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Mostrando postagens com o rótulo pessoal

Adeus, 2017. Adeus, HCtZ.

Eu não sei se tenho como definir o que foi 2017 pra mim. A primeira impressão é de que foi tudo horrível, mas aconteceu tanta coisa legal, também, que tenho que ficar me lembrando de não ignorá-las. Fiquei bastante doente (o fato de ninguém validar a doença não a anula - até a piora, na verdade) e me deixei abater por muito tempo, até cansar e querer me cuidar. A retrospectiva do ano passado fala sobre o que desencadeou a coisa toda. Não bastasse isso por si só já ter sido bastante difícil de lidar, afastei vários amigos próximos durante o processo. Reconheço que é chato aguentar gente deprimida; toda a reclamação, negatividade, isolamento... A gente acaba levando isso pra um lado pessoal. Entretanto, ver amigos queridos se afastando de mim foi muito doloroso e intensificou o problema. Eu já estava lidando com uma rejeição imbecil que destruiu a minha autoestima, e aí alguns acharam que era melhor desistir de mim. Uau. Eu sei que ninguém que parou de me seguir ou falar comigo va...

Como Ser Feliz (Ou, no Mínimo, Menos Triste)

Comprei este livro ano passado, quando as coisas na cabecinha começaram a ficar feias o suficiente pra eu admitir que precisava de ajuda. Bom, eu provavelmente deveria experimentar ajuda profissional, mas, na impossibilidade, recorri a vários placebos. Eu já havia comentado sobre ele aqui em outra postagem, mas achei legal falar novamente, agora que finalmente o levei mais a sério. O que me chamou atenção nele, logo de cara, foi a proposta de não pretender "curar" quem o lê com frases motivacionais e pensamento positivo. O autor, que não é psicólogo, mas só um cara que passou por um momento bastante ruim, é bastante honesto desde o começo sobre o que funciona pra ele e por que ele acha válido compartilhar o que aprendeu com outras pessoas que passam pelo mesmo. Pontuado por trechos da literatura de psicologia e experiências do autor, o livro vem com vários exercícios para que o leitor analise os aspectos do dia a dia que o deixam deprimido e sugere o que f...

O Livro das Ideias Brilhantes (E o Que Fazer para Tê-las)

Por The Brothers McLeod, Editora Valentina (2015). Este é um livro criado para você criar. São dicas de como aproveitar cada aspecto do seu dia a dia como fonte de inspiração para uma criação artística. Os autores dão vários exercícios para que você desenvolva as ideias: personagens para desenhar a partir de formas, enredos para desenvolver a partir de frases prontas, brincadeiras para jogar com palavras e ideias, formas para descobrir e pintar, quadrinhos para completar, e muito mais. A ideia é desenvolver várias habilidades criativas e ver com qual você se sente mais à vontade. Comprei este livro há pouco mais de um ano, na esperança de me inspirar a começar (e principalmente terminar!) histórias que ficam pela minha cabeça mas nunca vão pro papel. Tenho uma dificuldade enorme em lidar com personagens, inclusive para nomeá-los. Sendo assim, a única coisa do livro que ainda me deixou um pouco frustrada foram as partes de criação de personagens, porque quase todos envolv...

Um questionário cujo nome não decifrei

O nome da tag era The Racquet Questions e eu ainda tô aqui pensando em que diabos é isso (pior tradutora do Brasil). Enfim, roubei daqui . 01 Qual foi o pior apelido que você já recebeu? Os meninos do transporte escolar ficaram algumas semanas me chamando de "rolinha" sem eu fazer a mínima ideia do por quê. Até um deles me contar que era porque eu era "gordinha" e meu nariz "parecia um bico"... 02 Você tem uma flor favorita? Não ligo muito pra flores, mas gosto de girassóis. 03 Você coloca algum molho ou condimento artificial na comida? Normalmente, não; mas gosto de maionese, mostarda e/ou ketchup picante no cachorro-quente. 04 Descreva-se usando apenas palavras que começam em T. Triste, taciturna, tosca... terrível? 😈 05 Um apelido carinhoso que você tem/teve? Uma única pessoa no mundo podia me chamar de branquela sem me ofender; agora, ninguém mais pode. 06 Qual a cor de que menos gosta...

