384p.


Eu sinceramente não me lembro como fui chegar a este livro (já estava há bastante tempo aqui esperando pra ser lido), mas lembro que achei muito interessante que um conhecido autor de ficção científica (A Guerra dos Mundos, A Máquina do Tempo) tenha escrito um livro de não-ficção - e um tão ambicioso como este: um resumão da história do nosso planeta. Wells começa falando sobre o Universo, mas logo começa a abordar a história da humanidade desde o seu surgimento e evolução, passando por todas as principais descobertas, revoluções, povos antigos e seus costumes, o surgimento das religiões e questões políticas, conquistas e guerras, e termina com um relato da Primeira Grande Guerra, que havia acabado um pouco antes da publicação deste livro. É um livro de História com capítulos muito breves, embora bastante abrangentes e com detalhes muito interessantes sobre cada tema. O autor é bastante imparcial nas questões políticas e religiosas, mas também nos oferece uma visão pessoal sobre alguns assuntos discutidos - ele, inclusive, fecha o livro com uma mensagem de esperança para o futuro. Apesar de ser um livro bastante antigo, é interessante ver como pouco do que se sabe hoje sobre a Ciência e a História discutidas aqui mudou; continua sendo uma fonte válida e confiável de pesquisa.




O Livro do Ego: Liberte-se da ilusão
Osho - Best Seller - 2015 - 320p.

Não diria que seja um livro que eu teria escolhido pra ler, em circunstâncias normais... Entretanto, o ganhei de cortesia para o Kindle no início do ano e achei que seria uma leitura conveniente, já que, na época, eu estava sofrendo bastante com uma questão que reconheci ser um problema de ego ferido. Já conhecia o autor por fama e já li coisas avulsas de sua autoria aqui e ali, mas nunca tinha lido, de fato, um livro seu. Foi uma leitura rápida e, no começo, fiquei tão empolgada com tudo o que estava sendo dito que destaquei vários trechos oportunos do livro. Porém, apesar de ser uma leitura fácil, a absorção dos ensinamentos do guru não são tão fáceis assim - tanto que, da metade pro final, fiquei com uma sensação irritante de que eu não deveria estar lendo esse livro. Leiga que sou sobre o budismo e sua filosofia, não posso querer explicar aqui o que Osho tenta nos ensinar sobre o caminho da supressão do ego e o alcance da iluminação. O livro todo é uma coleção de respostas que ele deu a várias perguntas sobre o ego, o poder, a meditação, a iluminação e tantas outras coisas relacionadas, permeadas por parábolas e anedotas divertidas que ele julgou complementarem suas dicas. O meu problema com a questão toda é que, segundo ele, a mente é nossa maior inimiga e não devemos alimentá-la; devemos aceitar sua existência mas nunca deixá-la criar uma personalidade que suprima o nosso verdadeiro eu. Parece complexo - e é, se você não se abrir à ideia de que somos todos uma coisa só que habita vários corpos -, mas tudo faz muito sentido e nos faz querer fazer tudo o que ele sugere. Contudo, nota-se que o caminho para a iluminação é bastante solitário e, embora eu goste da ideia de solidão e não me sentir mal por ser sozinha, ainda assim vivemos em sociedade e, gostando ou não, precisamos das outras pessoas, sendo elas egocêntricas ou iluminadas. Acredito que seria uma coisa que só funcionaria se todos fossem capazes de se desprender de suas mentes e compreenderem o estado do "não existe eu". Se eu, sozinha, chegar finalmente a essa conclusão, teria uma vida miseravelmente solitária, cercada por pessoas que não entenderiam ou respeitariam isso. Tudo bem, não me sentiria mal por isso, mas minha mente (minha eterna inimiga) ainda consegue me convencer de que ela é indispensável. Definitivamente, não estou pronta pra isso. E, agora, fico pensando se deveria estar.

✓ item do desafio: Um livro de um autor que você nunca leu






Bastidores
Rafael Koff - independente - 2016 - 106p.



Este foi outro projeto do autor que apoiei pelo Catarse. São curiosidades sobre os bastidores de 100 filmes clássicos, todo ilustrado por ele. Mesmo estando sempre ligada nas curiosidades sobre cinema, ainda assim li coisas que não sabia sobre uma porção de filmes que adoro! Ficou um livro bem bacana e acho bem possível que ele acabe fazendo outros no estilo...

