Pular para o conteúdo principal

Cover: "Can't Take My Eyes Off You"

A gente acorda com as músicas na cabeça e aí tem que vir falar sobre elas, né?


Oh, pretty baby
Don't bring me down, I pray
Oh, pretty baby, now that I found you, stay
And let me love you, baby
Let me love you...




Can't Take My Eyes Off You é uma composição de Bob Crewe e Bob Gaudio, gravada pela primeira vez em 1967 por Frankie Valli. Esta gravação alcançou a segunda posição nas paradas da Billboard e rendeu um disco de ouro ao artista.

Desde então, a canção recebeu centenas de versões (a maior parte delas no mesmo ano e no ano seguinte), sendo amplamente usada como trilha sonora de filmes  - às vezes em performances dos próprios atores, como Heath Ledger em 10 Coisas que Eu Odeio em Você - e programas de TV. 

Algumas das mais variadas são:



Em 1969, as lindas Diana Ross & The Supremes gravaram o hit em versão R&B mais animadinha, com Mary Wilson na voz principal. 



Gloria Gaynor, diva eternizada por I Will Survive, gravou a música em versão disco em 1991, que é uma das versões mais conhecidas.



Em 1998, a cantora de R&B e hip-hop Lauryn Hill fez a versão no seu estilo, ficou muito bem colocada nas paradas e recebeu uma indicação ao Grammy por ela.



A banda de rock alternativo Muse também gravou uma versão da música, em 2001, como lado-b do single Dead Star/In Your World.



A clássica Bad Manners também rendeu uma versão do sucesso, em 2004, em ritmo de ska!



John Barrowman, como nunca canso de lembrá-los, antes de ser o vilão Malcolm Merlyn em Arrow e o Capitão Jack Harkness em Doctor Who/Torchwood, foi e ainda é artista da Broadway. Ele, também, gravou sua versão "cabaré" em 2008.



E, finalmente, meu mais novo grupo vocal favorito, The Overtones, gravou sua versão em 2013 (e, pelo jeito, foi trilha sonora de algum filme alemão :B).


.


A lista com todas as versões está aqui. Qual a sua favorita?

Postagens mais visitadas deste blog

Adeus, 2017. Adeus, HCtZ.

Eu não sei se tenho como definir o que foi 2017 pra mim. A primeira impressão é de que foi tudo horrível, mas aconteceu tanta coisa legal, também, que tenho que ficar me lembrando de não ignorá-las. Fiquei bastante doente (o fato de ninguém validar a doença não a anula - até a piora, na verdade) e me deixei abater por muito tempo, até cansar e querer me cuidar. A retrospectiva do ano passado fala sobre o que desencadeou a coisa toda. Não bastasse isso por si só já ter sido bastante difícil de lidar, afastei vários amigos próximos durante o processo. Reconheço que é chato aguentar gente deprimida; toda a reclamação, negatividade, isolamento... A gente acaba levando isso pra um lado pessoal. Entretanto, ver amigos queridos se afastando de mim foi muito doloroso e intensificou o problema. Eu já estava lidando com uma rejeição imbecil que destruiu a minha autoestima, e aí alguns acharam que era melhor desistir de mim. Uau. Eu sei que ninguém que parou de me seguir ou falar comigo va...

Manu explica sobre assexualidade, de novo, devagarinho pra todo mundo entender (COM SARCASMO!) (METÁFORAS!) (E CIÊNCIA!)

Eu entendo que seja confuso. Acreditem, é mais confuso ainda pra quem é e precisa entender como e por que é assim. No processo de autoeducação, a gente tenta educar também os outros porque ouve muita, muita besteira e essas besteiras acabam ofendendo e atrapalhando um processo complicado de autoaceitação. Então, pra evitar que as pessoas das demais orientações continuem mal-interpretando os milhões de assexuais do mundo, venho aqui novamente explicar qual é a nossa. 👉 RECAPITULANDO: Assexualidade é a orientação sexual em que o indivíduo não sente atração sexual por outros , de qualquer gênero.  É ausência de atração , não de libido.  Não é o mesmo que celibato , que é uma escolha de abstinência de atividade sexual. A demissexualidade (quando a atração sexual ocorre somente quando há forte vínculo emocional), muito comentada atualmente, é um espectro da assexualidade. Nem todo assexual tem repulsa e se priva de atividade sexual, embora muitos sim. As...

Desafio de Leitura 2017: Último relatório

Foi um ano em que, infelizmente, li poucas HQs. Não ter mais uma boa banca de revistas na cidade me tirou esse prazer. Obrigada, Rio Verde. 🖕 ▼▼▼▼▼ Ficção: Os Portões John Connolly - Bertrand Brasil - 2013 (2009) - 304p. Outro livro divertido de um autor que descobri recentemente e que já é um favorito pessoal. John Connolly era um prolífico escritor policial na Irlanda, até que surpreendeu a todos quando lançou O Livro das Coisas Perdidas , fantasia voltada ao público jovem. Depois disso, não voltou mais para o estilo que o consagrou: escreveu Noturnos , coletânea de contos de terror, e Os Portões , uma divertida história que mistura ciência, o sobrenatural e bastante humor negro. Samuel é um garoto um pouco mal compreendido e considerado esquisito pelos professores, adultos da vizinhança e até pela mãe, recentemente abandonada pelo marido. E, é claro, é justamente ele quem testemunha um evento inacreditável: seus entediados vizinhos abriram, em um culto satânico c...