Pular para o conteúdo principal

live > studio

Digo isso porque é fato.

Quando eu era mais nova (so much younger than today ♪), eu não suportava versões ao vivo. Como assim, aquele povo cantando no lugar do vocalista, nem dava pra entender! E quando eles erram a letra, então? E quando alguém dá AQUELA desafinada histórica? E quando eles simplesmente omitem a sua parte favorita da música?!

Pois é. Mas parando pra analisar, meu gosto musical de anos atrás era bastante porco, e as versões ao vivo realmente eram um lixo HUAHAUh. Hoje em dia eu prefiro ouvir ao vivo, adoro o povo cantando com paixão, adoro quando alguém erra alguma coisa e o povo ri ou vaia. ADORO IMPROVISO!

E, o melhor de TUDO nas versões ao vivo: quando você se acostuma a elas, você nunca mais consegue cantar igual a versão de estúdio. Tipo mania, mesmo.

.

Meus exemplos:

Com o Linkin Park aprendi a:

♪ I've felt this way before,
So insecuuuuuuuuuuuuuuree....

*EVERYBODY SAY!!! \o/*

CRAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAWLING IN MY SKIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIN ♪

e

♪ I find the answers aren't so clear...

*I CAN'T HEAR YOU!*

Wish I could find a way to disappear... ♪

Com o System of a Down aprendi a:

♪ And I felt like the biggest asshole
When I killed rock and rollllllllrwah!

*soooorry*

Com o Slipknot aprendi a:

♪ Hands on my face over bearing
ICAN'TGETOUT!!! *AIQUENGÁ*

Com o Oasis aprendi a:

basicamente cantar Acquiesce errado ("eu não canto errado, ela foi gravada errado" - Liam)

e

♪ You gotta say what you say
Don't let anybodyFUCKER get in your way... ♪

e

♪ Or ordinary people that are like you and me MOI! ♪

Com o Reel Big Fish aprendi a:

♪ She has a girlfriend now
She has a girlfriend now.......

*sooooo
I'll give meeeeeen
A tryyyy....*

e

a cantar S.R. na versão emo

e

♪ But I don't believe her
And I don't think FUCKING need her anymoooooooooooooore ♪

e

♪ Say you love me
(*I LOVE YOU!!!*)
Love me again, but if you love me...
WHEEEEERE HAVE YOU BEEEEEEN?? ♪

.

Não consigo lembrar de mais, agora.
E vocês, passam por isso também, de cantar igual eles fazem ao vivo ao invés da original?! Que músicas?!

Postagens mais visitadas deste blog

Adeus, 2017. Adeus, HCtZ.

Eu não sei se tenho como definir o que foi 2017 pra mim. A primeira impressão é de que foi tudo horrível, mas aconteceu tanta coisa legal, também, que tenho que ficar me lembrando de não ignorá-las. Fiquei bastante doente (o fato de ninguém validar a doença não a anula - até a piora, na verdade) e me deixei abater por muito tempo, até cansar e querer me cuidar. A retrospectiva do ano passado fala sobre o que desencadeou a coisa toda. Não bastasse isso por si só já ter sido bastante difícil de lidar, afastei vários amigos próximos durante o processo. Reconheço que é chato aguentar gente deprimida; toda a reclamação, negatividade, isolamento... A gente acaba levando isso pra um lado pessoal. Entretanto, ver amigos queridos se afastando de mim foi muito doloroso e intensificou o problema. Eu já estava lidando com uma rejeição imbecil que destruiu a minha autoestima, e aí alguns acharam que era melhor desistir de mim. Uau. Eu sei que ninguém que parou de me seguir ou falar comigo va...

Manu explica sobre assexualidade, de novo, devagarinho pra todo mundo entender (COM SARCASMO!) (METÁFORAS!) (E CIÊNCIA!)

Eu entendo que seja confuso. Acreditem, é mais confuso ainda pra quem é e precisa entender como e por que é assim. No processo de autoeducação, a gente tenta educar também os outros porque ouve muita, muita besteira e essas besteiras acabam ofendendo e atrapalhando um processo complicado de autoaceitação. Então, pra evitar que as pessoas das demais orientações continuem mal-interpretando os milhões de assexuais do mundo, venho aqui novamente explicar qual é a nossa. 👉 RECAPITULANDO: Assexualidade é a orientação sexual em que o indivíduo não sente atração sexual por outros , de qualquer gênero.  É ausência de atração , não de libido.  Não é o mesmo que celibato , que é uma escolha de abstinência de atividade sexual. A demissexualidade (quando a atração sexual ocorre somente quando há forte vínculo emocional), muito comentada atualmente, é um espectro da assexualidade. Nem todo assexual tem repulsa e se priva de atividade sexual, embora muitos sim. As...

Desafio de Leitura 2017: Último relatório

Foi um ano em que, infelizmente, li poucas HQs. Não ter mais uma boa banca de revistas na cidade me tirou esse prazer. Obrigada, Rio Verde. 🖕 ▼▼▼▼▼ Ficção: Os Portões John Connolly - Bertrand Brasil - 2013 (2009) - 304p. Outro livro divertido de um autor que descobri recentemente e que já é um favorito pessoal. John Connolly era um prolífico escritor policial na Irlanda, até que surpreendeu a todos quando lançou O Livro das Coisas Perdidas , fantasia voltada ao público jovem. Depois disso, não voltou mais para o estilo que o consagrou: escreveu Noturnos , coletânea de contos de terror, e Os Portões , uma divertida história que mistura ciência, o sobrenatural e bastante humor negro. Samuel é um garoto um pouco mal compreendido e considerado esquisito pelos professores, adultos da vizinhança e até pela mãe, recentemente abandonada pelo marido. E, é claro, é justamente ele quem testemunha um evento inacreditável: seus entediados vizinhos abriram, em um culto satânico c...