Pular para o conteúdo principal

Caramba, até pro título tá difícil.

Tá acontecendo uma coisa muito rara comigo: ando sem assunto. Assim, isso não é novidade, mas pela primeira vez em meses eu simplesmente não faço ideia do que postar no meu blog. Não tem nada programado pra data nenhuma. E pior é que eu colaboro pro Musicólatras Anônimos e ando sem criatividade pra lá também @.@

Em partes, culpo o Twitter. Antes eu deixava juntar pequenos assuntos e postava tudo aqui. Agora ando jogando lá assim que me vem à cabeça. E isso é mau, porque meu blog ficou abandonado pela minha mente adubada e vocês ficaram sem ter o que ler (oooh, não chorem ó.ò) (ok, menos).

Então eu vou abrir aqui a minha pasta e ver se acho um assunto pra postar hoje. Ou, com sorte, vários \o/
E não se preocupem, continuará sendo sem noção e vocês não vão entender metade, porque geralmente minha vida se resume em internas que só eu entendo :( 




But let's give it a try, shall we?



► Ok, depois de toda a propaganda negativa e de ter convencido metade dos meus conhecidos a não tomá-la, fui lá eu no sábado tomar a vacina da H1N1! \o/ Não foi porque eu quis, vejam bem. Minha mãe teve uma iluminação divina e etc. Minha irmã e eu tomamos acho que todas as vacinas que já foram inventadas nesse mundo, não cabe mais nenhum carimbo nas nossas carteirinhas. Mas o medo da progenitora foi que hipoteticamente essa epidemia fugisse de controle, e posteriormente não poderíamos sequer pegar um ônibus pra viajar sem termos tomado a vacina. Detalhes pós-picada? Não reparei se a dose é grande, não tenho preocupações com agulhas (não faria sentido /confere as 4 tatuagens), mas a fdp da enfermeira tinha uma fdp de uma mão pesada, então nossos braços ficaram inchados e doloridos por pelo menos 4 dias. Minha irmã ainda teve febre, mas eu não apresentei reação. Ainda (sério, meu medo são os efeitos a longo prazo. Mas dane-se, já foi).





► Tô aqui ouvindo Toy Dolls e rindo sozinha. Não só por causa das músicas, que são hilárias de tão inocentemente ridículas (e isso foi um elogio!). É que eu tava lembrando de ter lido que, de 1979 pra cá, eles tiveram 14 bateristas e 12 baixistas. Isso nem é uma banda, meu, devia ter só o nome do vocalista. Aliás, me fez lembrar que eu comprei um DVD épico deles por R$7,99 na banca do supermercado, uma vez. Eu acho cada coisa. Ah sim, e eu acho que essa « é a minha formação favorita.







► E isso é pano pra manga pro próximo tópico: o que eu acho em bancas de supermercados. Alguns aqui já sabem porque eu já contei, mas quero compartilhar. Os supermercados (aqui pelo menos) costumam ter aquelas bancas com CDs, DVDs, livros e etc com preços bem baratos mesmo. Eu geralmente não fuço muito os CDs porque é sempre a mesma coisa: coleção sertaneja, temas de novelas antigas e etc. Daí um dia desses eu passei em frente a uma dessas e vi uns CDs que não combinavam muito com o padrão e resolvi dar uma garimpada (minha mãe até sai de perto, porque quando eu começo a garimpar, pode dar a tarde por perdida). Em pouco tempo achei o álbum do Audioslave que faltava pra completar a minha discografia e depois, o mais improvável dos improváveis, o Reise, Reise, do Rammstein. Vejam bem, meus amigos. Esse CD numa loja de discos aqui está custando cerca de 60 reais. Comprei na banca do supermercado por 8 míseros reais.

.

Até que deu assunto. E o pior é que eu nem cheguei a abrir a minha pasta, hahhahah
Pensem pelo lado bom, não coloquei nenhuma música aqui hoje.

Bises ;*

p.s.: aliás, que reconfortante saber que todo mundo aqui é mais loira burra que eu! Não vejo a hora de alguém fazer piadinha sobre minha cor de cabelo de novo

Postagens mais visitadas deste blog

Adeus, 2017. Adeus, HCtZ.

Eu não sei se tenho como definir o que foi 2017 pra mim. A primeira impressão é de que foi tudo horrível, mas aconteceu tanta coisa legal, também, que tenho que ficar me lembrando de não ignorá-las. Fiquei bastante doente (o fato de ninguém validar a doença não a anula - até a piora, na verdade) e me deixei abater por muito tempo, até cansar e querer me cuidar. A retrospectiva do ano passado fala sobre o que desencadeou a coisa toda. Não bastasse isso por si só já ter sido bastante difícil de lidar, afastei vários amigos próximos durante o processo. Reconheço que é chato aguentar gente deprimida; toda a reclamação, negatividade, isolamento... A gente acaba levando isso pra um lado pessoal. Entretanto, ver amigos queridos se afastando de mim foi muito doloroso e intensificou o problema. Eu já estava lidando com uma rejeição imbecil que destruiu a minha autoestima, e aí alguns acharam que era melhor desistir de mim. Uau. Eu sei que ninguém que parou de me seguir ou falar comigo va...

Manu explica sobre assexualidade, de novo, devagarinho pra todo mundo entender (COM SARCASMO!) (METÁFORAS!) (E CIÊNCIA!)

Eu entendo que seja confuso. Acreditem, é mais confuso ainda pra quem é e precisa entender como e por que é assim. No processo de autoeducação, a gente tenta educar também os outros porque ouve muita, muita besteira e essas besteiras acabam ofendendo e atrapalhando um processo complicado de autoaceitação. Então, pra evitar que as pessoas das demais orientações continuem mal-interpretando os milhões de assexuais do mundo, venho aqui novamente explicar qual é a nossa. 👉 RECAPITULANDO: Assexualidade é a orientação sexual em que o indivíduo não sente atração sexual por outros , de qualquer gênero.  É ausência de atração , não de libido.  Não é o mesmo que celibato , que é uma escolha de abstinência de atividade sexual. A demissexualidade (quando a atração sexual ocorre somente quando há forte vínculo emocional), muito comentada atualmente, é um espectro da assexualidade. Nem todo assexual tem repulsa e se priva de atividade sexual, embora muitos sim. As...

Desafio de Leitura 2017: Último relatório

Foi um ano em que, infelizmente, li poucas HQs. Não ter mais uma boa banca de revistas na cidade me tirou esse prazer. Obrigada, Rio Verde. 🖕 ▼▼▼▼▼ Ficção: Os Portões John Connolly - Bertrand Brasil - 2013 (2009) - 304p. Outro livro divertido de um autor que descobri recentemente e que já é um favorito pessoal. John Connolly era um prolífico escritor policial na Irlanda, até que surpreendeu a todos quando lançou O Livro das Coisas Perdidas , fantasia voltada ao público jovem. Depois disso, não voltou mais para o estilo que o consagrou: escreveu Noturnos , coletânea de contos de terror, e Os Portões , uma divertida história que mistura ciência, o sobrenatural e bastante humor negro. Samuel é um garoto um pouco mal compreendido e considerado esquisito pelos professores, adultos da vizinhança e até pela mãe, recentemente abandonada pelo marido. E, é claro, é justamente ele quem testemunha um evento inacreditável: seus entediados vizinhos abriram, em um culto satânico c...