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Meus álbuns favoritos de 2015

Este ano, como todos, marcou alguns eventos na música. Algumas bandas voltaram, outras entraram em férias por tempo indeterminado (volta logo, The Gaslight Anthem, nunca te pedi nada!), e outras acabaram de vez. Alguns músicos foram embora e deixaram saudade (entre meus favoritos, B.B. King e Cilla Black); e, quem sabe?, algumas revelações futuras devem ter nascido.

Como nos últimos anos, não ouvi tudo o que foi lançado por todas as bandas e artistas de que gosto. Cheguei a ouvir alguns, mas não se tornaram favoritos. Outros já não ouço tanto, então seus lançamentos não me foram prioridade; e acabo usando o Spotify mais pra ouvir bandas e artistas diferentes, então acabei conhecendo outras coisas mais atigas que gostei mais.

Dito isso, seguem onze álbuns lançados esse ano: 5 favoritos e 6 devidamente curtidos.




Chasing Yesterday
Noel Gallagher's High Flying Birds

Não é bem surpresa que esse álbum esteja aqui. A verdade é que, quando o ouvi pela primeira vez, não gostei tanto assim. Ele seguiu justo por aquela linha mais eletrônica que apareceu um pouco no primeiro álbum e que não tinha me conquistado completamente. Entretanto, vários shows dessa turnê foram transmitidos online, ao vivo, e aí eu pude ver o quanto as músicas novas funcionam e como as apresentações ficam divertidas com elas. Não perdi nenhuma transmissão, e o álbum acabou me ganhando. Demorei MUITO pra conseguir comprá-lo, mas agora ele já está aqui agraciando minha coleção.






That's the Spirit
Bring Me The Horizon

ESSE, sim, é surpresa estar aqui. O Bring Me The Horizon é de um estilo que eu já não ouço há muitos anos, então nunca dei bola pra banda. Aí me indicaram que eu ouvisse esse álbum e, desde a primeira ouvida, o estrago foi feito: ele é, com certeza, o meu favorito do ano, e um dos meus favoritos de todos os tempos. Ouvi à exaustão, fiz questão de comprá-lo, coloquei uma das músicas como toque no celular. Ao ouvir os álbuns anteriores da banda, entendi que houve uma mudança significativa no estilo (que, particularmente, gostei muito), o que não agradou muito os fãs mais antigos, que preferiam a gritaria sem os elementos melódicos e eletrônicos. Bom, eu sei que eles vêm pro Brasil ano que vem e eu, se tudo der certo, estarei na civilização pra ver.







Singles
Maroon 5

Não é um álbum de músicas inéditas, mas foi por ele que finalmente percebi que gosto muito de Maroon 5! Eu tinha lá minhas favoritas desde sempre, mas nunca tinha parado pra realmente ouvir outras coisas deles. Comecei, então, com esse de singles, e daí pro resto da discografia, pra me pegar ouvindo só isso por vários dias. É ótimo pra dançar (na cadeira) e cantar alto (na cabeça).







Positive Songs for Negative People
Frank Turner

Meu inglês de pernas compridas favorito raramente me decepciona. Talvez porque ele raramente faça algo diferente do de sempre, mas não precisa; o folk rock dele é daquele que traz letras com as quais a gente consegue se identificar bastante bem, então sempre gosto de tudo.









Carry the Fire
Dustin Kensrue

Este foi outro que ouvi por indicação e gostei bastante. O Dustin é vocalista do Thrice (banda que gosto mas não ouço tanto quanto deveria), mas que segue uma carreira solo paralela. Ele normalmente lança músicas de cunho cristão, mas esse aqui fugiu do padrão - num sentido geral, Dustin tá obviamente muito apaixonado, haha! 







  • Sweet Soul Music, do The Overtones. Já disse que o grupo foi uma das melhores descobertas do ano, pois adoro suas versões de músicas antigas. Eles também lançaram um álbum de Natal, recentemente.



  • Dope Machines, do The Airborne Toxic Event. É uma banda que gosto muito de ouvir e esse álbum tá bem bacana, só não peguei pra ouvir tanto, ainda.



  • Red City Radio, do Red City Radio. Conheci a banda por uma música desse álbum e gostei bastante o suficiente pra querer ouvir todo o resto (que, infelizmente, ainda não é muito).



  • Hell or Highwater, de David Duchovny. Sim, o ator. É o primeiro álbum dele e foi meio surpreendente ouvir uma coisa tão gostosa. A uma primeira ouvida, me lembrou muito algo que o Jakob Dylan faria.



  • American Spring, do Anti-Flag. Dei um tempo com o meu punk anárquico e por isso não ando mais ouvindo tanto Anti-Flag como antigamente, mas esse álbum tá legal e as músicas ficam na cabeça, como de costume.



  • XXV, do OOMPH!. Não aguardei ansiosamente pelo álbum dos alemães, mas ouvi e gostei. 




+10 outros álbuns que gostei:


  1. Songs of God and Whiskey, do The Airborne Toxic Event;
  2. What a Terrible World, What a Beautiful World, do The Decemberists;
  3. The Mindsweep, do Enter Shikari;
  4. Got Your Six, do Five Finger Death Punch;
  5. Division of Spoils, do The Flatliners;
  6. The Third Three Years, de Frank Turner;
  7. Don't Be Long, do Make Do and Mend;
  8. Hit Reset, do Random Hand;
  9. Right Here, de Shane Filan;
  10. Dark Bird is Home, do The Tallest Man on Earth.

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Pro ano que vem, tá previsto o lançamento do primeiro álbum solo de Brian Fallon (vocalista do The Gaslight Anthem). De tudo que foi anunciado até agora, esse é o único que farei questão de ouvir.

E vocês, que lançamentos de 2015 foram seus favoritos?

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