✓ item do desafio: Um livro publicado independentemente



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HQs:


O Perfuraneve, de Lob, Rochette & Legrand (Aleph, 2015 / 1982). Assisti ao filme (Expresso do Amanhã) e fiquei tão impressionada com a história que quis ler a HQ em que ele foi baseado assim que soube. Por ser um tijolão e ter uma certa reputação, é uma encadernação meio cara, mas nada que uma Black Friday da Amazon não tenha me resolvido. O roteiro do filme foi livremente baseado nessa distopia em que os últimos sobreviventes do mundo que foi tomado por outra Era do Gelo estão a bordo de um trem gigantesco que dá voltas intermináveis ao redor do planeta. Essas pessoas são divididas pelos vagões seguindo uma hierarquia injusta e cheia de preconceito em que os últimos vagões sofrem todo tipo de miséria. Então, acontece uma inevitável revolução e as coisas começam a ficar bem feias pra todo mundo, principalmente para os já desfavorecidos. São três histórias e as três são cheias de violência, personagens odiosos e tragédias. O tipo de leitura que você acaba e fica refletindo a respeito do pior da humanidade por um tempo. Há um anexo com notas sobre os autores, os prêmios que a HQ recebeu e a adaptação para o filme, com curiosidades.

✓ item do desafio: Um livro em quadrinhos



► Andamento do desafio: 7/48
► Fora do desafio: 1

15/02/2017

A palavra é: Caixão

Bateu um momento de tédio em que poderia estar estudando, mas preferi brincar de abrir o dicionário em uma página aleatória e falar sobre a primeira palavra que eu visse. E foi caixão, agora.

[Já brinquei disso antes, aqui e aqui]

Caixão me lembra outras coisas além de alguns eventos tristes, do Drácula e das unhas do Zé do Caixão.




1. Há muitos anos, eu tinha (ok, ainda tenho) uma camiseta da falecida Murderdolls, que era uma das minhas bandas favoritas ever. Foi bem sofrida de conseguir, na época, e era meu orgulho e eu usava sempre que podia. O símbolo da banda, na estampa, era um caixão com a silhueta de uma bonequinha de vestido e chifres, dentro dele. Um dia, estava eu parada sozinha em alguma esquina após um tratamento particularmente chato de canal, vestindo minha linda camiseta, quando uma senhora evangélica passa por mim. Ela para, volta, me olha bem nos olhos e me convida para o culto do próximo domingo. Passa o endereço, horário e parece realmente ansiosa que eu vá. Agradeço, né.

E TAMBÉM, eu tinha um pingente de caixão com caveirinha que eu amava de paixão e usava todo santo dia porque eu podia. Lembro que enlouqueci quando consegui achar um porque o Piggy D. (que era guitarrista do Wednesday 13) usava um e, enfim, adolescentes tardios...


Tô usando as duas coisas, aqui, batendo cabeça quando eu era ~metaleira~ e ia nos róque. Palavras não descrevem o quanto essa foto horrível é a minha favorita de todas as fotos horríveis dessa época ♥



2. Uma das minhas músicas favoritas do OOMPH!, de quando eles ainda cantavam coisas em inglês: Ice-Coffin ("caixão de gelo"). Postei por aqui há 500 séculos, quando fazia aqueles especiais Old School e falei mais sobre ela, mas vou colocar o vídeo de novo porque, como eu disse, é uma das minhas favoritas.

DON'T YOU LOVE ME!
DON'T YOU SAVE ME!
YOU'D BETTER LEAVE ME ALONE HERE IN MY ICE COFFIN
DON'T YOU LOVE ME!


(Nesse mesmo não tem, mas me lembro de caixões em trocentos videoclipes - ficaria um tempão listando tudo!)


3. Essa curta-metragem, This Way Up, que eu salvei como material para usar em alguma aula e até hoje não tive oportunidade. Mostra os perrengues de dois agentes funerários que tentam levar o caixão de uma senhora até o cemitério depois de uma série de complicações. A animação até concorreu ao Oscar de melhor curta em 2008. É bem engraçado, pra quem curte um humor negro, haha




4. Essa tirinha, que vi há uns dias e não sei quem é o artista. Rio igual uma idiota porque a atração de gatos por caixas é um grande mistério da humanidade, e nem a deusa Bastet escapou. 🤣





Acho que não me vem mais nada. E vocês, do que lembram?

