Este mês dá pra comemorar um monte de coisas relacionadas ao The Clash. 31 anos do lançamento do clássico London Calling (um dos meus álbuns favoritos de todos os tempos); 30 anos do lançamento do também clássico Sandinista!; e o aniversário de 55 anos do baixista e co-fundador da banda, Paul Simonon, no dia 15.
Dezembro teria tudo pra ser o mês do The Clash, não fosse pelo porém do dia 22... Quando o frontman Joe Strummer morreu.

O London Calling já é figurinha carimbada aqui no blog. Vejam o post especial que fiz no ano passado.

Sandinista! foi o quarto álbum do Clash, lançado em formato de LP triplo e vendido (na época), a pedido da banda, pelo preço de um simples. A decisão, obviamente, não foi do agrado da gravadora, que aceitou a proposta desde que a banda concordasse em não receber um centavo das vendas do disco. E eles concordaram.
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| À esquerda, com o Clash (1980); à direita, com o The Good, The Bad and The Queen (2007) |
Paul Gustave Simonon, baixista do Clash do começo até o fim dos dias (ei, é ele ali, na capa do London Calling). Nasceu e foi criado em Brixton, subúrbio pobre e violento da Inglaterra, onde teve bastante contato com a cultura Jamaicana e desenvolveu paixão pelo ska e pelo reggae, que foram presença constante na sopa cultural que foi a obra do Clash. Quando a banda acabou, Paul retornou ao plano original, que era ser pintor, e era o que estava fazendo até 2007, quando foi chamado para integrar o The Good, The Bad and The Queen. Atualmente, ele e Mick Jones (que foi guitarrista do Clash), tocam em turnê com o Gorillaz.

E, sobre o Joe... Já fiz post sobre ele. Mas farei outro, mais perto da triste data. Não vou conseguir deixar passar em branco.
