Pular para o conteúdo principal

Um questionário cujo nome não decifrei



O nome da tag era The Racquet Questions e eu ainda tô aqui pensando em que diabos é isso (pior tradutora do Brasil). Enfim, roubei daqui.



01 Qual foi o pior apelido que você já recebeu?

Os meninos do transporte escolar ficaram algumas semanas me chamando de "rolinha" sem eu fazer a mínima ideia do por quê. Até um deles me contar que era porque eu era "gordinha" e meu nariz "parecia um bico"...


02 Você tem uma flor favorita?

Não ligo muito pra flores, mas gosto de girassóis.


03 Você coloca algum molho ou condimento artificial na comida?

Normalmente, não; mas gosto de maionese, mostarda e/ou ketchup picante no cachorro-quente.


04 Descreva-se usando apenas palavras que começam em T.

Triste, taciturna, tosca... terrível? 😈


05 Um apelido carinhoso que você tem/teve?

Uma única pessoa no mundo podia me chamar de branquela sem me ofender; agora, ninguém mais pode.


06 Qual a cor de que menos gosta? 

Rosa, qualquer tom.


07 Em quem você votou nas últimas eleições? Ganhou?

Não voto mais, vou até lá e anulo tudo. Me mordam.


08 Qual é/era o nome dos seus avôs?

Elydio ✝ e Alonso.


09 Qual o melhor presente que você já ganhou?

Meu computador, pois precisava dele pra trabalhar e não tinha dinheiro pra comprar um novo. (Amo tudo que ganho de presente, mas sou especialmente grata pela praticidade.)


10 Quanto é 17 ½% de 97 + 42 x (6 / 2) – 137? 

Vamos lá, acho que a minha matemática ainda serve pra isso: Primeiro a gente faz o que está entre parênteses, depois a multiplicação, depois a soma e por último a subtração. O resultado dá 86. Depois, calcula-se a porcentagem: 17 1/2% é o mesmo que 17,5%, que de 86 é 15,05. É isso, produção? Não gosto de resultados quebrados. '-'


11 De que jeito você acharia melhor morrer? 

Dormindo, né. Ou um infarto. Ou algum dano cerebral super instantâneo.


12 Se tivesse a chance de fazer qualquer coisa, qual seria o seu emprego ideal?

Não sou ambiciosa. Só queria escrever um livro massa.


13 Em que posição você dorme?

Normalmente, deitada. (desculpa, não deu pra evitar)


14 Qual foi a coisa mais embaraçosa que já aconteceu com você? 

Já paguei muito mico na vida, mas agora só consigo lembrar do dia em que xinguei uma mulher ao meu lado em uma loja achando que era minha irmã (não xinguem as pessoas).


15 Quem é o seu personagem fictício favorito?

Muitíssimos. Mas vou escolher o Wolverine porque ele é um cara importante pra mim.


16 Que comida você mais detesta? 

Vou lançar uma polêmica e dizer que detesto maracujá porque essa desgraça tem cheiro de sovaco.


17 Quando você esteve doente pela última vez? 

Fisicamente, sempre rola um resfriado ou outro. De mais pesado, a dengue mesmo, há dois anos.


18 Se você fosse transformado em um animal selvagem, qual seria?

Não sei, mas seria bom ser um dinossauro. Especialmente um bizarro como o Therizinossauro.

Olha como esse troço é feio. Adoro!


19 Qual seu brinquedo favorito, quando criança, e o que aconteceu com ele? 

Eu adorava o escritório da Barbie. Mal sabia eu que um dia seria secretária e odiaria a experiência. Acho que doamos, junto de todo o resto.


20 Qual foi a coisa mais incrível que você já viu? 

Minha lembrança mais especial foi ver o nascimento de uma ema, que eu auxiliei (e a batizei de Manu, porque ela tinha olhos azuis hahaha).

Postagens mais visitadas deste blog

Adeus, 2017. Adeus, HCtZ.

Eu não sei se tenho como definir o que foi 2017 pra mim. A primeira impressão é de que foi tudo horrível, mas aconteceu tanta coisa legal, também, que tenho que ficar me lembrando de não ignorá-las. Fiquei bastante doente (o fato de ninguém validar a doença não a anula - até a piora, na verdade) e me deixei abater por muito tempo, até cansar e querer me cuidar. A retrospectiva do ano passado fala sobre o que desencadeou a coisa toda. Não bastasse isso por si só já ter sido bastante difícil de lidar, afastei vários amigos próximos durante o processo. Reconheço que é chato aguentar gente deprimida; toda a reclamação, negatividade, isolamento... A gente acaba levando isso pra um lado pessoal. Entretanto, ver amigos queridos se afastando de mim foi muito doloroso e intensificou o problema. Eu já estava lidando com uma rejeição imbecil que destruiu a minha autoestima, e aí alguns acharam que era melhor desistir de mim. Uau. Eu sei que ninguém que parou de me seguir ou falar comigo va...

Manu explica sobre assexualidade, de novo, devagarinho pra todo mundo entender (COM SARCASMO!) (METÁFORAS!) (E CIÊNCIA!)

Eu entendo que seja confuso. Acreditem, é mais confuso ainda pra quem é e precisa entender como e por que é assim. No processo de autoeducação, a gente tenta educar também os outros porque ouve muita, muita besteira e essas besteiras acabam ofendendo e atrapalhando um processo complicado de autoaceitação. Então, pra evitar que as pessoas das demais orientações continuem mal-interpretando os milhões de assexuais do mundo, venho aqui novamente explicar qual é a nossa. 👉 RECAPITULANDO: Assexualidade é a orientação sexual em que o indivíduo não sente atração sexual por outros , de qualquer gênero.  É ausência de atração , não de libido.  Não é o mesmo que celibato , que é uma escolha de abstinência de atividade sexual. A demissexualidade (quando a atração sexual ocorre somente quando há forte vínculo emocional), muito comentada atualmente, é um espectro da assexualidade. Nem todo assexual tem repulsa e se priva de atividade sexual, embora muitos sim. As...

Desafio de Leitura 2017: Último relatório

Foi um ano em que, infelizmente, li poucas HQs. Não ter mais uma boa banca de revistas na cidade me tirou esse prazer. Obrigada, Rio Verde. 🖕 ▼▼▼▼▼ Ficção: Os Portões John Connolly - Bertrand Brasil - 2013 (2009) - 304p. Outro livro divertido de um autor que descobri recentemente e que já é um favorito pessoal. John Connolly era um prolífico escritor policial na Irlanda, até que surpreendeu a todos quando lançou O Livro das Coisas Perdidas , fantasia voltada ao público jovem. Depois disso, não voltou mais para o estilo que o consagrou: escreveu Noturnos , coletânea de contos de terror, e Os Portões , uma divertida história que mistura ciência, o sobrenatural e bastante humor negro. Samuel é um garoto um pouco mal compreendido e considerado esquisito pelos professores, adultos da vizinhança e até pela mãe, recentemente abandonada pelo marido. E, é claro, é justamente ele quem testemunha um evento inacreditável: seus entediados vizinhos abriram, em um culto satânico c...