Pular para o conteúdo principal

Esqueci de colocar o título, dãr.

Ano passado eu fiz um post desse e o pessoal até gostou... Nunca mais programei posts pro meu blog, até por uma certa falta de tempo e assunto. Bom, assunto sempre existe né, mas nada que eu queira realmente dizer. Por isso entupo vocês de músicas \o/ Um dia vocês me agradecerão por isso!

Vamos lá.
Peguei todas as músicas que tenho no meu iPod, no momento, e as tocarei aleatoriamente. Colocarei aqui as 15 primeiras músicas que tocarem (talvez eu pule bandas repetidas - só deixarei se a música me for realmente importante). Aí então explicarei por que esta música está na minha playlist diária. E colocarei também um player pra que vocês possam ouvir a música diretamente aqui, ao invés de ir procurar no YouTube e tal, caso sintam curiosidade de ouvir!

Aposto como o Paul está escolhendo um reggae. Isso justificaria a cara do Mick.



1. Freunde bleiben // Revolverheld (alternative rock/pop rock)

Ótimo, começamos maravilhosamente bem. Essa é uma das minhas músicas favoritas de todos os tempos (eu sei que o iTunes me ama). Bom, esse é o motivo pela qual ela está aqui. Bandas alemãs são essenciais na minha existência, pois são elas que me permitem não esquecer o que aprendi aos trancos e barrancos nos últimos 3 anos. Plus, Johannes Strate /baba

2. Stray Cat Strut // Stray Cats (rockabilly)

Ha, primeira vez que ouvi essa música foi, oh!, por causa do cover do Reel Big Fish. RBF e seus covers me fizeram descobrir cada coisa legal!

3. The Set Up (You Need This) // Reel Big Fish (ska-punk)

Eita, falando no peixe... Essa música foi a minha primeira favorita deles, a que me fez querer conhecer todo o resto. Cacei o vídeo no YouTube e achei uma coisa tão engraçada e nonsense que quis aquilo na minha vida. No álbum ao vivo o Aaron diz que não sabe sobre o que a música se trata e que vai refletir sobre isso depois. Aí ele diz: "I think this song is about kicking asses".

4. Oh Yoko! // John Lennon (classic rock)

Acho ela bonitinha! (A música, por favor) Ela é daquelas que você se pega cantando junto, fazendo coralzinho e etc. Gracinha demais.

5. Angel's Wings // Social Distortion (punk rock)

Linda, linda, linda. Linda. Não sei mais o que falar dela, então pra reforçar: linda.

6. Tomorrow // Sean Lennon (indie rock)

Música sexy. Odeio povo que fala mal do Sean só porque o coitado é filho da Yoko, e ainda comparam o cara ao pai (porque o rosto e a voz são idênticos), mas sempre no nível "você envergonha o seu pai". Danem-se. Ele não é o pai dele.

7. Bridge Over Troubled Water // Simon & Garfunkel (folk)

iTunes tá matando a pau, hoje. Eu não me canso dessa música, ela é simplesmente BELA. Garfunkel dá a alma inteira quando a canta, chega a ser covardia conosco, pobres mortais. Fora a letra. Até Elvis chorava, quando a cantava. (O final dessa música me arrepia, sempre)

8. You're Tripping // The Queers (punk rock)

Obrigada por quebrar o clima, iTunes. Essa música resume, em pouco menos de 2 minutos, tudo o que eu penso a respeito dos mentecaptos seguidores do White Power ("skinheads" falsificados que se auto-proclamam neo-nazistas); começando com um belo "You suck, motherfucker".

9. Baby's In Black // The Beatles (classic rock)

Grudenta ao nível extremo da palavra. Descobri há pouco tempo que ela se trata na verdade de Astrid Kirchherr. Astrid era amiga da banda, quando eles começaram a tocar na Alemanha, e ia casar-se com o baixista original da banda, Stu Sutcliffe. Por uma desgraça do destino, ele morreu antes, de uma forma um tanto quanto trágica. Enfim, a música é sobre os dois.

10. Got My Mind Set On You // George Harrison (classic rock)

Hahahaha, essa música virou piada entre alguns fãs pela internet. A música é grudenta DEMAIS. Diz a lenda (comprovada por mim e tantas outras pessoas), que apenas ao LER o nome da música, ela ficará automaticamente na sua cabeça pelos próximos dias. É verdade! E, na verdade, ela é um cover de um cara que eu nunca lembro o nome. Mas essa música é muito legal x)

11. Rudie Can't Fail // The Clash (ska)

Ska ska ska ska ska \o/ Adoro. Meu sonho é conseguir dançá-la igual vi um carinha no YouTube fazendo, uma vez. Não consigo ;.;

12. Pinball Wizard // The Who (classic rock)

É trilha do Tommy. Isso já é motivo suficiente pra estar no meu iPod. No filme, quem a canta é Elton John (quando ainda tinha cabelo de verdade). Muito bom.

