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Desafio de Leitura 2017: Quarto relatório

A quantidade física de livros lidos, nos últimos dois meses, não foi tão grande. Primeiro, porque um dos livros que li trata-se de três obras de Jane Austen em um único volume, e depois porque o que comecei a ler em seguida, e ainda não terminei, é um e-book com todos os romances de Machado de Assis em um volume só, também (ainda estou no quinto). Segue o relatório: ▼▼▼▼▼ Ficção: Razão e Sensibilidade/Orgulho e Preconceito/Persuasão Jane Austen - Martin Claret - 2012 (1811/1813/1818) - 631p. Já comentei algumas vezes que romance não é um gênero de literatura que eu procure ler, exceto quando se trata de clássicos. Estou com este volume de Jane Austen me esperando desde que aprendi sobre Literatura Inglesa em um curso, mas, desde então, não tinha saído no sorteio e não tive vontade de furar o esquema de sorteio com ele, tampouco. Entretanto, quando comecei a lê-lo, já gostei de Razão e Sensibilidade logo nas primeiras páginas. Gosto de ser surpreendida por leit...

TAG: Pela casa

Roubei o questionário de uma das minhas fontes favoritas pra isso, o Sunday Stealing . O nome original é "Around the House". 🛌 Quarto: Qual a sua rotina de sono? Quando estou trabalhando, não há horário definido mas, quando não estou, costumo desligar meu computador por volta das onze, escovo os dentes, faço mais ou menos meia hora de yoga, leio na cama até começar a divagar e capoto. Se não tiver trabalho na manhã seguinte, acordo sozinha em horários variáveis, arrumo a cama, faço 10~15 minutos de alongamento/yoga, me troco e começo o dia. 🍲 Cozinha: Qual a sua comida de conforto favorita? Eu não como se não estiver com fome, então não tenho comida de conforto. Se estou ansiosa, nervosa, triste ou entediada, jogo, leio, faço exercícios ou medito. ( "ai, que resposta chata, admita que você pisa na jaca de vez em quando!" . Não, não piso mais. Tô educadinha :) 🚽 Banheiro: Banheira ou chuveiro? A gente sempre teve chuveiro, mas ac...

Em defesa do que a gente faz em casa

- Fiquei sabendo que você está fazendo *tal coisa*, que legal! Onde você faz? - Em casa, mesmo! - Ah, tá, achei que você tava fazendo de verdade ... Existe toda uma crença popular de que o que a gente faz fora de casa (fora da própria cidade, então...) tem mais valor do que onde é mais conveniente para si. Quando duvidamos da credibilidade de cursos a distância ou trabalhos feitos em home office , acabamos ofendendo quem recorre a esses recursos ao inferir que essas pessoas são preguiçosas ou não têm "capacidade" de frequentar uma universidade ou trabalhar em uma grande empresa. O que geralmente ignoramos sobre essas pessoas é toda a gama de bons motivos que elas têm para tal escolha. Como alguém que quase sempre aprende e faz tudo sozinha ou a distância, venho aqui defender o hábito e tentar convencê-los a mudar de ideia sobre atividades que fazemos no conforto do lar. 📚 Estudar Sempre que comentam comigo que desejam estudar mas não têm tempo, sug...

Manu explica sobre assexualidade, de novo, devagarinho pra todo mundo entender (COM SARCASMO!) (METÁFORAS!) (E CIÊNCIA!)

Eu entendo que seja confuso. Acreditem, é mais confuso ainda pra quem é e precisa entender como e por que é assim. No processo de autoeducação, a gente tenta educar também os outros porque ouve muita, muita besteira e essas besteiras acabam ofendendo e atrapalhando um processo complicado de autoaceitação. Então, pra evitar que as pessoas das demais orientações continuem mal-interpretando os milhões de assexuais do mundo, venho aqui novamente explicar qual é a nossa. 👉 RECAPITULANDO: Assexualidade é a orientação sexual em que o indivíduo não sente atração sexual por outros , de qualquer gênero.  É ausência de atração , não de libido.  Não é o mesmo que celibato , que é uma escolha de abstinência de atividade sexual. A demissexualidade (quando a atração sexual ocorre somente quando há forte vínculo emocional), muito comentada atualmente, é um espectro da assexualidade. Nem todo assexual tem repulsa e se priva de atividade sexual, embora muitos sim. As...

