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Semaninha panque róque, podia ser sempre assim.

E aí, povinho gente boa que não tem nada melhor pra fazer agora; como têm passado?

Eu ando Emmanuellizando por aí. O significa essencialmente que não ando fazendo nada. A essas alturas todo mundo já sabe, mas pra quem ainda não teve o grande privilégio de ser atualizado, terminei minha breve aventura pelo maravilhoso mundo do Jornalismo, depois de um mês e meio de aulas. É, eu sei, eu sei, mas vejam bem. Não sou a fim de ser repórter e, mesmo que com mais tempo a gente vá se embrenhando pelas outras áreas da Comunicação, essa de ser repórter não me atrai mesmo. E não tem como evitá-la até o tal momento legal chegar, então decidi parar de gastar o dinheiro que não existe e voltar à estaca zero.

Mas ninguém vem aqui pra ler sobre isso, certo? Então vamos mudar de assunto. Logo depois do clique.





  • Sábado agora teve showzaço do Mr. Gyn aqui no Rio Verrrde. Já faziam quatro anos que eu não os via, a apresentação foi mesmo ótima (e longa.... muito longa). A noite foi divertida, apesar da destruição das minhas pernas. Não tenho mais idade pra isso.
  • No domingo assisti à transmissão ao vivo do festival Epicenter 2010, pela internet. Foi ÉPICO. Eu particularmente estava mais ansiosa pela apresentação do Against Me! e do Bad Religion. O Against Me! tocou um setlist divino, cantei o show todo. Pena que foi tão curto... Logo depois entrou uma banda que eu nunca tinha ouvido falar, chamada New Politics. Foi hilário, aquela duplinha vocalista-guitarrista tava dando um show de performance um tanto quanto original... A não ser que cantar plantando bananeira já seja tendência por aí. Enfim, depois começou o Bad Religion. E foi a coisa mais-perfeita-EVER. O álbum novo do BR (que lança oficialmente amanhã mas todo mundo já ouviu OE) tá destruindo, eles tocaram algumas músicas dele e alguns clássicos e, mais importante de tudo, tocaram Infected ok. Tio Greg foi alvo de comentários cretinos de minha parte no MSN/Twitter, adoro Depois, a apresentação curtíssima do Suicidal Tendencies, que foi loucura loucura. Queria os vídeos no YouTube, mas ninguém colocou ainda. Eu espero.
  • Estou terminando de (re)ler o Mate-me Por Favor - Uma história sem censura do punk. Ele conta, através de entrevistas com as pessoas e artistas que viveram essa época, a história do movimento punk americano, passando brevemente pela cena britânica. A primeira vez que eu o li foi há alguns anos, peguei emprestado (da mãe!) da Ana Cláudia e tinha adorado. Quis ler de novo para relembrar alguns fatos históricos importantes, engraçados ou trágicos. Na época que o li da primeira vez, ainda não estava muito familiarizada com a cena punk; por isso achei legal reler agora que reconheço cada um daqueles nomezinhos. É um livro ótimo pra quem curte o tema.
  • Ah, claro. Começou agora a tocar Paul McCartney no meu player. Falo nada, senão mato/morro.

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