Pular para o conteúdo principal

The littlest man.


Caramba, já passou um ano? Já é aniversário do Scotty de novo (33)! O post do ano passado tem microbiografia e música, então não sei o que vou fazer esse ano...

Acho que vou fazer como o capeta disse aquele dia, "just let it flow".

Por que eu gosto tanto do Scott Klopfenstein:

► Vejamos. Primeiro, sem ele no Reel Big Fish, o Aaron não teria quem humilhar. Ok, ele humilha todo mundo, mas o Scott tem um pedaço especial no coração dele, então as zoadas com ele são as melhores. Falando sério, essa dupla faz toda a diferença no palco.

► Scott tem um alcance vocal invejável. Quem já ouviu RBF e percebeu aquele backing vocal num agudo digno de soprano de ópera, é ele. Quem já viu algum vídeo ao vivo deles tocando She Has A Girlfriend Now, é ele quem substitui a Monique Powell na parte dela. Quem já viu eles tocando ao vivo S.R. (The Many Versions Of), é ele quem faz a versão country, blues, disco e emo.

► Ele canta. Ele toca trompete. Ele toca guitarra. Ele toca teclado. Ele faz tudo ao mesmo tempo.

► Ele não compôs muitas pérolas pro RBF (só Drunk Again que é LINDA e Average Man que é bem legal e grudenta); mas tinha o The Littlest Man Band, onde compôs umas músicas bem bonitas, muito boas e nada a ver com o que se esperaria do cara vestido de fadinha no primeiro clipe do RBF. Agora tá levando anos pra lançar o bendito material solo dele, mas acredito que a espera valerá a pena (podemos ouvir todas as músicas do TLMB e solo no site dele).

► Ele tá gordo e com uma barba bizarra, e eu não gosto disso, exatamente. Mas tudo bem ;( hahahah

► Uma vez eu mandei um email pra ele e ele respondeu. E não foi uma resposta tipo "ok thanks", foi uma resposta decente e enorme :)

E sei lá, é isso \o/

Postagens mais visitadas deste blog

Manu explica sobre assexualidade, de novo, devagarinho pra todo mundo entender (COM SARCASMO!) (METÁFORAS!) (E CIÊNCIA!)

Eu entendo que seja confuso. Acreditem, é mais confuso ainda pra quem é e precisa entender como e por que é assim. No processo de autoeducação, a gente tenta educar também os outros porque ouve muita, muita besteira e essas besteiras acabam ofendendo e atrapalhando um processo complicado de autoaceitação. Então, pra evitar que as pessoas das demais orientações continuem mal-interpretando os milhões de assexuais do mundo, venho aqui novamente explicar qual é a nossa. 👉 RECAPITULANDO: Assexualidade é a orientação sexual em que o indivíduo não sente atração sexual por outros , de qualquer gênero.  É ausência de atração , não de libido.  Não é o mesmo que celibato , que é uma escolha de abstinência de atividade sexual. A demissexualidade (quando a atração sexual ocorre somente quando há forte vínculo emocional), muito comentada atualmente, é um espectro da assexualidade. Nem todo assexual tem repulsa e se priva de atividade sexual, embora muitos sim. As...

Adeus, 2017. Adeus, HCtZ.

Eu não sei se tenho como definir o que foi 2017 pra mim. A primeira impressão é de que foi tudo horrível, mas aconteceu tanta coisa legal, também, que tenho que ficar me lembrando de não ignorá-las. Fiquei bastante doente (o fato de ninguém validar a doença não a anula - até a piora, na verdade) e me deixei abater por muito tempo, até cansar e querer me cuidar. A retrospectiva do ano passado fala sobre o que desencadeou a coisa toda. Não bastasse isso por si só já ter sido bastante difícil de lidar, afastei vários amigos próximos durante o processo. Reconheço que é chato aguentar gente deprimida; toda a reclamação, negatividade, isolamento... A gente acaba levando isso pra um lado pessoal. Entretanto, ver amigos queridos se afastando de mim foi muito doloroso e intensificou o problema. Eu já estava lidando com uma rejeição imbecil que destruiu a minha autoestima, e aí alguns acharam que era melhor desistir de mim. Uau. Eu sei que ninguém que parou de me seguir ou falar comigo va...

Desafio de Leitura 2017: Último relatório

Foi um ano em que, infelizmente, li poucas HQs. Não ter mais uma boa banca de revistas na cidade me tirou esse prazer. Obrigada, Rio Verde. 🖕 ▼▼▼▼▼ Ficção: Os Portões John Connolly - Bertrand Brasil - 2013 (2009) - 304p. Outro livro divertido de um autor que descobri recentemente e que já é um favorito pessoal. John Connolly era um prolífico escritor policial na Irlanda, até que surpreendeu a todos quando lançou O Livro das Coisas Perdidas , fantasia voltada ao público jovem. Depois disso, não voltou mais para o estilo que o consagrou: escreveu Noturnos , coletânea de contos de terror, e Os Portões , uma divertida história que mistura ciência, o sobrenatural e bastante humor negro. Samuel é um garoto um pouco mal compreendido e considerado esquisito pelos professores, adultos da vizinhança e até pela mãe, recentemente abandonada pelo marido. E, é claro, é justamente ele quem testemunha um evento inacreditável: seus entediados vizinhos abriram, em um culto satânico c...