TAG: Pela casa

Roubei o questionário de uma das minhas fontes favoritas pra isso, o Sunday Stealing . O nome original é "Around the House". 🛌 Quarto: Qual a sua rotina de sono? Quando estou trabalhando, não há horário definido mas, quando não estou, costumo desligar meu computador por volta das onze, escovo os dentes, faço mais ou menos meia hora de yoga, leio na cama até começar a divagar e capoto. Se não tiver trabalho na manhã seguinte, acordo sozinha em horários variáveis, arrumo a cama, faço 10~15 minutos de alongamento/yoga, me troco e começo o dia. 🍲 Cozinha: Qual a sua comida de conforto favorita? Eu não como se não estiver com fome, então não tenho comida de conforto. Se estou ansiosa, nervosa, triste ou entediada, jogo, leio, faço exercícios ou medito. ( "ai, que resposta chata, admita que você pisa na jaca de vez em quando!" . Não, não piso mais. Tô educadinha :) 🚽 Banheiro: Banheira ou chuveiro? A gente sempre teve chuveiro, mas ac...

Manu explica sobre assexualidade, de novo, devagarinho pra todo mundo entender (COM SARCASMO!) (METÁFORAS!) (E CIÊNCIA!)

Eu entendo que seja confuso. Acreditem, é mais confuso ainda pra quem é e precisa entender como e por que é assim. No processo de autoeducação, a gente tenta educar também os outros porque ouve muita, muita besteira e essas besteiras acabam ofendendo e atrapalhando um processo complicado de autoaceitação. Então, pra evitar que as pessoas das demais orientações continuem mal-interpretando os milhões de assexuais do mundo, venho aqui novamente explicar qual é a nossa. 👉 RECAPITULANDO: Assexualidade é a orientação sexual em que o indivíduo não sente atração sexual por outros , de qualquer gênero.  É ausência de atração , não de libido.  Não é o mesmo que celibato , que é uma escolha de abstinência de atividade sexual. A demissexualidade (quando a atração sexual ocorre somente quando há forte vínculo emocional), muito comentada atualmente, é um espectro da assexualidade. Nem todo assexual tem repulsa e se priva de atividade sexual, embora muitos sim. As...

Nada antes do "mas" realmente conta

Eu sempre comentava no seu Fotolog quando suas fotos eram engraçadas, agora você tá sempre triste. Eu gosto de você... Mas você era mais legal antes de ficar assim. Eu acho que todo mundo deveria assistir 13 Reasons Why e aprender empatia por quem sofre de depressão e entender por que as pessoas pensam em suicídio... Mas que bando de gente que só quer chamar atenção com essas correntes de Facebook. Quem liga pra quem você é ou do que você gosta? Fiquei muito triste quando meu artista favorito se matou. Por favor, se você está pensando em suicídio ou conhece alguém que está sofrendo, converse. Cuidem uns dos outros... Mas não fale comigo, porque tô fugindo de gente que só reclama. Entendi sobre a sua assexualidade e respeito que você seja assim... Mas não vejo a hora de você "liberar geral". Obrigado por ser a única pessoa a aguentar meu período de depressão pós-término... Mas pare de falar sempre na mesma coisa, você é muito drama queen . Você não pode ...

