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Mostrando postagens de Outubro, 2017

O Livro das Ideias Brilhantes (E o Que Fazer para Tê-las)

Por The Brothers McLeod, Editora Valentina (2015).

Este é um livro criado para você criar. São dicas de como aproveitar cada aspecto do seu dia a dia como fonte de inspiração para uma criação artística. Os autores dão vários exercícios para que você desenvolva as ideias: personagens para desenhar a partir de formas, enredos para desenvolver a partir de frases prontas, brincadeiras para jogar com palavras e ideias, formas para descobrir e pintar, quadrinhos para completar, e muito mais. A ideia é desenvolver várias habilidades criativas e ver com qual você se sente mais à vontade.
Comprei este livro há pouco mais de um ano, na esperança de me inspirar a começar (e principalmente terminar!) histórias que ficam pela minha cabeça mas nunca vão pro papel. Tenho uma dificuldade enorme em lidar com personagens, inclusive para nomeá-los. Sendo assim, a única coisa do livro que ainda me deixou um pouco frustrada foram as partes de criação de personagens, porque quase todos envolviam desenhá-lo…

10 músicas para conhecer hoje

Aqui estão algumas musiquinhas legais que meu player escolheu aleatoriamente e que apresento para quem quiser conhecer e talvez atualizar a playlist. (A quem eu quero enganar? hahah) Como estou fazendo isso por aqui com alguma frequência nos últimos 8 anos, fica difícil não repetir. Mas tenho cerca de 2800 artistas na biblioteca da last.fm, então algo novo sempre aparece.


1. Idiot Wind, Bob Dylan



"Idiot wind, blowing every time you move your teeth
You’re an idiot, babe
It’s a wonder that you still know how to breathe."


🎵 Por que ouvir: Dylan gravou esta em 1975 e não explica muito sobre quem é o tal idiota que só fala besteira e mereceu esse sermão de quase 8 minutos; mas seu filho, Jakob, alega que é sobre a então esposa de Bob e sua mãe, Sara. Alguns vão além e dizem que é uma canção sobre seu próprio ego inflado. Bom, sobre quem quer que seja, adoro os clássicos de Dylan em que ele destrói pessoas com o seu sarcasmo (Like a Rolling Stone; Don't Think Twice, It's All …

Um questionário cujo nome não decifrei

O nome da tag era The Racquet Questions e eu ainda tô aqui pensando em que diabos é isso (pior tradutora do Brasil). Enfim, roubei daqui.


01 Qual foi o pior apelido que você já recebeu?
Os meninos do transporte escolar ficaram algumas semanas me chamando de "rolinha" sem eu fazer a mínima ideia do por quê. Até um deles me contar que era porque eu era "gordinha" e meu nariz "parecia um bico"...


02 Você tem uma flor favorita?
Não ligo muito pra flores, mas gosto de girassóis.


03 Você coloca algum molho ou condimento artificial na comida?
Normalmente, não; mas gosto de maionese, mostarda e/ou ketchup picante no cachorro-quente.


04 Descreva-se usando apenas palavras que começam em T.
Triste, taciturna, tosca... terrível? 😈


05 Um apelido carinhoso que você tem/teve?
Uma única pessoa no mundo podia me chamar de branquela sem me ofender; agora, ninguém mais pode.


06 Qual a cor de que menos gosta? 
Rosa, qualquer tom.


07 Em quem você votou nas últimas eleições?…

O Pássaro Cativo

Armas, num galho de árvore, o alçapão;  E, em breve, uma avezinha descuidada,  Batendo as asas cai na escravidão.
Dás-lhe então, por esplêndida morada,  A gaiola dourada;  Dás-lhe alpiste, e água fresca, e ovos, e tudo:  Porque é que, tendo tudo, há de ficar  O passarinho mudo,  Arrepiado e triste, sem cantar?
É que, crença, os pássaros não falam.  Só gorjeando a sua dor exalam,  Sem que os homens os possam entender;  Se os pássaros falassem,  Talvez os teus ouvidos escutassem  Este cativo pássaro dizer:


“Não quero o teu alpiste!  Gosto mais do alimento que procuro  Na mata livre em que a voar me viste;  Tenho água fresca num recanto escuro  Da selva em que nasci;  Da mata entre os verdores,  Tenho frutos e flores,  Sem precisar de ti!  Não quero a tua esplêndida gaiola!  Pois nenhuma riqueza me consola  De haver perdido aquilo que perdi ...  Prefiro o ninho humilde, construído  De folhas secas, plácido, e escondido  Entre os galhos das árvores amigas ... 

Solta-me ao vento e ao sol!  Com que direito à escravidão …