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Ah, inventem um título qualquer.

E aí, gente? Faz tempo que não digo como andam as coisas por aqui... Mais porque não anda valendo a pena comentar mesmo, mas vamos lá.

Ando me sentindo tão desmotivada e chateada e todos os "-adas" com o mesmo sentido, que resolvi postar hoje as coisas que aconteceram nos últimas dias que me deixaram mais animadinha. Vai ser uma coletânea de futilidades.




► Sábado passado tive uma folga do trabalho, então fui com a minha irmã à Goiânia. Foi tenso, tivemos que pegar o ônibus da madrugada, não consegui pregar o olho na viagem... Virei 38 horas acordada, no fim do dia eu já tava delirando. Mas foi um dia legal, passeamos um pouco e compramos umas coisas que não se acham no interior. 'xo mostrar meus bebês:







Give 'em the boot!
Lembram da odisséia?! Achei os danadinhos, estavam me esperando em uma loja de calçados dentro da rodoviária, BELIEVE ME.












Aí, dando uma de perdida no shopping, passo por uma simpática moça que estava vendendo quadros de todos os tamanhos, preços e fotos. Então meu olhar é atraído por essa belíssima imagem, que por coincidência é a minha foto favorita da banda. "COMO QUE EU VOU LEVAR ISSO DE ÔNIBUS PRA RIO VERDE?!". Tá aqui, bem na minha frente.



 


 Por último, fui à banca de revistas, porque a melhor que tinha em Rio Verde (e uma das únicas 3 da cidade) fez o favor de fechar. Aí bato o olho na capa clássica das clássicas, em edição inédita da Rolling Stone de janeiro. Resumidamente, esta entrevista com John Lennon foi a última que ele deu, três dias antes de sua morte. A foto da capa também faz parte da última sessão de fotos que ele fez, no mesmo dia de sua morte. Enfim, na época a entrevista não foi publicada, o repórter preferiu fazer um obituário e só aproveitou alguns trechos da entrevista. Agora, 30 anos depois, transcreveram a fita inteira e a publicaram na íntegra. Perfeita, John tava falante, simpático, engraçado e revelador. A introdução da Yoko é linda. Um dia eu posto algo dela por aqui, vale muito a pena ler. (Ah sim, o cara do balcão olhou horrorizado para a capa e disse "Viiixe, quem é esse doido?!". Senti pena.)





► Ontem chegou pelo correio este livro, que estava querendo comprar já há algum tempo. Sem edição em português, grazadeus me viro bem com inglês. Henry Rollins foi o principal vocalista do Black Flag e depois da Rollins Band (HARDCORE DE RAIZ, MEU POVO). Depois largou de mexer com música e virou ativista, ator, sai por aí dando palestras e escreveu uma pancada de livros (sobre as bandas, ou sobre ele, ou sobre outras muitas coisas). Nunca li nenhum deles, mas trechos de muitos pela internet, e senti que ia gostar do Solipsist. Li duas páginas e já to apaixonada, quero transcrever ele todo pra cá. Henry pensa de um jeito que se assemelha muito ao meu, e isso me preocupa - porque ele é lindo, inteligente, famoso, deve ter uma quantia razoável de grana no banco, e continua encalhado aos 50 anos.






► E hoje chegou isso aqui, que foi surpresa! Fiz uma pseudo-amizade com uma guria da Tailândia pelo Tumblr - ela me seguia lá e um dia me perguntou se podia me mandar um cartão-postal do lugar onde ela tava passando as férias. Mandou mesmo, com areia da praia e tudo! Tempos depois ela foi pra Singapura e me mandou um cartão-postal de lá também. E hoje recebi esse presentinho de uma feira de artesanato de Bangkok, um caderno com a capa desenhada à mão! Ela me contou na carta que a feira atrai gente do mundo todo. Foi uma surpresa muito legal, mesmo, preciso retribuir.





E teve outras coisas, mas fiquei com preguiça de postar agora. Tá tarde e eu to com sono. E amanhã ainda é quinta :(

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