12/02/2017

O desafio dos 30 livros



Não lembro como cheguei à fonte, mas peguei daqui. Deve ter resenha aqui de quase todos os que eu mencionar, então vou deixar os links.


01 – O melhor livro que você leu este ano

Ainda não li muitos livros esse ano, mas o melhor até agora foi Sobre a Escrita, de Stephen King. Logo sai no relatório :)

02 – Um livro que você leu mais de três vezes

Sem ser os livrinhos da infância, acho que Harry Potter e a Pedra Filosofal. Não tenho muito tempo de ler tudo o que gostaria de ler várias vezes, porque ainda há TANTAS histórias novas me esperando...

03 – Sua série favorita

Atualmente, Wild Cards. Sou muito apaixonada por essa história maluca de mutantes.

04 – Seu livro favorito da sua série favorita

Dos que foram publicados no Brasil até agora, Apostas Mortais, o terceiro. Cheio de tretas e tragédias, como eu gosto.

05 – Um livro que te deixa feliz

Percy Jackson e os Deuses Gregos me deixou feliz do começo ao fim. O tipo de livro que sempre deveria ter existido.

06 – Um livro que te deixa triste

Sempre Solipsist. Henry Rollins consegue alcançar aquele buraquinho na minha alma e apertar a ferida. E eu sempre deixo.

07 – O livro mais menosprezado

Uma Princesa de Marte, de Edgar Rice Burroughs e que inspirou o filme John Carter. É de uma criatividade impressionante e muito rica. Gostaria muito que a Aleph tivesse seguido com as publicações (sacanagem do século interromperem no terceiro livro!).

08 – O livro mais superestimado

Eu geralmente gosto dos best sellers que leio, e não chego a ler os que não acho que vão me interessar. Não sei responder essa.

09 – Um livro que você achou que não ia gostar e acabou adorando

Viagens de Gulliver. Achei que seria um clássico de leitura difícil ou não muito interessante, mas me surpreendi com o humor da narrativa, cinismo do personagem principal e as maravilhosas lições morais das histórias.

10 – Um clássico favorito

A resposta óbvia pra essa vai ser a resposta da última pergunta, então pra essa vou de A Volta ao Mundo em 80 Dias, que acho muito divertido e inteligente.

11 – Um livro que você detestou

A Chegada em Darkover, da série Darkover de Marion Zimmer Bradley. Mais por ter sido uma decepção enorme.

12 – Um livro que você costumava amar e agora não

Vou mudar essa resposta para um que eu tenha gostado muito do primeiro e me decepcionado tanto com o segundo que não quis nem ler os seguintes: A Ascensão do Governador, baseado em The Walking Dead. Só esse primeiro teria sido suficiente.

13 – Seu escritor favorito

Tenho vários, mas um que li quase tudo o que publicou e que gosto de absolutamente tudo é Neil Gaiman.

14 – Seu livro favorito do seu escritor favorito

Lugar Nenhum, que li várias vezes e me deixou um tanto obcecada.

15 – Personagem masculino favorito

Nunca sei o que responder nessas. Já li tantos personagens maravilhosos! Escolho, novamente, Hannibal Lecter, o melhor canibal que você respeita. Adoro gente inteligente que engana todo mundo.

16 – Personagem feminino favorito

Embora não tenha sido minha série favorita, gostei muito de Susannah, de A Torre Negra. É uma personagem diferente que se desenvolve de maneiras completamente inesperadas e nunca decepciona.

17 – Citação(ões) favorita(s) do seu livro favorito

"Eu que me aguente comigo e com os comigos de mim."
"Eu não sou pessimista, sou triste."

18 – Um livro que te decepcionou

Além dos mencionados em 11 e 12, Assassin's Creed: Renascença. Tanto que nem consegui ler todo, e olha que pra eu abandonar um livro tem que ser muito, muito decepcionante.

19 – Um livro favorito que tenha virado filme

Praticamente todos...? O que estou lendo agora e que virou filme (que ainda não assisti, pois quero ler primeiro) foi O Orfanato da Srta. Peregrine Para Crianças Peculiares.