Nada antes do "mas" realmente conta

Eu sempre comentava no seu Fotolog quando suas fotos eram engraçadas, agora você tá sempre triste. Eu gosto de você... Mas você era mais legal antes de ficar assim. Eu acho que todo mundo deveria assistir 13 Reasons Why e aprender empatia por quem sofre de depressão e entender por que as pessoas pensam em suicídio... Mas que bando de gente que só quer chamar atenção com essas correntes de Facebook. Quem liga pra quem você é ou do que você gosta? Fiquei muito triste quando meu artista favorito se matou. Por favor, se você está pensando em suicídio ou conhece alguém que está sofrendo, converse. Cuidem uns dos outros... Mas não fale comigo, porque tô fugindo de gente que só reclama. Entendi sobre a sua assexualidade e respeito que você seja assim... Mas não vejo a hora de você "liberar geral". Obrigado por ser a única pessoa a aguentar meu período de depressão pós-término... Mas pare de falar sempre na mesma coisa, você é muito drama queen . Você não pode ...

Acho que se faz importante que eu fale sobre o Linkin Park

Podia ter escolhido qualquer outra. Mas essa estava em um pôster que ficou muitos anos na minha parede... Até porque é o meu blog e tal. O Linkin Park foi a minha primeira banda favorita. Banda banda , não grupo musical. Tive uma adolescência relativamente normal ouvindo o que tocava nas rádios populares, então eu não fui uma adolescente roqueirinha como tantos dos meus amigos e conhecidos; meus artistas favoritos eram basicamente os favoritos de todo mundo. Um dia qualquer de 2003, morando em Campo Mourão, uma amiga minha de Curitiba me telefonou e, entre as novidades, me perguntou se podia me mostrar uma música que ela gostava muito. (Era assim que funcionava antes do WhatsApp e da internet acessível, de forma geral: a gente telefonava e escolhia o que era prioridade) E então ela me colocou pra ouvir Numb , do Linkin Park. Eu gostei, mas foi isso. Eu não tinha acesso à internet e já mal ouvia rádio, então nunca mais ouvi a música ou a banda. No ano segui...

Sobre razão e sensibilidade

Marianne por kelleybean86 @ DeviantArt.com "[...] e logo faltou coragem para Marianne tentar conversar sobre um assunto que a deixava cada vez mais insatisfeita consigo mesma, pela comparação que necessariamente produzia entre o comportamento de Elinor e o seu próprio. Sentiu toda a força daquela comparação, porém, não para forçá-la a se empenhar, como esperara a irmã; sentiu-a com toda a dor do remorso contínuo, lamentou amargamente nunca se ter esforçado na vida, mas aquilo só lhe trouxe a tortura da penitência, sem a esperança de corrigir-se. Seu ânimo estava tão debilitado que ela ainda acreditava ser impossível qualquer esforço, e, assim, aquilo só a desanimava ainda mais." Razão e Sensibilidade Jane Austen, 1811 [Martin Claret, 2012. Traduzido por Roberto Leal Ferreira] Elinor tem seu coração partido ao descobrir que o homem por quem era apaixonada e com quem esperava noivar-se já era noivo de outra mulher há muito tempo. A irmã, Marianne, t...

Desafio de Leitura 2017: Terceiro relatório

Trabalhei muito nos últimos meses e achei que não teria tanto tempo de ler, mas tantas filas de espera no dentista me deram tempo de usar mais o Kindle, então acabei dando uma acelerada na leitura e no desafio. Tomei a liberdade de dar uma "roubada" no item " Um livro de um autor que tenha o seu primeiro nome " porque, convenhamos... ▼▼▼▼▼ Ficção: Ás na Manga V.A. - LeYa - 2017 (1989) - 384p. Sexto volume da série Wild Cards , que todos a essas alturas já sabem ser uma das minhas coisas favoritas na vida. Ainda assim, esse volume não foi dos meus favoritos; tive que dar uma empurradinha na leitura até finalmente começar a me interessar pela história. Nesse aqui, o enredo está focado nas eleições presidenciais dos Estados Unidos de 1988. Dois dos candidatos são o reverendo Leo Barnett, de visão considerada extremista no que diz respeito aos infectados pelo carta selvagem, e o senador Gregg Hartmann, a aposta de todos os ases e curingas para ...