Pular para o conteúdo principal

Aquele um onde eu posto 10 músicas aleatórias

Fazia um tempo que eu não colocava meu player em modo aleatório para postar as 10 primeiras músicas que ele escolher e falar sobre o porquê de eu gostar delas.

Atualmente, não tenho mais tantas músicas no computador. Desde que comecei a usar o Spotify, não armazenei mais muitas músicas por aqui. Eu sei, eu sou um exemplo.

Bom, essas foram algumas das que sobreviveram. Vamos ver quais o player escolherá:


1. Johnny Cash - A Boy Named Sue

Não sou muito de ouvir country, mas Cash é uma exceção (acho que pra muita gente). Essa música nunca me fará não rir; é a história de um cara que foi batizado com nome de mulher, tudo pelo que teve que passar e o que aconteceu quando ele finalmente encontra o seu pai, responsável por tal desgraça. Acompanhem a letra e riam:



2. Joe Strummer and Long Beach Dub Allstars - The Harder They Come

Outro estilo que não ouço muito, reggae. Originalmente por Jimmy Cliff (que é a minha exceção do estilo), como trilha sonora do filme de mesmo nome. Na verdade nunca cheguei a ver o filme, embora seja considerado um indispensável para os fãs do gênero. Mas essa música é muito bacana!



3. Roger Daltrey - Let Me Down Easy

Adoro essa. Da carreira solo Hard Rock do vocalista do The Who, fica dias na cabeça (como todo hard rock, aliás).



4. Descendents - I Don't Wanna Grow Up

Do álbum de mesmo nome, onde a caricatura clássica do vocalista Milo aparece de fraldas na capa. Bom, é um punk rockzinho sobre não querer crescer porque ser adulto é um saco. O de sempre.



5. The Mighty Mighty Bosstones - A Pretty Sad Excuse

É um skazinho (que desbanca pro third wave da metade pro fim), com uma letra bem boa; sobre se sentir inútil pra vida e sempre triste, de maneira geral, mas se questionando sobre os motivos e tentando superar. É isso que eu curto no ska, a positividade nos momentos mais meh da vida.



6. Left Alone - Sad Story

Ska-punk grudentinho que fala sobre, sei lá, essas coisas dessas bandas que fazem isso, da vida difícil nas ruas e tudo o mais.


7. Paul McCartney & The Wings - Picasso's Last Words (Drink to Me)

Eu realmente preferia que essa não tivesse tocado. Ela. É. MUITO. GRUDENTA.


8. The Clash - Career Opportunities

Um hino de 1977 que ainda é atual, e acho que sempre será, para toda a classe trabalhadora. As oportunidades de emprego nunca são aquelas que almejamos, temos que aceitar as oportunidades que conseguimos, mesmo que não seja aquela para a qual estudamos ou com o salário que queremos. Me lembro de que postei a letra dela aqui aquela vez que fui recusada em uma entrevista por "ser qualificada demais".


9. Caro Emerald - Stuck

Descobri essa mulher no blog do Rafhael e amei de cara. Essa música é muito, muito grudentinha. E uma delícia.


10. John Lennon & Yoko Ono - I'm Stepping Out

Boa pra fechar a lista. Tô caindo fora.

Postagens mais visitadas deste blog

Adeus, 2017. Adeus, HCtZ.

Eu não sei se tenho como definir o que foi 2017 pra mim. A primeira impressão é de que foi tudo horrível, mas aconteceu tanta coisa legal, também, que tenho que ficar me lembrando de não ignorá-las. Fiquei bastante doente (o fato de ninguém validar a doença não a anula - até a piora, na verdade) e me deixei abater por muito tempo, até cansar e querer me cuidar. A retrospectiva do ano passado fala sobre o que desencadeou a coisa toda. Não bastasse isso por si só já ter sido bastante difícil de lidar, afastei vários amigos próximos durante o processo. Reconheço que é chato aguentar gente deprimida; toda a reclamação, negatividade, isolamento... A gente acaba levando isso pra um lado pessoal. Entretanto, ver amigos queridos se afastando de mim foi muito doloroso e intensificou o problema. Eu já estava lidando com uma rejeição imbecil que destruiu a minha autoestima, e aí alguns acharam que era melhor desistir de mim. Uau. Eu sei que ninguém que parou de me seguir ou falar comigo va...

Manu explica sobre assexualidade, de novo, devagarinho pra todo mundo entender (COM SARCASMO!) (METÁFORAS!) (E CIÊNCIA!)

Eu entendo que seja confuso. Acreditem, é mais confuso ainda pra quem é e precisa entender como e por que é assim. No processo de autoeducação, a gente tenta educar também os outros porque ouve muita, muita besteira e essas besteiras acabam ofendendo e atrapalhando um processo complicado de autoaceitação. Então, pra evitar que as pessoas das demais orientações continuem mal-interpretando os milhões de assexuais do mundo, venho aqui novamente explicar qual é a nossa. 👉 RECAPITULANDO: Assexualidade é a orientação sexual em que o indivíduo não sente atração sexual por outros , de qualquer gênero.  É ausência de atração , não de libido.  Não é o mesmo que celibato , que é uma escolha de abstinência de atividade sexual. A demissexualidade (quando a atração sexual ocorre somente quando há forte vínculo emocional), muito comentada atualmente, é um espectro da assexualidade. Nem todo assexual tem repulsa e se priva de atividade sexual, embora muitos sim. As...

Desafio de Leitura 2017: Último relatório

Foi um ano em que, infelizmente, li poucas HQs. Não ter mais uma boa banca de revistas na cidade me tirou esse prazer. Obrigada, Rio Verde. 🖕 ▼▼▼▼▼ Ficção: Os Portões John Connolly - Bertrand Brasil - 2013 (2009) - 304p. Outro livro divertido de um autor que descobri recentemente e que já é um favorito pessoal. John Connolly era um prolífico escritor policial na Irlanda, até que surpreendeu a todos quando lançou O Livro das Coisas Perdidas , fantasia voltada ao público jovem. Depois disso, não voltou mais para o estilo que o consagrou: escreveu Noturnos , coletânea de contos de terror, e Os Portões , uma divertida história que mistura ciência, o sobrenatural e bastante humor negro. Samuel é um garoto um pouco mal compreendido e considerado esquisito pelos professores, adultos da vizinhança e até pela mãe, recentemente abandonada pelo marido. E, é claro, é justamente ele quem testemunha um evento inacreditável: seus entediados vizinhos abriram, em um culto satânico c...