Acho que se faz importante que eu fale sobre o Linkin Park

Podia ter escolhido qualquer outra. Mas essa estava em um pôster que ficou muitos anos na minha parede... Até porque é o meu blog e tal. O Linkin Park foi a minha primeira banda favorita. Banda banda , não grupo musical. Tive uma adolescência relativamente normal ouvindo o que tocava nas rádios populares, então eu não fui uma adolescente roqueirinha como tantos dos meus amigos e conhecidos; meus artistas favoritos eram basicamente os favoritos de todo mundo. Um dia qualquer de 2003, morando em Campo Mourão, uma amiga minha de Curitiba me telefonou e, entre as novidades, me perguntou se podia me mostrar uma música que ela gostava muito. (Era assim que funcionava antes do WhatsApp e da internet acessível, de forma geral: a gente telefonava e escolhia o que era prioridade) E então ela me colocou pra ouvir Numb , do Linkin Park. Eu gostei, mas foi isso. Eu não tinha acesso à internet e já mal ouvia rádio, então nunca mais ouvi a música ou a banda. No ano segui...

TAG: Top 10 Literário

Uma TAG que montei a partir de propostas deste blog, cujo tema é livros. 10 coisas que instantaneamente me fazem NÃO querer ler um livro: "Primeiro volume da série..." Casais apaixonados na capa. Autores YouTubers. Romances eróticos. Sinopses vagas. Erros de digitação/ortografia logo na capa (já sei que a revisão foi porca e que vou me incomodar). "O segredo para..." Qualquer coisa sobre pessoas ou assuntos que não me interessem. Sensacionalismo. Reedições desnecessárias pelo triplo do preço. 10 capas favoritas: A preguiça de procurar por outras venceu, então vou pegar as que já estão no arquivo do blog. 10 coisas que gostaria de ver mais em livros: Personagens assexuais, mesmo que não protagonistas. Personagens assexuais que não sejam a piada da história. Diversidade de protagonistas, cujas características "diferentes" não sejam ou influenciem o enredo central (sabem, tipo c...

No momento, estou...

Lendo: A Sexta Extinção , livro maravilhoso; terminando Welcome to Night Vale , livro maluquíssimo; e o segundo volume de Women of Marvel . Assistindo: White Collar , muito divertido; Sons of Anarchy , que não sei se gosto mas certamente me deixa muito intrigada; Two and a Half Men , pra passar o tempo ocioso. Ouvindo: Audioslave , pra matar a saudade; Enter Shikari , pra extravasar a energia. Desejando: paz de espírito. Precisando de: sossego e tranquilidade pra cabecinha. Adorando: até ontem a resposta seria o curso de paleontologia dos dinossauros que eu estava fazendo, mas já terminei :( então procuro outra coisa pra adorar, agora. Pensando em: nas aulas de TOEFL que preciso dar e não sei se vou conseguir. Me sentindo: cansada. Comemorando: o fato de ter recebido bastante serviço, esse mês \o/ Grata por: existir tutoriais gratuitos de yoga na internet. Uma citação que quero compartilhar:  ...

TAG: Me dê motivo

*leia o título na voz retumbante do Tim Maia*   Roubei daqui . 1. Motivos para o que te irrita tanto Tudo me irrita. Tudo. TUDO. Mas o que mais tem me irritado ultimamente é o amor alheio. "Nossa, Manu, que coisa de gente mal-amada. Isso é dor-de-cotovelo!" Sim e sim. Mal-amada e com dor-de-cotovelo, e, apesar de já ter superado algumas das tristezas da única cagada amorosa da minha vida, outras coisas ainda me deixam tão filhadaputamente triste que eu fico com raiva por ainda me deixar abalar por isso. E aí todo mundo é obrigado a ver a minha cara de tia solteira desaprovadora da diversão alheia. Eu sempre fui indiferente a fotos fofas de casais nas redes sociais, demonstrações públicas de afeto e cenas românticas em livros e filmes, mas, de uns meses pra cá, tá sendo insuportável ser bombardeada de todo lado pelo sucesso emocional da humanidade. Eu estou num processo muito, muito lento de recuperação, mas já consegui parar de chorar todo dia, o q...