20 – Romance favorito

Não que eu ame romances, mas, além da resposta óbvia, também amo Nossa Senhora de Paris: O Corcunda de Notre-Dame. Quero reler logo para poder escrever sobre ele aqui.

21 – Livro favorito da infância

Tinhas vários livrinhos que reli muitas vezes. Nossos favoritos eram livros-jogos que raramente conseguíamos ganhar, hahah.

22 – Livro favorito da sua estante

Meu orgulho maior nem está na estante, porque é um tijolão que precisa ficar deitado, então está na minha cabeceira. É aquele óbvio.

23 – Um livro que você quer ler há muito tempo mas ainda não leu

Vários! Fico dependendo do sorteio. Um deles é Zoo; acabei vendo a série primeiro e adorando e estou tão curiosa com o livro!

24 – Um livro que você gostaria que mais pessoas lessem

Muitos, mas sempre gosto de reforçar a indicação de Fahrenheit 451. Parem de preguiça e vão ser felizes, por favor.

25 – Um personagem com o qual você mais se identifique

Eu costumava dizer que a Éponine, do livro óbvio, mas não sei se ainda tenho essa visão sobre o amor na minha vida. Acabo me identificando mais com o Enjolras, a essas alturas.

26 – Um livro que mudou a sua opinião sobre alguma coisa

O Professor e o Demente, que me fez me interessar muito mais por dicionários e respeitar o Oxford pro resto da minha vida (dicionários são importantes pra mim, ok).

27 – O livro com o final mais surpreendente

Sei que muitos, mas um que li recentemente e que o final foi um grande QUE foi O Menino Que Desenhava Monstros. Sai no próximo relatório.

28 – Seu título favorito


29 – Um livro que todos detestaram mas você gostou

Acontece com frequência, sou uma pessoa cheia de amor. Tipo aconteceu com A Noite Devorou o Mundo, que não conheço ninguém que tenha gostado. Às vezes acho que falta um pouco de paciência pras entrelinhas nessa sociedade imediatista.

30 – Seu livro favorito de todos os tempos

QUEM NÃO SABE PODE IR EMBORA. Um beijo d'Os Miseráveis.


foto desatualizada sem dinossauro

09/02/2017

Vários nadas

... que fui juntando daqui.


10 coisas verdes que vejo de onde estou

1. A parede bem na minha frente, que eu mesma pintei e adoro.
2. Os post-it com minhas tarifas de tradução e revisão. Que eu provavelmente deveria ajustar.
3. O ícone do Spotify, minha única companhia constante.
4. Esse dinossauro sensacional tatuado na minha coxa.
5. As lombadas de alguns livros (Sobre a Escrita, de Stephen King; Harry Potter e O Cálice de Fogo e O Enigma do Príncipe; Lugar Nenhum, de Neil Gaiman; e uma biografia de Darwin que ainda não li).
6. O puff que serve de mesa pra minha impressora.
7. Uma caneta e um marca-texto gel infinito.
8. Um marcador de páginas daqueles de silicone com uma mãozinha, que encaixam em qualquer livro e apontam onde paramos a leitura.
9. A lombada do Simon & Garfunkel's Greatest Hits, essa coisa linda e cheia de amor.
10. O Hulk, no meu pôster da Marvel. Bem difícil de não ver.


9 coisas pelas quais já fui obcecada e agora não me interessam

1. Linkin Park. Foi minha banda favorita por um tempão, mas passou a me desinteressar e agora mal ouço até as favoritas...
2. Artesanato. Eu fazia muita, muita coisa: embalagens, cartões, bijuterias, marcadores de página, pompons, estêncil, customização, scrapbook. Ainda gosto, mas não tenho mais ânimo.
3. Doctor Who. CHOQUE! Ainda gosto, mas passou aquela paixão louca de quando descobri a série. Nem me apresso pra assistir quando sai coisa nova, não me interessei pelo spin-off que lançaram agora, não me animei com a companheira nova, parei de ver a série clássica. Sei lá o que foi.
4. Action figures. Eu sempre ia às lojas de brinquedos procurar bonequinhos pra minha coleção, mas já tem meses que não faço mais isso. Se aparece algum legal, até pego, mas não procurei mais.
5. Procurar fotos raras de bandas. Eu passava horas diárias pesquisando e juntei muitos GB de fotos legais dos mais variados artistas, aí parei de perder tempo e desperdiçar HD com isso. Internet tá aí pra consulta.
6. Baixar discografias, vídeos e gravações raras. Idem.
7. Cobrir minhas paredes de pôsteres. Eu colava absolutamente tudo o que tinha a ver com música, não deixava um centímetro de fora. Agora venho tentando desafogar minhas paredes, mas elas estão tão feias que acabo deixando os quadros e cartazes para cobrir o estrago.
8. Dispatch. Foi uma obsessão muito forte e muito rápida. Só ouvia isso todos os dias e o dia todo, tava completamente apaixonada. Aí passou um mês e não consegui mais ouvir mais do que algumas músicas desde então. Que bem louca.
9. Pesquisar pro blog. Me dediquei pra caramba, tenho um monte de rascunhos à mão e uma pasta de links que salvei para escrever sobre em outras ocasiões. Tudo abandonado.