13. Death Rides A Horse // The Architects (alternative rock)
(não acho a música em lugar nenhum, mas dá pra ouvir um pedaço aqui!)

O riff dessa música é muito bom. Quando a ouvi da primeira vez, achei que fosse um cover e saí correndo atrás da original e não achei, embora existam várias músicas de artistas diferentes com esse nome. Acho que essa aí é deles mesmo. Boa demais.

14. Skyscraper // Streetlight Manifesto (ska/reggae)

É um cover do Bad Religion. Era rápida e ficou lenta. E lindinha. Fato doente meu: tenho um esmalte chamado "Arranha-céu" e toda vez que o estou usando a música automaticamente me vem à cabeça.

15. I Don't Love You Anymore // Bomb The Music Industry! (skacore)

ADORO. É possivelmente a melhor canção de rompimento jamais escrita. A letra dela é simplesmente... REALISTA. "I don't love you anymore, and no, this isn't some mistake".

E aí, chegaram a curtir alguma? :)

Postagens mais visitadas deste blog

Adeus, 2017. Adeus, HCtZ.

Eu não sei se tenho como definir o que foi 2017 pra mim. A primeira impressão é de que foi tudo horrível, mas aconteceu tanta coisa legal, também, que tenho que ficar me lembrando de não ignorá-las. Fiquei bastante doente (o fato de ninguém validar a doença não a anula - até a piora, na verdade) e me deixei abater por muito tempo, até cansar e querer me cuidar. A retrospectiva do ano passado fala sobre o que desencadeou a coisa toda. Não bastasse isso por si só já ter sido bastante difícil de lidar, afastei vários amigos próximos durante o processo. Reconheço que é chato aguentar gente deprimida; toda a reclamação, negatividade, isolamento... A gente acaba levando isso pra um lado pessoal. Entretanto, ver amigos queridos se afastando de mim foi muito doloroso e intensificou o problema. Eu já estava lidando com uma rejeição imbecil que destruiu a minha autoestima, e aí alguns acharam que era melhor desistir de mim. Uau. Eu sei que ninguém que parou de me seguir ou falar comigo va...

Manu explica sobre assexualidade, de novo, devagarinho pra todo mundo entender (COM SARCASMO!) (METÁFORAS!) (E CIÊNCIA!)

Eu entendo que seja confuso. Acreditem, é mais confuso ainda pra quem é e precisa entender como e por que é assim. No processo de autoeducação, a gente tenta educar também os outros porque ouve muita, muita besteira e essas besteiras acabam ofendendo e atrapalhando um processo complicado de autoaceitação. Então, pra evitar que as pessoas das demais orientações continuem mal-interpretando os milhões de assexuais do mundo, venho aqui novamente explicar qual é a nossa. 👉 RECAPITULANDO: Assexualidade é a orientação sexual em que o indivíduo não sente atração sexual por outros , de qualquer gênero.  É ausência de atração , não de libido.  Não é o mesmo que celibato , que é uma escolha de abstinência de atividade sexual. A demissexualidade (quando a atração sexual ocorre somente quando há forte vínculo emocional), muito comentada atualmente, é um espectro da assexualidade. Nem todo assexual tem repulsa e se priva de atividade sexual, embora muitos sim. As...

Desafio de Leitura 2017: Último relatório

Foi um ano em que, infelizmente, li poucas HQs. Não ter mais uma boa banca de revistas na cidade me tirou esse prazer. Obrigada, Rio Verde. 🖕 ▼▼▼▼▼ Ficção: Os Portões John Connolly - Bertrand Brasil - 2013 (2009) - 304p. Outro livro divertido de um autor que descobri recentemente e que já é um favorito pessoal. John Connolly era um prolífico escritor policial na Irlanda, até que surpreendeu a todos quando lançou O Livro das Coisas Perdidas , fantasia voltada ao público jovem. Depois disso, não voltou mais para o estilo que o consagrou: escreveu Noturnos , coletânea de contos de terror, e Os Portões , uma divertida história que mistura ciência, o sobrenatural e bastante humor negro. Samuel é um garoto um pouco mal compreendido e considerado esquisito pelos professores, adultos da vizinhança e até pela mãe, recentemente abandonada pelo marido. E, é claro, é justamente ele quem testemunha um evento inacreditável: seus entediados vizinhos abriram, em um culto satânico c...