8 coisas que me fazem rir

Tá difícil.

1. Modern Family, que é a única comédia que ando acompanhando.
2. Coisas que os nossos gatos fazem. Bando de gordos mimados burrinhos.
3. Vídeos do Bad Lip Reading, que já recomendei.
4. Estudar/divagar com a Gabi. Diversão semanal garantida.
5. O Carpool Karaoke com a Sia. Nunca não vou rir disso.


Vou até deixar aqui porque preciso ver todo dia.


6. Jogar qualquer coisa com a Giuli. Tudo fica divertido com ela.
7. Os clipes do Westlife, que são os piores do mundo (sério, olhem esse CGI).
8. Gibis do Deadpool. Pena que faz tempo que não leio :(


7 coisas que preciso fazer

1. Me manter firme nas minhas decisões. Sempre volto atrás e sempre fico triste por isso.
2. Seguir em frente. Ragnar uma vez disse (em Vikings): "Não olhe pra trás, não é pra lá que você está indo", e ele era um cara legal e eu quero ser assim.
3. Me dedicar mais ao que estou aprendendo. Ando desanimada pra ver sentido em me esforçar por qualquer coisa, mas preciso mesmo tentar.
4. Me profissionalizar em outra coisa qualquer. Não dá pra esperar a oportunidade aparecer.
5. Exercícios por mais tempo. Tô meio sem-vergonha com essa ioga meia-boca que ando fazendo.
6. Aprender a cozinhar mais coisas. Não preciso cozinhar, então não me esforço em aprender muito. Mas seria bom expandir essa arte :B
7. Aprender a dirigir. Mas já falei sobre isso.


6 pensamentos constantes

VISH

1. Descobrir o que eu gosto de fazer e como ganhar a vida com isso.
2. Como me reacostumar a ser sozinha depois de ter tido companhia e atenção constantes de alguém que eu gostava por tanto tempo.
3. Coisas que eu devo fazer mas não quero.
4. Coisas que quero fazer mas não posso.
5. Coisas que não posso mudar e que me frustram, tiram o sono e me fazem chorar.
6. A pressão de precisar ser melhor.


5 palavras interessantes da 1ª página do livro mais próximo

Que específico. O livro é "Uma Breve História do Mundo", de H.G. Wells:

1. primórdios
2. subumanos
3. esplendor
4. biblioteca
5. especulações


4 imagens interessantes que vi recentemente

Vou pegar do Pinterest:

olha só pra isso OLHA

tem resenha minha de Coraline aqui

que sonho!

pfvr nunca pedi nada



3 coisas que mudariam drasticamente a minha vida

1. Uma lobotomia. Seria chato não poder aproveitar todas as coisas maravilhosas que li, assisti e aprendi, mas, pelo lado bom, não me importaria com isso. E nem com mais nada \o/
2. Uma grande quantidade de dinheiro. Afogaria as mágoas viajando, ajudando pessoas e bichos e estudando um monte de coisas que quero mas sei que não me darão retorno financeiro.
3. Um apocalipse. Eu teria que aprender a ser importante ou morreria. Ambas situações mudariam drasticamente a minha vida :B


2 citações favoritas

Algumas estão aqui. Outras são:

1. "Esperar pelo melhor e preparar-se para o pior: eis a regra" - Fernando Pessoa
2. "And you can call me a bad friend, or you can just not call me" - Red City Radio


1 lei que decretaria se fosse presidente

1. Proibiria feriados aos domingos. Onde já se viu tamanho desperdício?